FUDENDO NOVAMENTE A EVANGÉLICA NINFETA, NUM MOTEL

O motel era barato, longe da cidade, quarto no fundo do corredor. Ana chegou com a mesma saia comprida e a blusa fechada até o pescoço, a Bíblia ainda dentro da bolsa. Mas os olhos já não eram os de antes. Havia uma fome nova neles.
Assim que a porta se fechou, eu a empurrei contra a parede. Beijei-a com força, a língua entrando fundo. As mãos dela tremeram ao abrir o cinto da minha calça. Dessa vez ela não hesitou: ajoelhou-se no carpete sujo e engoliu meu pau até a garganta, os olhos marejados, o nariz encostado na minha barriga. Babei escorria pelo queixo dela enquanto eu segurava o cabelo e fodia a boca devagar.
— Levanta.
Eu a joguei de bruços na cama. Levantei a saia, puxei a calcinha branca para o lado e enfiei de uma vez na buceta. Ela já estava encharcada. O gemido que saiu foi baixo, gutural. Comecei a meter com força, o colchão rangendo, a cabeça dela enterrada no travesseiro. A cada estocada o som molhado ecoava no quarto. Ana gozou rápido, as unhas arranhando o lençol, o corpo se contraindo em volta do meu pau.
Não parei.
Tirei, virei-a de quatro e espalhei saliva no cuzinho ainda meio inchado da última vez. A cabeça do pau pressionou. Ana arquejou, mas empurrou a bunda para trás, pedindo. Entrei devagar. O anel cedeu, quente e apertado, engolindo centímetro por centímetro até eu estar todo dentro. Ela soltou um gemido longo, quase um choro de prazer.
Comecei a foder o cuzinho com estocadas profundas e lentas. Uma das mãos desceu e esfregou o clitóris dela. Ana tremia inteira, a voz quebrada:
— Mais fundo… por favor…
Eu agarrei os quadris e acelerei. O pau entrava e saía do cuzinho com um barulho obsceno, as bolas batendo na buceta molhada. Ela gozou de novo, o corpo se contraindo tão forte que quase me tirou. Continuei metendo até sentir o orgasmo subir. Gozei fundo no cuzinho dela, enchendo, jatos quentes que escorreram quando eu puxei para fora.
Ana ficou de quatro, a bunda no ar, o cuzinho aberto e escorrendo sêmen, a buceta latejando. Respirava ofegante, o rosto virado para o lado, os cabelos colados na testa suada.
Eu me deitei ao lado dela. Sem dizer nada, ela subiu em cima de mim, segurou meu pau ainda meio duro e encaixou de novo na buceta. Começou a rebolar devagar, olhando nos meus olhos, a boca entreaberta.
— Ainda não acabou — sussurrou.
E não tinha acabado mesmo.
Ana continuou rebolando em cima de mim, a buceta quente e escorregadia engolindo o pau até o fundo. O sêmen que ainda escorria do cuzinho dela pingava nas minhas bolas. Eu segurei os seios pequenos por cima da blusa, apertando os mamilos duros enquanto ela gemía baixinho, os olhos semi-fechados.
— Mais rápido — ordenei.
Ela obedeceu. Os quadris subiam e desciam com mais força, o som molhado enchendo o quarto. A cada descida o pau sumia inteiro, o útero dela batendo na cabeça. Ana jogou a cabeça para trás, o cabelo solto caindo pelos ombros, e gozou de novo, a buceta se contraindo em espasmos ritmados. Eu aproveitei o aperto e empurrei o quadril para cima, fodendo-a por baixo enquanto ela ainda tremia.
Quando o orgasmo dela passou, eu a virei sem sair de dentro. Agora ela estava de quatro de novo, o rosto no travesseiro, a bunda erguida. Tirei o pau da buceta e enfiei direto no cuzinho ainda molhado de porra. Ana soltou um gemido longo e rouco. Dessa vez entrei fácil. Comecei a meter com força, as mãos agarrando a carne da bunda dela, abrindo as nádegas para ver o pau sumindo e reaparecendo.
— Fala — eu disse, estocando fundo. — Fala o que você quer.
— Quero… quero gozar de novo — ela sussurrou, a voz embargada. — Mete mais forte no meu cuzinho…
Eu acelerei. O quarto encheu do barulho de pele batendo em pele. Uma das mãos desceu e esfregou o clitóris inchado dela em círculos rápidos. Ana gritou no travesseiro, o corpo inteiro se contraindo. O cuzinho apertou meu pau como um torno e ela gozou hard, as pernas tremendo, o gozo escorrendo pela buceta e molhando minhas bolas.
Não aguentei. Empurrei até o fundo e gozei de novo dentro do cuzinho dela, gemendo baixo enquanto os jatos saíam. Fiquei parado alguns segundos, sentindo as contrações dela sugarem até a última gota.
Quando saí, o cuzinho ficou aberto, vermelho, escorrendo uma mistura branca e transparente. Ana caiu de lado, ofegante, as coxas sujas, a saia ainda amassada na cintura. Eu me deitei atrás dela, passei o braço pela cintura e enfiei dois dedos na buceta molhada, mexendo devagar.
Ela gemeu e empurrou o quadril contra minha mão.
— Ainda não chega — murmurou, a voz rouca de tanto gemer. — Quero sentir você de novo…
Eu sorri contra o pescoço dela, já sentindo o pau endurecer outra vez entre as nádegas.
— Então abre as pernas.
Ana obedeceu.

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Comentários


foto perfil usuario aventura.ctba

aventura.ctba Comentou em 01/09/2026

Amei seu conto amor, me deu muito tesão enquanto lia! Claro que teve meu voto! Postei um novo conto, adoraria um comentário seu e se gostar vote ok? bjinhos Ângela

foto perfil usuario klavfarbr

klavfarbr Comentou em 31/08/2026

Mais uma vez no cuzinho apertado da ninfeta evangélica na pressão 💘💘💘




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Ficha do conto

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mestrern

Nome do conto:
FUDENDO NOVAMENTE A EVANGÉLICA NINFETA, NUM MOTEL

Codigo do conto:
271123

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
31/08/2026

Quant.de Votos:
4

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