O DIRETOR DESCOBRIU O QUE A IRMÃ REBECA IA FAZER NO PRESÍDIO E SE APROVEITOU
Naquele dia, Rebeca saiu da sala de culto com o corpo ainda latejando. Os três presos tinham a usado bem — boca, boceta e cu —, e ela carregava o cheiro deles por baixo do vestido longo. O coque estava perfeito. A Bíblia, debaixo do braço. O sorriso, no lugar. O diretor a esperava no corredor. — Irmã Rebeca. Pode vir até a minha sala um momento? A voz era calma, educada. Mas os olhos não. Ela seguiu. Quando a porta se fechou atrás dela, ele não convidou para sentar. Ficou em pé, atrás da mesa, e abriu uma pasta. — Eu sei o que você faz lá dentro. Rebeca sentiu o estômago apertar, mas o rosto permaneceu sereno. — Não entendi, diretor. Ele tirou do envelope três fotos tiradas por uma câmera escondida. Nela de quatro em cima da mesa de culto. Nela ajoelhada, com a boca aberta. Nela sendo penetrada pelos dois lados ao mesmo tempo. — Eu sei. E você sabe que eu sei. O silêncio ficou pesado. Rebeca engoliu em seco. A dualidade dentro dela se agitou: a religiosa sentiu pânico; a outra, um calor sujo subindo entre as pernas. — O que o senhor pretende fazer? — perguntou, a voz baixa. O diretor rodeou a mesa e parou na frente dela. Cheirou o ar perto do pescoço dela, como quem confirma uma suspeita. — Pretendo me aproveitar. Você continua vindo. Continua “evangelizando”. E, de vez em quando, passa aqui na minha sala depois. Sem discussão. Sem negociação. Ele desceu o zíper da calça. O pau já estava duro. — Ajoelha. Rebeca hesitou só um segundo. Depois se ajoelhou no carpete do escritório. Ele agarrou o coque dela e puxou a cabeça para frente, enfiando o pau na boca de uma vez. Ela engasgou, os olhos marejados, mas não recuou. Ele meteu fundo, usando a garganta dela como quisesse, sem pressa e sem carinho. — Você gosta disso, não gosta? — ele rosnou. — Gosta de se fazer de santa e depois engolir porra de preso. Agora vai engolir a minha. Quando a boca dela já estava babada e inchada, ele a puxou pelo cabelo, virou-a de costas contra a mesa e ergueu o vestido. Tirou a calcinha dela com um puxão e enterrou o pau na boceta de uma estocada só. Rebeca soltou um gemido abafado, as mãos apertando a beirada da mesa. Ele fodeu com força, segurando os quadris dela, batendo a pélvis com estalos úmidos. De vez em quando parava fundo e girava o pau dentro dela, só para ouvi-la tremer. — Da próxima vez que você for lá dentro, lembra que eu posso te denunciar a qualquer hora. Ou posso te foder aqui de novo. Você escolhe como prefere continuar. Rebeca gemiu mais alto quando ele acelerou. O orgasmo veio sujo, misturado com vergonha e alívio. Ele gozou logo depois, enterrado até o fundo, enchendo ela. Quando terminou, puxou para fora, limpou o pau no tecido do vestido dela e arrumou a roupa. — Pode ir. E volta semana que vem. Rebeca se endireitou. Puxou a calcinha, ajeitou o vestido, reconstruiu o coque com as mãos ainda trêmulas. Pegou a Bíblia. Na porta, ele falou mais uma vez: — E limpa essa cara. Ainda tem cara de quem acabou de levar porra. Ela saiu sem responder. No corredor, o sorriso manso voltou ao lugar. Por dentro, as duas vozes brigavam: uma gritando que agora estava presa de verdade; a outra, já molhada de novo, sussurrando que talvez fosse exatamente isso que ela sempre quis.
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