A TERCEIRA ENCOXADA E QUASE FLAGRADA PELO IRMÃO...
No dia seguinte ela saiu da escola sem calcinha. Tinha tirado no banheiro e guardado na mochila. A saia plissada balançava livre, a pele das nádegas e da buceta tocando o tecido a cada passo. O ônibus veio lotado. Ela se enfiou no meio do corredor e, como esperava, o homem coroa apareceu atrás dela. O mesmo do primeiro dia. A mão dele desceu rápido. Dessa vez não encontrou tecido nenhum. Os dedos grandes apertaram a bunda nua com força, abriram as nádegas e o polegar pressionou direto no cuzinho. Ele soltou um som baixo, quase um grunhido, quando sentiu a pele descoberta. Dois dedos desceram e entraram na buceta de uma vez, metendo fundo no meio da multidão. A outra mão segurou a cintura dela por cima da saia, puxando-a para trás, colando o pau duro entre as nádegas nuas. Ele se esfregou nela o caminho inteiro, os dedos fodendo a buceta sem parar, o polegar às vezes invadindo o cu. Quando ela desceu, as coxas estavam brilhando e a saia marcada por dentro. Em casa trancou o quarto, tirou a farda e se jogou na cama. Dessa vez não precisou de aquecimento. Três dedos entraram de imediato, metendo com vontade, o polegar no clitóris. Gozo rápido. Virou de quatro, enfiou o cabo da escova no cu e os dedos na buceta de novo. Segundo orgasmo logo em seguida. Continuou se acabando, o corpo já tremendo, quando ouviu a porta do quarto ao lado abrir. O irmão. Ela congelou por um segundo, o cabo ainda enterrado no cu, os dedos dentro da buceta, as pernas abertas. Ouviu os passos no corredor. O coração disparou. Rápido demais, puxou o cabo, puxou a mão, puxou o lençol por cima do corpo. A porta do quarto dela foi empurrada de leve. — Tá aí? — a voz dele soou do corredor. Ela respondeu com a voz embargada, ainda ofegante: — Tô… tô deitada. Ele ficou mais dois segundos parado do outro lado da porta e depois se afastou. Ela só soltou o ar quando ouviu a porta do banheiro fechar. O coração ainda batia forte. A buceta e o cu continuavam latejando. Assim que teve certeza de que ele tinha ido, puxou o lençol de novo, enfiou os dedos de volta e terminou o que tinha começado, gozando pela terceira vez com a mão na boca para não fazer barulho.
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