Letícia estava de joelhos no chão do quarto, linda e safada como sempre. A morena de 40 anos, corpo sarado e bronzeado, olhava para cima com aqueles olhos escuros cheios de tesão. Os seios fartos e durinhos estavam completamente à mostra, pesados, mamilos escuros já arrepiados. Eu estava de pé na frente dela, pau duro latejando bem na frente do seu rosto. — Quero fazer uma espanhola bem gostosa em você hoje — murmurei, segurando o pau pela base e batendo de leve naqueles lábios carnudos. Ela sorriu, lambendo a cabeça inchada devagar, passando a língua quente em volta da glande enquanto me olhava nos olhos. Depois abriu a boca e engoliu tudo de uma vez, fundo, sem hesitar. A boca quente e molhada me envolveu por inteiro. Letícia era uma puta profissional nisso — chupava com fome, descendo até o fundo da garganta, o nariz encostando na minha barriga, babando tudo. — Isso, sua gostosa... engole ele todo — grunhi, segurando os cabelos longos dela. Ela gemia com o pau na boca, o som abafado e molhado ecoando no quarto. Saliva escorria pelos cantos dos lábios, descendo pelo queixo e pingando direto nos seios fartos. Eu fodia a boca dela com estocadas firmes, segurando a cabeça, sentindo a garganta apertada me massagear. Letícia não recuava, ao contrário: segurava minhas coxas e puxava mais pra dentro, os olhos lacrimejando de prazer. Tirei o pau da boca dela por um momento só para bater na língua estendida e esfregar naqueles seios maravilhosos. Ela apertou os peitos um contra o outro, formando um vale quente e macio, e eu comecei a foder entre eles. Os seios durinhos e pesados envolviam meu pau, escorregadios da baba dela. Letícia olhava pra baixo, língua pra fora, lambendo a cabeça toda vez que ela subia. — Tá gostoso, tio? — perguntou com a voz rouca, safada. — Delícia, porra... Voltei a enfiar na boca dela, agora mais rápido, fodendo fundo. Os sons obscenos enchiam o quarto: gluck gluck gluck, baba escorrendo sem parar. Os seios dela balançavam a cada estocada, brilhando molhados. Senti o gozo subindo forte. — Vou gozar... — avisei, puxando o pau da boca. Letícia abriu a boca, língua pra fora, e apertou os seios juntos, oferecendo tudo. O primeiro jato forte acertou bem no meio dos peitos fartos, branco e grosso escorrendo pelo vale. O segundo explodiu na língua dela, enchendo a boca. O terceiro e o quarto pintaram o rosto inteiro — bochechas, nariz, testa, até pingando nos cabelos. Ela ficou ali, toda lambuzada, gozo escorrendo pelos seios, descendo pela barriga, rosto completamente melado, lábios brilhando com porra. Letícia sorriu, safada, passou o dedo no rosto coletando o sêmen e levou à boca, chupando devagar enquanto me olhava. — Hummm... adorei ficar toda melada assim — murmurou, esfregando o resto nos seios, espalhando tudo na pele morena. Ainda de joelhos, com o rosto e os peitos cobertos de gozo, ela era a visão mais pervertida e gostosa possível. E pelo jeito que lambia os lábios, eu sabia que não ia demorar até querermos repetir.
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