No dia seguinte o sol estava ainda mais forte. Acordei com o pau latejando só de lembrar da cara do Rafael na noite anterior. Laura dormia de lado, a camiseta enrolada na cintura, a bunda branca e avantajada completamente exposta. Passei a mão entre suas coxas grossas e senti que ela já estava molhada. Acordei ela metendo devagar, sussurrando: — Hoje você vai me deixar louco… quero que o Rafael veja tudo. Ela gemeu, ainda sonolenta, rebolando contra mim. Gozei dentro dela pensando no que estava por vir. Depois do café, descemos para a piscina. Escolhi para ela um biquíni minúsculo branco. O top mal continha os seios médios, e os bicos pontudos já marcavam o tecido fino. Embaixo, só um shortinho de praia bem fino e claro — sem calcinha nenhuma. Quando ela andava, a buceta cheinha marcava levemente o tecido. Rafael já estava na beira da piscina. Seus olhos grudaram nela assim que aparecemos. Eu sorri por dentro. Entramos na água. Brincamos de jogar bola. Em um momento, fingi que ia pegar Laura no colo e puxei o shortinho dela para baixo “sem querer”. O tecido desceu até o meio das coxas grossas, expondo completamente a bunda redonda e a buceta carnuda, rosada e lisinha. Rafael estava a menos de dois metros. Ele parou, o olhar fixo. Laura deu um gritinho e puxou o shortinho rápido, mas já era tarde. Ele tinha visto tudo. — Porra… desculpa amor — falei, rindo, mas meu pau estava duro dentro da água. Laura ficou vermelha, mas também riu, sem imaginar o quanto eu estava excitado. Voltamos a brincar. Eu a pegava por trás, apertando sua bunda por baixo d’água, abrindo um pouco as coxas na direção dele. O shortinho molhado agora estava quase transparente, colado nos lábios grossos da buceta. Dava para ver o contorno perfeito. Saímos da piscina e fomos tomar sol. Pedi para ela deitar de bruços. — Desamarra o top, senão fica marca — sugeri. Ela obedeceu. Os seios macios se espremeram contra a toalha, os bicos pontudos pressionados. Passei protetor nela bem devagar: ombros, costas, descendo pela cintura até a curva generosa da bunda. Deslizei os dedos por baixo do shortinho, roçando a entrada da buceta. Ela suspirou. — Rafael, passa nas pernas dela aí — chamei, a voz rouca. Ele hesitou só um segundo. Sentou ao lado e começou a passar protetor nas coxas grossas de Laura. Suas mãos subiam cada vez mais. Eu via o volume crescendo na sunga dele. Quando ele chegou perto da bunda, eu segurei a mão dele de leve e guiei: — Pode passar aqui também… ela gosta. Os dedos dele roçaram a lateral da buceta. Laura soltou um gemidinho baixo, mas não reclamou. Eu estava quase gozando só de olhar. O pau dele estava visivelmente duro, latejando na sunga. À tarde, voltamos para a casa. O calor estava insuportável. — Vou tirar uma soneca — avisei. — Fica aqui com o Rafael um pouco, amor. Eu já volto. Deixei os dois na varanda sombreada. Fiquei escondido atrás da cortina, observando. Laura estava sentada no sofá, pernas cruzadas, o shortinho ainda úmido. Conversaram um pouco. Eu vi Rafael olhando sem disfarçar para os seios dela, os bicos duros marcando o top. Em certo momento, ela se levantou para pegar uma água. O shortinho subiu, deixando metade da bunda de fora. Rafael não tirou os olhos. Quando ela voltou e se sentou, abriu um pouco as pernas sem perceber. O tecido fino marcava toda a fenda da buceta carnuda. Não aguentei. Voltei para a varanda fingindo ter acordado e puxei Laura para o meu colo. Beijei seu pescoço enquanto olhava para Rafael. — Ela tá sem nada por baixo o dia todo… — sussurrei para ele, alto o suficiente para ela ouvir. Laura arregalou os olhos, mas eu senti ela ficar molhada no meu colo. Rafael apenas respirou fundo, o pau marcando forte na sunga. À noite, na jacuzzi, o clima explodiu. Só nós três. Laura entrou só com a camiseta fina. A água quente deixou o tecido completamente transparente. Os seios brancos, os bicos pontudos e rosados, a curva da barriga cheinha e a sombra escura entre as coxas grossas — tudo à mostra. Sentei atrás dela, abrindo suas pernas por baixo d’água na direção do Rafael. Ele estava a menos de um metro. Enquanto eu beijava seu pescoço e apertava seus seios, ele via claramente minha noiva loira de pernas abertas, a buceta inchada e molhada brilhando na água. — Olha pra ela, cara… — murmurei, excitadíssimo. — Olha como ela tá molhada. Laura gemeu meu nome, envergonhada e excitada ao mesmo tempo. Rafael não conseguia disfarçar: a mão dele estava por baixo d’água, se tocando discretamente enquanto encarava a buceta da minha noiva. Quando voltamos para o quarto, eu estava possuído. Joguei Laura na cama, levantei a camiseta e meti fundo, contando cada detalhe: — Ele viu sua bucetuda o dia todo… viu seus bicos duros… quase tocou nela… Laura gozou gemendo alto, apertando meu pau. Eu gozei jorrando, imaginando Rafael gozando em algum canto pensando nela. E ainda tínhamos mais um dia inteiro pela frente.
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