NINFETA EVANGÉLICA PROVOCA O VIZINHO E ELE FODE COM ELA...
Larissa tinha dezoito anos completos havia três meses. Morava com a mãe na casa ao lado da de Roberto há quase dois anos. Toda domingo de manhã ela saía de casa de vestido longo, Bíblia na mão, cabelo preso e rosto limpo, indo para o culto. À noite, porém, a história era outra. Roberto tinha trinta e oito anos, divorciado, e morava sozinho. Trabalhava em casa a maior parte do tempo. E notava tudo. Notava quando Larissa, depois do culto, tirava o vestido comprido e ficava só de shortinho e camiseta larga, sem sutiã. Notava quando ela regava as plantas da calçada de propósito, inclinando o corpo para que os seios pesados balançassem. Notava quando ela abria a janela do quarto e ficava de costas, de quatro na cama, mexendo no celular, o short enfiado entre as nádegas. Naquela quinta-feira o calor estava absurdo. Roberto estava no quintal, regando as plantas, quando ouviu a voz dela: — Tio Roberto… Ele se virou. Larissa estava do outro lado do muro baixo, de camiseta branca molhada de suor, colada no corpo. Os mamilos escuros marcavam o tecido. O short jeans era tão curto que a parte de baixo da bunda aparecia. — O que foi, Larissa? Ela mordeu o lábio inferior, fingindo timidez. — A torneira da cozinha estragou de novo. A mãe só chega mais tarde… o senhor pode olhar? Roberto hesitou só um segundo. Depois atravessou o portãozinho. Dentro da casa dela o ar estava quente e parado. Larissa andava na frente, rebolando de propósito. Na cozinha, ela se inclinou sobre a pia, o short subindo ainda mais. — É aqui, ó… Ele se aproximou por trás para ver a torneira. O cheiro dela — sabonete barato e suor leve — subiu. Larissa empurrou a bunda para trás, encostando de leve no volume que já crescia na calça dele. — Desculpa… — murmurou, sem se afastar. Roberto segurou a pia com as duas mãos, um de cada lado do corpo dela. — Você sabe exatamente o que está fazendo. Ela olhou por cima do ombro, os olhos brilhando de provocação. — Eu só pedi ajuda… Eu sou uma menina de Deus. — Menina de Deus não fica esfregando a bunda no pau do vizinho. Larissa virou o corpo devagar, ficando de frente para ele. Sem dizer nada, puxou a própria camiseta para cima e tirou. Os seios jovens, firmes, mamilos escuros e duros, ficaram à mostra. Depois desceu o short e a calcinha de uma vez só. Ficou nua na cozinha, pernas ligeiramente abertas, a buceta lisa e já brilhando de vontade. — Então me corrige — sussurrou. — Me castiga por ser pecadora. Roberto não aguentou. Agarrou o cabelo dela e a puxou para um beijo bruto. A língua dele invadiu a boca dela enquanto uma das mãos descia direto entre as pernas, dois dedos entrando de uma vez na buceta molhada. Larissa gemeu alto contra a boca dele. — Porra… você tá encharcada. Ele virou ela de frente para a pia, abriu as nádegas e enfiou a cabeça do pau. Larissa arqueou as costas e soltou um grito abafado quando ele enterrou tudo de uma vez. O pau grosso abriu a buceta apertada dela até o fundo. — Isso… assim… — ela gemia, batendo a mão na pia. — Me fode, tio… me fode gostoso… Roberto segurou os quadris dela com força e começou a meter fundo, sem piedade. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. O som molhado de pele batendo em pele enchia a cozinha. Larissa empurrava para trás, pedindo mais, a voz já sem nenhum vestígio de santidade. Ele puxou o cabelo dela para trás, arqueando o corpo, e meteu ainda mais fundo. — Fala. Fala o que você quer. — Quero que o senhor goze dentro… enche essa buceta de porra… eu mereço… Roberto tirou o pau, virou ela de frente, ergueu uma das pernas dela e enfiou de novo. Agora metia olhando no rosto dela. Larissa estava vermelha, boca aberta, olhos vidrados de prazer. Ele chupou um peito enquanto fodía, mordendo o mamilo. Ela gozou primeiro, apertando o pau dele por dentro, gemendo o nome dele baixo e desesperado. Roberto não aguentou muito depois. Enterrou até o fundo e gozou em jatos quentes, enchendo a buceta dela. Quando saiu, a porra escorreu lenta pela coxa interna dela. Larissa ainda tremia, apoiada na pia, o cabelo bagunçado, o rosto de quem tinha acabado de cometer o pecado que tanto provocava. Ela olhou para ele e sorriu, sem nenhum arrependimento. — Domingo eu vou pro culto… mas segunda o senhor pode vir de novo. Roberto passou o polegar pela buceta inchada dela, empurrando um pouco da porra de volta para dentro. — Pode deixar. Eu venho.
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