A segunda encoxada aconteceu dois dias depois. Ela saiu da escola já com a intenção clara. No banheiro, antes de pegar o ônibus, puxou a calcinha de algodão para o meio da bunda, enfiando o tecido fino entre as nádegas até quase desaparecer. A saia plissada ficou ainda mais folgada por baixo, e cada passo fazia o ar frio tocar a pele descoberta. Sabia exatamente o que estava fazendo. O ônibus veio lotado, como sempre. Ela entrou e se enfiou no meio do corredor, de costas para a porta. Não demorou. Um jovem da escola vizinha — mais ou menos da mesma idade, uniforme diferente, cabelo bagunçado — se posicionou bem atrás dela. Não disfarçou. A mão dele desceu direto, apertou a bunda exposta e sentiu a calcinha enfiada. Um risinho baixo saiu da garganta dele. Os dedos dele puxaram o tecido ainda mais para o lado, abrindo espaço. A outra mão segurou a cintura dela por cima da saia enquanto o corpo se colava. Ela sentiu o pau dele já duro, esfregando entre as nádegas descobertas. Não era tímido como o primeiro. Esse apertava com vontade, o polegar entrando no meio da bunda, roçando o cu por cima da calcinha fina. Quando o ônibus freou, ele aproveitou. Dois dedos desceram, passaram pela fenda já molhada e entraram na buceta sem cerimônia, enquanto o pau continuava esfregando o cuzinho por cima do tecido. Ela mordeu o lábio e empurrou a bunda de volta, aceitando. Ele gemeu baixinho no ouvido dela e acelerou os dedos, metendo fundo no meio da multidão. No ponto dela, ele ainda deu uma última apertada forte antes de ela descer. A calcinha estava encharcada e torta, a saia marcada de umidade. Em casa, trancou o quarto de novo. Tirou a farda com pressa. A calcinha molhada caiu no chão. Pegou a escova de cabelo de cabo fino e liso que ficava em cima da cômoda. Deitou de costas primeiro. Passou o cabo pela buceta, enfiando devagar, sentindo o plástico frio abrir caminho. Começou a meter, fundo e ritmado, enquanto o polegar da outra mão girava no clitóris. Gozo número um veio rápido, as pernas tremendo, o cabo ainda enterrado. Virou de quatro. Puxou a bunda com uma mão e enfiou o mesmo cabo no cuzinho, bem devagar, até o meio. A outra mão voltou para a buceta, três dedos entrando com força. O contraste fez ela gozar de novo, gemendo alto no travesseiro, o corpo inteiro contraindo. Ainda não parou. Deitou de lado, o cabo agora alternando entre a buceta e o cu, entrando e saindo de um e depois do outro, enquanto os dedos esmagavam o clitóris. O terceiro orgasmo foi o mais longo. Ela gozou com os dois buracos sendo usados, o líquido escorrendo pela coxa, o corpo sacudindo até ficar mole na cama. Ficou ali, ofegante, o cabo ainda na mão, a buceta e o cu latejando, a mente voltando para os dedos do jovem no ônibus.
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