MORDOMIA É ISSO, ARROMBANDO O MEU CUZINHO COM FORÇA
A segunda vez que Pedro me fodeu o cu foi dois dias depois. Meu marido ainda estava viajando. Eu não aguentei esperar. De manhã cedo, antes das crianças acordarem, chamei Pedro no quarto. Não teve conversa fiada. Eu já estava de quatro na cama, nua, com a bunda empinada e as mãos abrindo as nádegas. — Dessa vez não quero devagar — falei, olhando por cima do ombro. — Quero que você me foda de verdade. Como se eu fosse puta. Pedro não respondeu. Só tirou a roupa, subiu na cama e cuspiu direto no meu cu. Passou a saliva com dois dedos, abriu, meteu os dedos fundo e girou até eu gemer. Depois encaixou a cabeça grossa do pau e empurrou de uma vez. Dessa vez não teve paciência. Ele enterrou mais da metade num só movimento. Eu gritei alto, cravando a cara no travesseiro. Doía, queimava, mas era uma dor gostosa pra caralho. Pedro segurou minha cintura com força e foi fundo até o saco bater na minha bunda. — Aguenta — ele falou, a voz rouca. — Agora o cu da senhora vai ter que engolir tudo. E começou a meter. Não foi devagar. Foram estocadas pesadas, profundas, que faziam minha bunda bater contra o corpo dele com um barulho molhado e obsceno. Cada vez que ele puxava, meu cu fazia um barulhinho de sucção, como se não quisesse soltar aquele pau. Eu já estava escorrendo da xoxota, o mel descendo e lambuzando as bolas dele enquanto ele me fodia o cu sem piedade. — Isso… assim… fode mais forte, porra… Pedro puxou meu cabelo, forçando minha cabeça para trás, e meteu ainda mais fundo. A outra mão desceu e deu um tapa forte na minha bunda. Depois outro. Eu gemia alto, quase gritando, rebolando contra as estocadas. Ele começou a falar putaria baixinho, chamando meu cu de guloso, dizendo que eu tinha nascido pra levar pau grosso ali atrás. Em determinado momento ele tirou quase inteiro e socou de novo até o fundo. Eu gozei ali mesmo, tremendo, com o cu apertando o pau dele em espasmos. Ele não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, mais rápido, mais bruto. A cama batia na parede. Eu babava no travesseiro, os olhos revirando. Quando senti que ele estava perto, ele tirou o pau de repente, me virou de barriga para cima, dobrou minhas pernas contra o peito e enfiou de novo no cu, agora olhando na minha cara. As estocadas nessa posição eram ainda mais profundas. Eu conseguia ver o pau grosso desaparecendo dentro da minha bunda a cada investida. — Goza dentro — eu pedi, a voz falhada. — Enche meu cu de porra. Pedro rosnou, cravou os dedos nas minhas coxas e descarregou. Jatos quentes e fortes batendo lá no fundo. Eu gozei de novo só com a sensação de ser preenchida. Ele continuou metendo enquanto gozava, empurrando a porra ainda mais para dentro. Quando finalmente parou, ficou alguns segundos enterrado até o talo, ofegante. Depois tirou devagar. Meu cu ficou aberto, latejando, e um fio grosso de porra escorreu logo em seguida, descendo pela minha bunda e sujando o lençol. Pedro passou o dedo, juntou um pouco da porra que vazava e enfiou de volta dentro do meu cu. Depois levou o dedo sujo até minha boca. Eu chupei sem hesitar. — Amanhã a senhora vai sentir esse cu arder o dia inteiro — ele falou. Eu só sorri, ainda com as pernas abertas, sentindo a porra dele vazar aos poucos. — Então fode de novo agora. Quero arder de verdade. E ele fodeu. Dessa vez me colocou de lado, ergueu uma perna e meteu no cu com força, me masturbando a xoxota ao mesmo tempo. Gozei mais duas vezes antes de ele encher meu cu de porra outra vez. Quando as crianças acordaram, eu ainda estava na cama, de bruços, com a bunda vermelha de tapa, o cu latejando e a porra de Pedro escorrendo devagar entre minhas nádegas. Nunca mais pedi pra ele ir devagar. — A Castelhana Porto Alegre — RS
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