Ela estava só de camiseta larga e aberta na frente quando a campainha tocou. Por baixo, nada. A buceta já úmida só de ouvir a moto parar em frente de casa. O marido abriu a porta e ficou de lado. O entregador, um rapaz moreno de uns vinte e oito anos, segurou a sacola de comida. Os olhos desceram na mesma hora para as coxas nuas dela e travaram na fenda que aparecia quando ela se mexia. — Entra — disse o marido. — Pode deixar a comida na mesa. O rapaz entrou. A porta se fechou. Ela se virou de costas, a camiseta subiu sozinha. As nádegas e a buceta ficaram completamente expostas. O marido ergueu a camiseta até os seios e a virou de frente para o entregador. — Abre as pernas. Ela obedeceu. A buceta depilada, já brilhante, ficou à mostra. O marido passou dois dedos, abriu os lábios dela e mostrou o clitóris inchado. — Pode usar a boca primeiro. O entregador se ajoelhou sem hesitar. A língua quente passou devagar pela fenda, subiu até o clitóris e começou a chupar com vontade. Ela gemeu, as mãos nos cabelos dele. Ele enfiou a língua dentro, depois voltou a sugar o clitóris enquanto dois dedos entravam fundo. O marido observava, o pau já duro na mão. — Faz ela gozar na sua boca. O rapaz acelerou. A língua e os dedos trabalhavam juntos. Em poucos minutos ela gozou forte, a buceta pulsando, molhando o rosto dele. Ele continuou lambendo até ela parar de tremer. Depois se levantou, abriu a calça e tirou o pau grosso e duro. O marido a virou de costas de novo e a fez se curvar sobre a mesa. — Agora fode. O entregador encaixou a cabeça do pau nos lábios molhados e enterrou tudo de uma vez. Ela gemeu alto. Ele começou a meter com força, as mãos segurando a cintura dela, o pau sumindo até o fundo. O som molhado de pele batendo encheu a cozinha. O marido se aproximou, enfiou o próprio pau na boca dela e os dois metiam ao mesmo tempo. Ela gozou de novo, a buceta apertando o pau do entregador. Ele não aguentou: enterrou fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo ela. O marido gozou logo em seguida, na boca dela. O entregador saiu devagar, um fio grosso de porra escorrendo pela coxa dela até o chão. Ajeitou a calça com as mãos trêmulas, ainda ofegante. O marido limpou a buceta dela com dois dedos e mostrou a mistura para o rapaz. — Semana que vem pede de novo. E traz um amigo.
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Amei seu conto amor, me deu muito tesão enquanto lia! Claro que teve meu voto!
Postei um novo conto, adoraria um comentário seu e se gostar vote ok? bjinhos Ângela
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