MORDOMIA É ISSO, TRANSANDO COM OS DOIS NO MESMO DIA...
Naquela mesma noite, depois do jantar, meu marido veio atrás de mim no quarto. Eu tinha acabado de colocar as crianças para dormir. Ainda sentia a porra de Pedro escorrendo devagar dentro do meu cu toda vez que andava. A calcinha estava úmida e o ardor gostoso não tinha passado. Ele me abraçou por trás, beijou meu pescoço e falou baixo: — Você ficou estranha o dia inteiro. Aconteceu alguma coisa? — Nada — respondi, rebolando de leve contra ele. — Só estou com vontade de você. Não foi mentira. Estava com vontade. Mas era uma vontade suja, misturada com a sensação de ainda estar marcada pelo pau do criado. Meu marido me virou, me beijou e começou a tirar minha roupa. Quando ficou só de calcinha, ele deslizou a mão por baixo e sentiu o tecido molhado. — Nossa… você está encharcada. Eu só gemi. Ele puxou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos na minha xoxota. Estava molhada demais. Parte era tesão. Parte ainda era o resto do que Pedro tinha deixado em mim mais cedo. Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e começou a me chupar. Eu fechei os olhos e imaginei que era a língua de Pedro. Quando ele subiu e encaixou o pau na minha entrada, eu estava tão escorregadia que ele entrou inteiro de uma vez só. Meu marido não é pequeno, mas depois do pau de Pedro… era diferente. Eu sentia ele dentro de mim e, ao mesmo tempo, sentia o cu ainda aberto e sensível, com a porra do criado escorrendo um pouco a cada estocada. Ele começou a meter com vontade, acharando que o meu tesão era só por ele. Eu rebolava, gemia alto, cravava as unhas nas costas dele. A cada investida, um pouco da porra de Pedro vazava do meu cu e molhava o lençol por baixo. Em determinado momento ele falou, ofegante: — Nossa, você está diferente hoje… mais apertada… mais molhada… Eu ri baixo, puxei a cabeça dele para perto e sussurrei no ouvido: — Então fode mais forte. Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais pesadas. Eu gozei primeiro, apertando o pau dele, pensando no momento em que Pedro tinha me comido no banheiro enquanto meu marido estava do outro lado da porta. O orgasmo foi tão forte que minhas pernas tremeram. Meu marido gozou pouco depois, enterrado fundo, gemendo meu nome. Eu senti o sêmen dele misturando com o que ainda restava dentro de mim. Quando ele tirou, um fio branco escorreu da minha xoxota… e outro, mais grosso e já um pouco seco, desceu do meu cu. Ele não viu. Deitou ao meu lado, ofegante, satisfeito, e me puxou para o peito. — Gostei de você assim — falou, beijando minha testa. — Mais solta… mais puta. Eu sorri no escuro, apertei as coxas e senti a mistura das duas porras escorrendo entre minhas nádegas. — Então me fode assim mais vezes — respondi. Ele riu, achando que era só brincadeira. Eu fechei os olhos e já estava pensando no dia seguinte. Em como ia chamar Pedro de novo assim que meu marido saísse. Em como ia pedir para ele me comer no cu outra vez… e deixar ainda mais porra para eu carregar enquanto transava com o marido à noite. A cama cheirava a sexo. Eu cheirava a dois homens. E dormi com um sorriso no rosto. — A Castelhana Porto Alegre — RS
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