MORDOMIA É ISSO, O MARIDO FOI VIAJAR E PEDIU PARA ELE FICAR DE OLHO NELA E TOMAR CONTA DE TUDO...

Dois dias depois, meu marido anunciou que precisaria viajar de novo. Três noites fora.
Na manhã da partida, enquanto eu ainda estava de roupão na cozinha, ele chamou Pedro no corredor. Eu escutei trechos da conversa sem querer.
— Pedro, cuida bem da casa e das crianças… e fica de olho na minha mulher. Qualquer coisa estranha, me liga. Ela andou meio diferente esses dias.
Pedro respondeu com aquela voz servil de sempre:
— Pode deixar, senhor. Vou cuidar dela como se fosse da família.
Meu marido nem desconfiou do duplo sentido.
Quando o carro saiu do portão, eu ainda estava na cozinha. Pedro entrou, fechou a porta e veio direto até mim. Sem falar nada, me beijou com força, apertou minha bunda por cima do roupão e sussurrou no meu ouvido:
— O senhor pediu para eu cuidar bem da senhora… e ficar de olho.
Eu ri, já molhada.
— E o que você pretende fazer com esse pedido?
Pedro abriu meu roupão, ajoelhou na minha frente, puxou a calcinha para o lado e passou a língua inteira na minha xoxota. Depois subiu, me virou de costas contra a pia e falou baixo, enquanto enfiava dois dedos em mim:
— Vou cuidar tão bem que a senhora não vai conseguir andar direito quando ele voltar.
Naquela mesma noite, depois de colocar as crianças para dormir, Pedro subiu para o meu quarto pela primeira vez com o marido fora da cidade. Não teve pressa. Me beijou demorado, me chupou até eu gozar na boca dele, depois me colocou de quatro na cama.
Antes de meter, ele se deitou ao meu lado, passou a mão na minha bunda e falou, quase rindo:
— Sabe o que o senhor me pediu hoje de manhã? “Fica de olho na minha mulher. Cuida dela.” Eu respondi que ia cuidar como se fosse da família.
Ele se posicionou atrás de mim, encaixou a cabeça grossa do pau no meu cu ainda sensível e empurrou fundo de uma vez. Eu gemi alto, cravando os dedos no lençol.
— Então é isso que ele chama de cuidar? — consegui falar, ofegante.
Pedro começou a meter com força, segurando minha cintura.
— É. Vou cuidar do cu da senhora todas as noites enquanto ele estiver fora. Vou encher de porra. Vou deixar a senhora andando torta. E quando ele voltar, vou olhar na cara dele e dizer que cuidei muito bem da esposa.
As estocadas ficaram mais pesadas. O barulho molhado do meu cu engolindo o pau dele enchia o quarto. Eu rebolava para trás, pedindo mais.
— Conta… conta de novo o que ele falou — pedi, já perto de gozar.
Pedro puxou meu cabelo, forçou minha cabeça para trás e meteu fundo:
— Ele falou: “Fica de olho nela.” Enquanto eu estou com o pau enterrado no cu da mulher dele. “Cuida bem dela.” Enquanto eu estou enchendo o cu dela de porra.
Eu gozei ali mesmo, tremendo, o cu apertando o pau dele com força. Pedro não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, falando putaria no meu ouvido:
— Amanhã de manhã a senhora vai tomar café com as crianças sentada em cima da minha porra. E eu vou servir a mesa como se nada tivesse acontecido. Como um bom empregado que só está cuidando da esposa do patrão.
Ele gozou pouco depois, enterrado até o talo, descarregando jato atrás de jato dentro do meu cu. Quando tirou, a porra escorreu grossa. Pedro passou o dedo, empurrou de volta para dentro e se deitou ao meu lado.
Passei a noite inteira com ele na minha cama. Ele me comeu mais duas vezes. Uma na xoxota, outra de novo no cu. Dormimos abraçados, o pau dele semi-duro encostado na minha bunda, ainda suja da porra dele.
No dia seguinte, quando as crianças acordaram, Pedro já estava de uniforme na cozinha, preparando o café como se nada tivesse acontecido. Eu desci de roupão, sentei à mesa e senti a porra dele escorrer um pouco quando me acomodei na cadeira.
Ele me serviu o café, olhou nos meus olhos e falou baixo, só para mim:
— O senhor pediu para eu cuidar bem da senhora. Estou só cumprindo ordens.
Eu apertei as coxas, senti o cu latejar e respondi no mesmo tom:
— Então continua cumprindo. Todas as noites.
Pedro sorriu aquele sorriso discreto de sempre e voltou a servir as crianças como o empregado perfeito que o meu marido achava que ele era.
— A Castelhana
Porto Alegre — RS

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Nome do conto:
MORDOMIA É ISSO, O MARIDO FOI VIAJAR E PEDIU PARA ELE FICAR DE OLHO NELA E TOMAR CONTA DE TUDO...

Codigo do conto:
272498

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
17/09/2026

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