A DAMA DO LOTAÇÃO: FUDIDA POR DOIS MENDIGOS NO TERRENO BALDIO
Era final de tarde quando Solange decidiu cortar caminho. O ônibus tinha atrasado. Em vez de esperar o próximo, ela desceu dois pontos antes e entrou pelo terreno baldio que ligava as duas ruas. Mato alto, entulho, cheiro de terra queimada e lixo. O vestido era curto, de tecido fino. Sem calcinha, como sempre. A buceta ainda sensível do encontro da manhã. Eles apareceram do mato. Dois homens. Sujo, barba por fazer, roupas rasgadas, cheiro forte de suor antigo, álcool barato e terra. Um era mais baixo, ombros largos, dentes faltando. O outro, mais alto, magro, olhos vermelhos. Olharam para ela e se entreolharam. Não precisaram falar muito. — Olha só… — murmurou o mais baixo. — A putinha sozinha. Solange parou. O coração acelerou, mas as pernas não se mexeram para correr. O mais alto se aproximou rápido, agarrou o braço dela e puxou. O outro fechou o cerco. Em segundos ela estava no chão de terra batida, o vestido sendo puxado para cima. O mais baixo rasgou a blusa com uma puxada só. Os seios saltaram livres. O outro já tinha a mão entre as pernas dela, encontrando a buceta molhada. — Tá pingando, a vadia — riu ele. — Já veio pronta. Não houve conversa depois disso. O mais baixo abriu a calça suja e tirou o pau: grosso, escuro de sujeira, cheiro forte. Ajoelhou-se entre as pernas dela e enfiou de uma vez, fundo, até o saco. Solange gritou. Ele fodeu com força, as mãos grandes segurando os quadris dela contra a terra. O mais alto se ajoelhou perto da cabeça, agarrou o cabelo e enfiou o pau na boca dela. O gosto era de suor e mijo antigo. Solange engasgou, mas ele não tirou. Fodeu a garganta com estocadas curtas enquanto o outro metia na buceta com violência. Os dois se revezaram. O mais alto tirou da boca e foi para a buceta. O mais baixo fez ela chupar o pau ainda molhado dela mesma. Depois viraram Solange de quatro na terra. Um meteu por trás, o outro na boca. O barulho era obsceno: o som molhado da buceta sendo aberta, o engasgo dela, os gemidos roucos dos dois homens. O mais baixo gostava de bater. Deu palmadas fortes na bunda, depois nas coxas, depois seco na buceta quando o outro tirava. Solange gritava, a face suja de terra e saliva. Eles gozaram nela sem piedade. O mais baixo gozou primeiro, enterrado fundo na buceta, enchendo-a com jatos quentes e espessos. Tirou o pau e ainda passou a cabeça no rosto dela, deixando mais porra. O mais alto a virou de quatro de novo, meteu no cu (só com a saliva e o líquido que já escorria) e gozou dentro com um gemido longo. Depois puxou para fora e terminou no rosto dela, cobrindo a boca, o queixo e uma das bochechas. Quando terminaram, Solange ficou caída no meio do mato. Nua da cintura para cima, o vestido rasgado e erguido, a buceta e o cu abertos e escorrendo, o rosto coberto de sêmen e terra. Os dois homens ajeitaram as calças, cuspiram no chão e foram embora pelo mato sem olhar para trás. Ela ficou ali por longos minutos, o peito subindo e descendo rápido, o corpo inteiro tremendo. Depois se levantou devagar. O sêmen escorria pelas coxas, misturado com terra. Puxou o que restava do vestido para baixo, nem tentou limpar o rosto, e saiu cambaleando do terreno baldio. Na rua, as pessoas olhavam. Uma mulher desviou o olhar com nojo. Um homem parou e ficou encarando. Solange passou por eles com as pernas abertas, o cheiro de sexo e sujeira impregnado na pele, e continuou andando. Chegou em casa quando já estava escuro. A empregada já tinha saído. Subiu direto para o banheiro, mas não se lavou de imediato. Ficou olhando o próprio rosto no espelho: sujo de terra e porra, os olhos vermelhos, a boca inchada. Depois desceu a mão entre as pernas, sentiu o quanto ainda estava aberta e escorrendo, e se masturbou ali mesmo, em pé, gozando mais uma vez com o gosto dos dois mendigos ainda na língua. Alberto continuava debaixo da terra. E ela, cada dia mais longe de qualquer coisa que um dia tivesse sido.
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