Encoxada no Ônibus Lotado Era uma noite quente de sexta-feira. O ônibus estava absurdamente cheio, corpos prensados uns contra os outros. Julia segurava a barra de ferro acima da cabeça, o vestido leve de verão colado no corpo pelo suor. Ela tinha acabado de sair do trabalho e só queria chegar em casa. Até sentir. Um corpo alto e firme se encaixou atrás dela quando o ônibus freou. No começo, achou que era só o aperto natural da lotação. Mas então veio o movimento sutil: um volume duro, grosso, pressionando devagar contra a sua bunda. Julia congelou por um segundo. O homem não dizia nada. Apenas roçava o pau duro, já bem marcante dentro da calça, contra o tecido fino do vestido dela. O ônibus balançava e ele aproveitava cada freada para apertar mais, simulando um empurrão inocente. Ela sentiu um calor subir entre as pernas. Em vez de se afastar, Julia arqueou discretamente a coluna, empinando a bunda contra ele. O estranho percebeu o sinal. A mão dele, disfarçada pela multidão, desceu até a cintura dela e a puxou um pouco mais para trás. Agora o pau estava encaixado entre as nádegas dela, esfregando com mais força, para cima e para baixo, bem no meio da fenda. Julia mordeu o lábio, sentindo a boceta latejar e molhar a calcinha. O ônibus parou no sinal. As luzes de fora iluminavam fracamente o interior. Ninguém parecia perceber. O homem aproveitou e pressionou mais forte, quase metendo o pau coberto contra ela. Julia abriu um pouco as pernas, sentindo a cabeça grossa roçar exatamente onde sua boceta estava inchada de tesão. Ela respirou fundo quando ele começou a se mover em um ritmo lento e safado: esfregando o pau inteiro entre suas nádegas, simulando uma foda por trás ali mesmo, no meio de dezenas de pessoas. — Tá molhada pra caralho… — ele sussurrou bem perto da orelha dela, a voz rouca. Julia não respondeu com palavras. Apenas pressionou a bunda mais forte contra ele, rebolando devagar, acompanhando o movimento. O tecido da calcinha estava encharcado. Ela sentia o pau dele pulsar, quente e duro, deslizando entre suas coxas agora, roçando os lábios da boceta por cima da roupa. O ônibus entrou em um trecho de rua esburacada. Cada buraco fazia o pau dele bater mais forte contra ela. Julia estava louca de tesão. Uma mão dela desceu discretamente e puxou a frente do vestido um pouco para cima, facilitando o contato. Agora o pau dele esfregava direto na calcinha fina, sentindo o calor molhado dela. Ele acelerou o movimento, encoxando com mais vontade, a respiração quente no pescoço dela. Julia apertou as coxas em volta do pau dele, criando mais pressão. Estava quase gozando só com a fricção. — Goza pra mim… — murmurou ele. O orgasmo veio forte. Julia trincou os dentes, o corpo tremendo discretamente enquanto gozava, a boceta pulsando contra o pau dele. Segundos depois, ele também gozou: ela sentiu os jatos quentes encharcando a calça dele e molhando a parte de trás do vestido dela. O ônibus parou no ponto seguinte. O homem se afastou devagar, sumindo no meio da multidão que descia. Julia ficou ali, pernas fracas, sentindo o gozo dele escorrendo pela parte interna da coxa, a calcinha destruída de tesão. Ela sorriu sozinha, o coração ainda disparado. Talvez descesse só no próximo ponto.
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