Juliana quase não dormiu. Passou a noite inteira sentindo a porra seca e pegajosa entre as nádegas, o cuzinho latejando e inchado. Marcos mal falou com ela. Apenas ficou de lado na cama, respirando pesado, sem tocá-la. De manhã, ele quebrou o silêncio: — Levanta. Vamos ao culto. E não ouse limpar nada. Juliana sentiu um frio na espinha. Obedeceu. Tomou um banho rápido, só passando o chuveiro por fora. A porra do estranho ainda estava lá dentro, grudada e escorrendo um pouco quando ela se movia. Colocou uma saia longa azul-clara (a preferida dela para ir à igreja), blusa branca comportada e uma Bíblia na mão. No carro, Marcos dirigia em silêncio. Juliana sentia a porra se remexendo a cada buraco da rua. Quando chegaram à igreja, ela estava com o rosto vermelho e as coxas úmidas. — Senta no banco da frente, do meu lado — ordenou Marcos baixinho. Durante o culto, Juliana não conseguia se concentrar. Enquanto Marcos pregava sobre “pureza e santidade”, ela sentia a porra do estranho lentamente escorrendo do cuzinho, molhando a calcinha e começando a manchar a parte de dentro da saia. Ela apertava as pernas com força, mas quanto mais apertava, mais a porra parecia vazar. Em determinado momento, durante um louvor, ela precisou se levantar para adorar. Ao ficar de pé, sentiu um fio grosso descer pela coxa interna. Olhou para baixo discretamente e viu uma pequena mancha úmida na saia. “Meu Deus… me perdoa”, pensou ela, mortificada. Marcos, do púlpito, olhava diretamente para ela enquanto pregava: — Irmãos, tem muita gente aqui que se diz crente durante o culto… mas vive uma vida de pecado escondido durante a semana. Deus vê tudo. Ele sabe quando alguém trai, quando alguém se entrega à luxúria. Juliana sentiu as lágrimas descerem. A porra continuava escorrendo. Ela imaginava que todos podiam sentir o cheiro de sexo vindo dela. Sentia-se a maior hipócrita do mundo. Após o culto, várias irmãs vieram cumprimentá-la: — Irmã Juliana, que benção ver você tão radiante hoje! Ela só conseguia sorrir fracamente, apertando as pernas, sentindo a porra do estranho molhando sua calcinha enquanto recebia abraços de pessoas da igreja. No caminho de volta para casa, Marcos finalmente falou: — Você sentiu ele escorrendo o tempo todo, não sentiu? — Sim… — respondeu ela, envergonhada. — Ótimo. Quero que você se lembre disso toda vez que pisar naquela igreja. Toda vez que cantar no louvor. Toda vez que orar. Chegando em casa, Marcos fechou a porta e falou com a voz firme: — Levanta a saia. Juliana obedeceu. A calcinha estava visivelmente manchada. Marcos olhou para o cuzinho inchado e para a porra ainda presente. — Ajoelha. Ela se ajoelhou no chão da sala. Marcos abriu o zíper da calça e tirou o pau (menor que o do estranho) já duro. — Chupa. Quero que você limpe sua boca de crente com o pau do seu marido depois de ter levado porra de outro no cu. Juliana, com lágrimas nos olhos, abriu a boca e chupou o marido com devoção humilhada. Enquanto chupava, Marcos segurava seus cabelos e falava: — Você é minha esposa… mas também é uma vadia. E eu vou te tratar como as duas coisas a partir de agora. Depois de gozar na boca dela, Marcos a fez deitar no sofá, levantou sua saia e ficou olhando para o cuzinho arrombado ainda sujo. — Amanhã tem culto de novo. E você vai com a mesma saia… sem calcinha. Juliana, destruída de vergonha, excitação e culpa, apenas assentiu: — Sim, meu marido… como você quiser.
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