O motorista de novo Duas semanas depois, Solange pegou o mesmo ônibus no último horário. Era o mesmo motorista gordo. Ele a viu pelo retrovisor e sorriu de canto. No ponto final, ela não precisou falar. Ele já tinha baixado o banco. Solange subiu na cabine, virou de costas, ergueu a saia e sentou. O pau dele entrou fácil — ela já estava escorrendo. Desta vez ele meteu o dedo no cu desde o começo, enquanto ela cavalgava. Solange rebolava com força, a buceta engolindo o pau grosso, o dedo dele enterrado no ânus até a raiz. Ele a puxou para trás, mordeu o ombro dela e gozou fundo. Solange sentiu o sêmen quente enchendo. Continuou sentando até gozar também, o corpo inteiro tremendo na cabine apertada. Quando desceu, as pernas bambas, o sêmen escorrendo até a meia, ela olhou para o motorista e falou só: — Amanhã de novo. Ele acenou com a cabeça, ainda ofegante, o pau molhado descansando na coxa.
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