Quando meus olhos pousaram sobre o membro dele, fiquei petrificada. Vocês não imaginam meu desconcerto. Eu não fazia ideia de que pudesse existir um pau daquelas proporções. Só conhecia o do meu marido, que até então julgava normal. Aquele exemplar que eu tinha nas mãos era o triplo do dele. Só consegui balbuciar uns elogios tímidos. Não tive coragem de deixar que me penetrasse. Ele me arrebentaria. Morria de vontade, mas não tinha coragem. Disse a ele que teria de se contentar com uma roçadinha. Era um belíssimo membro: comprido, grosso, com uma glande bem feita. Puxei-o para que se esfregasse nos meus seios. Depois levei-o para baixo, para roçar nos meus pelos e no clitóris. Ficamos assim por longos minutos. Ele se esfregava devagar, sujando minha xoxota com o líquido que já escorria da cabeça daquele monstro. Eu gemia baixo, rebolava, abria mais as pernas, mas cada vez que a glande se encaixava na entrada eu recuava com medo. Pedro, paciente como sempre, não forçava. Só continuava roçando, me beijando o pescoço, apertando meus peitos, me deixando cada vez mais molhada e desesperada. Até que não aguentei mais. — Mete — eu sussurrei, a voz embargada. — Devagar… por favor… devagar. Ele se posicionou entre minhas pernas. Segurei o pau dele com as duas mãos e fui eu mesma quem encostou a cabeça enorme na minha entrada. Estava tão molhada que o líquido já escorria pelo racha da bunda. Mesmo assim, a glande mal cabia. Pedro empurrou um centímetro. Eu abri a boca num gemido agudo. Outro centímetro. A ardor foi imediato. Queimava. Parecia que ele ia me rasgar ao meio. — Para… para um pouco… Ele parou, todo dentro de mim só com a cabeça, latejando. Fiquei respirando fundo, tentando me acostumar com a invasão. Nunca tinha me sentido tão esticada. Meu marido era normal; aquilo ali era outra coisa. Quando o ardor diminuiu um pouco, balancei a cabeça. — Pode… pode ir. Pedro começou a entrar aos poucos, com uma paciência de santo. Cada centímetro era uma luta. Eu cravava as unhas nas costas dele, mordia o ombro, gemia contra o peito suado. Quando ele finalmente enterrou tudo, até o saco bater na minha bunda, eu já estava chorando. Não de dor exatamente — era uma mistura estranha de dor e um prazer tão fundo que me assustava. Ele ficou quieto alguns segundos, me beijando o rosto. — A senhora está bem? — Tá… tá inteiro dentro? — perguntei, incrédula. — Todo. Comecei a rir e chorar ao mesmo tempo. Ele começou a se mexer. Devagar no início, longas estocadas que me faziam sentir cada veia, cada saliência daquele pau absurdo. Depois foi acelerando. O barulho molhado encheu o quarto. Eu já não conseguia ficar quieta. Rebolava contra ele, abrindo mais as pernas, pedindo mais fundo mesmo quando doía. O prazer tinha engolido o medo. Gozei primeiro. Um orgasmo violento, que me fez tremer inteira e esguichar em volta do pau dele. Pedro rosnou e começou a meter com mais força. As estocadas agora eram profundas, pesadas, faziam a cama bater na parede. Eu gozei de novo, e mais uma vez, até perder a conta. Quando ele finalmente gozou, enterrou até o fundo e descarregou um jato quente atrás do outro dentro de mim. Senti cada pulsar. Parecia que não ia acabar nunca. Ele desabou ao meu lado, ofegante. O pau ainda semi-duro escorregou para fora, trazendo junto um fio grosso de porra que escorreu pela minha bunda e molhou o lençol. Ficamos em silêncio por um tempo. Eu estava destruída. A xoxota latejava, aberta, sensível demais. Mas não acabou ali. Poucos minutos depois ele já estava duro de novo. Dessa vez me virou de quatro. A segunda penetração doeu menos. Eu já estava aberta e ensopada da porra dele. Ele meteu com mais vontade, segurando minha cintura, me puxando contra as estocadas. Gozei gritando com a cara enfocada no travesseiro. Pedro gozou de novo dentro, ainda mais abundante que da primeira vez. Depois disso, perdi qualquer pudor que ainda restava. Naquela madrugada ele me comeu mais duas vezes. Uma delas me fez sentar em cima, e eu mesma fui descendo aos poucos naquele pau até sentir ele bater no fundo do meu útero. Chorei de prazer. Outra vez ele me comeu de lado, com uma das minhas pernas erguidas, metendo devagar enquanto me masturbava o clitóris com o dedo. Gozei tão forte que cheguei a ter câimbra na coxa. Quando o sol começou a clarear, eu estava estendida na cama, pernas abertas, a xoxota vermelha, inchada e escorrendo a mistura dos nossos gozos. Pedro, ainda nua, limpava com a língua o que tinha vazado de dentro de mim. Eu só conseguia passar a mão nos cabelos dele e gemer baixinho. Desde aquela noite, nunca mais consegui olhar para o meu marido da mesma forma. Pedro virou meu vício. Nos dias em que meu marido viaja, ele dorme na minha cama. Nos dias em que o marido está em casa, a gente se pega no banheiro, na despensa, no quarto de empregada, em qualquer lugar. Já chupei aquele pau até o fundo da garganta. Já sentei nele até não aguentar mais. Já pedi para ele gozar na minha cara, nos meus peitos, dentro do meu cu. E cada vez que ele enfia tudo, eu ainda sinto o mesmo ardor gostoso da primeira noite. Como se o corpo dele nunca fosse caber de verdade dentro do meu — e mesmo assim eu sempre peço mais. Engoli metros, quilômetros de Pedro. E não pretendo parar. — A Castelhana Porto Alegre — RS
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