A IRMÃ REBECA: LEVANDO A SOBRINHA PARA SER DESVIRGINADA
Rebeca chegou ao presídio com a sobrinha ao lado. Larissa tinha acabado de completar 18 anos. Cabelo longo, rosto ainda de menina, corpo de mulher. Vestia uma saia modesta e uma blusa fechada, exatamente como a tia mandou. Olhava para tudo com uma mistura de medo e curiosidade que Rebeca conhecia bem. — Fica calada e faz o que eu disser — murmurou Rebeca no corredor. — Hoje você deixa de ser virgem. O diretor as viu entrar e apenas assentiu. Já sabia. Já tinha combinado. Na sala de culto, Silvio, Marcos e Diego esperavam. Quando a porta se trancou, Rebeca não perdeu tempo. Tirou o próprio vestido primeiro, ficando nua, e depois virou-se para a sobrinha. — Tira a roupa. Larissa hesitou. Rebeca puxou a blusa dela para cima e desabotoou a saia. Em segundos a menina estava só de calcinha. Rebeca puxou a calcinha para baixo e a fez subir na mesa de culto, deitada de costas, pernas abertas. — Olhem bem — disse para os três presos. — Virgem. Intacta. E vai deixar de ser agora. Silvio se aproximou primeiro. Passou a cabeça do pau molhado na boceta apertada de Larissa, que tremia e segurava a beirada da mesa. Rebeca segurou a mão da sobrinha. — Respira. Vai doer um pouco. Depois passa. Silvio empurrou. Larissa soltou um gemido agudo quando a resistência cedeu. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro. O sangue misturou com o lubrificante natural. Rebeca passou a mão no cabelo da sobrinha enquanto Silvio começava a meter com mais força. — Isso… deixa ele te foder. Você é mulher agora. Marcos se posicionou na frente e enfiou o pau na boca de Larissa. Ela engasgou, os olhos marejados, mas Rebeca segurou a cabeça dela e a fez engolir. Diego ficou ao lado, se masturbando, esperando a vez. Quando Silvio gozou dentro da boceta recém-desvirginada, puxou para fora e deu lugar a Diego. Diego entrou de uma vez, mais bruto, segurando as coxas da menina abertas. Rebeca subiu na mesa também, ajoelhou-se sobre o rosto da sobrinha e sentou a boceta nela. — Chupa a tia enquanto eles te usam. Larissa obedeceu, a língua inexperiente lambendo enquanto Diego a fodia sem piedade. Marcos gozou na boca dela logo depois. Diego terminou dentro. Silvio, já recuperado, a virou de quatro e enfiou de novo, dessa vez mais fundo, enquanto Rebeca se masturbava ao lado, gozando com os dedos ao ver a sobrinha sendo arrombada. No final, os três gozaram na cara e nos seios de Larissa. A menina estava suada, o cabelo grudado, a boceta vermelha e escorrendo sangue e porra. Rebeca a beijou na boca, lambendo o gosto dos homens. — Agora você sabe o que é ser fodida de verdade. Elas se vestiram em silêncio. Larissa mal conseguia andar direito. No corredor, o diretor as esperava com aquele sorriso sujo. — Sala. As duas. Agora. Rebeca apenas assentiu. A dualidade dentro dela estava quieta pela primeira vez. Não havia mais conflito. Só a certeza de que tinha passado adiante exatamente o que ela mesma era.
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