O sol de verão batia forte quando Rubens e Beth chegaram à praia. A filha estava com a avó, então o casal tinha o dia inteiro só para eles. Beth vestia o biquíni que o marido tinha escolhido de propósito: uma tanga fio-dental preta, mínima, que mal cobria o essencial. Assim que ela tirou a saída de praia, Rubens sentiu o sangue descer. A calcinha já estava engolida pelo sexo da esposa. Os grandes lábios rosados, carnudos e proeminentes se abriam levemente, engolindo quase todo o tecido fino. Só uma fina tira preta emergia na frente, saindo do fundo da fenda como se a própria vulva a estivesse segurando. Por trás, o fio desaparecia completamente entre as nádegas firmes, mas era na frente que o espetáculo acontecia. — Porra, Beth… — murmurou ele, ajeitando a toalha. — Todo mundo vai ver. Ela sorriu, safada, e se esticou de bruços na toalha, abrindo um pouco as coxas. — Deixa ver. Você que pediu esse biquíni. Rubens deitou ao lado dela, de óculos escuros, e não conseguiu tirar os olhos. Cada vez que ela se mexia, os lábios se moviam, brilhando com protetor solar. A pele delicada estava um pouco mais escura nas bordas, e o centro, mais rosado, quase pedia para ser tocado. Quando ela se virou de barriga para cima, a situação ficou ainda pior. A tanga estava tão enterrada que parecia que ela não usava nada. A fenda profunda e generosa se abria um pouco com o calor, mostrando o começo da entrada úmida. Ele não aguentou. Passou a mão por cima da coxa dela, fingindo carinho, e com o polegar deslizou bem rente à borda da calcinha, sentindo a textura macia e quente dos lábios. — Eles estão ainda maiores com o sol — sussurrou no ouvido dela. — Parece que incham. Beth mordeu o lábio inferior e abriu um pouco mais as pernas, coberta apenas pelo ângulo da sombra do guarda-sol. — Mexe mais… mas com jeito. Rubens olhou ao redor. A praia não estava vazia, mas o guarda-sol e a posição deles davam uma privacidade relativa. Ele enfiou dois dedos por baixo do fio da tanga e abriu devagar os lábios grossos da esposa, sentindo a umidade já presente. A carne macia e elástica se separava facilmente, revelando o clitóris inchado e a entrada brilhante. Ele passou a ponta do dedo ali, devagar, enquanto conversava baixo: — Sabe o que eu mais gosto? Quando a calcinha some completamente. Parece que sua xoxota come o tecido. Olha como está… tudo de fora. Beth gemeu baixinho, fechando os olhos atrás dos óculos. — Continua… Ele passou a explorar com mais intenção. Abrindo e fechando os lábios proeminentes, esticando-os levemente para os lados, apreciando o quanto eles se projetavam. Passou a união dos dedos para cima e para baixo pela fenda inteira, do períneo até acima do clitóris, sentindo cada prega, cada variação de textura. A cada movimento, mais líquido escapava, molhando a tanga e seus dedos. Quando a praia esvaziou um pouco no final da tarde, Rubens puxou Beth para o mar. Na água até a cintura, ele a virou de costas para a areia e enfiou a mão por baixo da tanga novamente. Dessa vez sem disfarce. Abriu os lábios com os dois polegares e enfiou o dedo médio fundo, enquanto o polegar massageava o clitóris. Beth se apoiou nele, gemendo contra o peito dele, as ondas escondendo o movimento. — Quero te foder logo — ele rosnou no ouvido dela. — Quero ver esses lábios engolindo meu pau do mesmo jeito que engolem a calcinha. Ela tremeu e gozou ali mesmo, na água, apertando os dedos dele com força. Quando voltaram para a toalha, a tanga estava completamente deslocada, quase inútil. Os lábios dela, vermelhos e inchados de tesão e sol, ficaram expostos por alguns segundos antes dela ajeitar o tecido. Rubens só sorriu, satisfeito. Naquela noite, no quarto do hotel, ele a fez ficar de quatro na cama e passou longos minutos só brincando com o “dote” dela — puxando, chupando, abrindo, passando a língua devagar entre os lábios grossos — antes de finalmente entrar nela e gozar fundo, vendo a porra escorrer aos poucos por aquela fenda generosa e bem aberta. Beth, ainda ofegante, olhou por cima do ombro e perguntou, rindo: — Amanhã a gente volta de tanguinha de novo? Rubens só respondeu mordendo uma das nádegas dela. — Com certeza.
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