DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A INICIAÇÃO DE SUELEN...
Na manhã do dia marcado, Suelen acordou cedo. Tomou um banho longo, depilou-se completamente (algo que quase nunca fazia), escolheu uma lingerie branca simples por baixo da saia longa e blusa comportada. Olhou-se no espelho por um longo tempo. — Você é uma mulher casada… mãe… líder da igreja… — murmurou para si mesma. — O que você está fazendo? Mas o corpo traía. A boceta estava molhada desde que acordou. Ela passou a mão por baixo da saia e sentiu a calcinha úmida. Antes de sair de casa, escreveu um bilhete rápido para Cláudio: “Fui resolver um assunto urgente com a Juliana. Volto à noite. Te amo.” Colocou o bilhete na mesa da cozinha e saiu. No caminho para o motel, Suelen dirigia com as mãos suadas no volante. Parou o carro duas vezes no acostamento, quase desistindo. Mas a cada vez que pensava em voltar, a excitação falava mais alto. Quando chegou ao motel, Juliana já estava esperando no estacionamento. As duas se olharam em silêncio. Suelen estava pálida. — Ainda dá tempo de voltar — disse Juliana suavemente. Suelen balançou a cabeça, respirando fundo. — Não… eu quero. Estou com vergonha, com medo… mas eu quero sentir. Quero ser usada. Juliana segurou a mão dela e apertou. — Então vamos. Eu vou estar com você o tempo todo. E depois você me conta tudo o que sentiu. As duas entraram no quarto. O homem já estava lá, sentado na cama, esperando. Quando viu Suelen, sorriu com desejo. Suelen sentiu as pernas fraquejarem. Juliana ficou atrás dela, apoiando-a, e sussurrou em seu ouvido: — Respira. Hoje você não precisa ser a santa Suelen. Hoje você pode ser só uma mulher com desejo. O quarto do motel era simples, com luz baixa e uma cama grande no centro. Assim que a porta se fechou, o homem se aproximou de Suelen com um olhar predador. Juliana ficou um pouco atrás, observando. — Então você é a famosa Suelen… — disse ele, circulando-a lentamente. — A esposa do diácono. A que prega sobre pureza para as outras mulheres. Suelen estava tremendo, as mãos frias, o coração disparado. Ela mal conseguia olhar para ele. — Eu… eu não sei se consigo — murmurou ela, voz falhando. Juliana se aproximou por trás e abraçou sua cintura, sussurrando no ouvido dela: — Respira. Você já chegou até aqui. Agora deixa acontecer. O homem levantou a blusa comportada de Suelen e apertou seus seios por cima do sutiã. — Peitos bonitos… escondidos esse tempo todo. Que desperdício. Ele abriu o sutiã e chupou um mamilo com força. Suelen soltou um gemido abafado, o corpo tensionando. — Tira a saia — ordenou ele. Com as mãos tremendo, Suelen desceu o zíper da saia longa e deixou ela cair no chão. Ficou apenas de calcinha branca simples. O homem sorriu ao ver a mancha de umidade na frente. — Olha como você tá molhada… toda santinha por fora, mas a buceta já tá pingando. Ele puxou a calcinha para baixo e enfiou dois dedos grossos na boceta dela. Suelen soltou um gemido alto, as pernas fraquejando. — Aaaahh… por favor… devagar… — Devagar? — riu ele. — Você veio aqui pra ser tratada como puta, não veio? Ele enfiou os dedos mais fundo, fodendo a boceta dela com movimentos rápidos enquanto chupava seus mamilos. Juliana ficou ao lado, acariciando os cabelos de Suelen e sussurrando: — Deixa ele te usar… você merece sentir isso. Suelen estava chorando e gemendo ao mesmo tempo. O homem a virou de costas, inclinou-a sobre a cama e abriu bem sua bunda grande. — Olha esse cu… todo apertadinho. Aposto que o diácono nunca fodeu aqui. Cuspiu no cuzinho dela e começou a enfiar um dedo. Suelen soltou um grito: — Aaaaiii! Tá doendo! — Relaxa, vadia da igreja — disse ele, enfiando o dedo mais fundo. Depois de alguns minutos abrindo ela com os dedos, ele tirou o pau grosso para fora e encostou na entrada do cuzinho. — Não… ali não… eu nunca… — implorou Suelen. Mas o homem segurou firme sua cintura e começou a empurrar. Centímetro por centímetro, o pau grosso entrou no cu virgem de Suelen. Ela gritou, agarrando os lençóis: — Aaaahhh meu Deus! Tá rasgando! Tá muito grande! Juliana segurou a mão dela, confortando: — Respira… deixa ele entrar. Vai ficar gostoso. Quando o homem enterrou tudo, começou a meter devagar, depois cada vez mais forte. Suelen gemia alto, uma mistura de dor e prazer: — Ai… tá fundo demais… me fode… me fode o cu… O homem deu tapas fortes na bunda dela: — Fala pra câmera o que você é. Suelen olhou para o celular que Juliana estava gravando e, com a voz rouca de tesão, confessou: — Eu sou Suelen… esposa do diácono Cláudio… e hoje vim aqui pra ser fodida como uma puta… tô traindo meu marido… tô traindo Deus… O homem acelerou, metendo com força bruta no cu dela. Juliana se ajoelhou ao lado e começou a chupar os seios de Suelen, aumentando ainda mais o prazer. Suelen gozou pela primeira vez com um grito desesperado, o corpo inteiro tremendo, o cuzinho apertando o pau do homem. — Eu sou uma vadia… uma pecadora… não para… me fode mais! O homem fodeu ela por mais alguns minutos e finalmente gozou fundo no cu de Suelen, enchendo-a de porra quente. Quando tirou o pau, um rio grosso escorreu do cuzinho arrombado. Suelen ficou deitada na cama, ofegante, destruída e chorando. Juliana acariciou seus cabelos e sussurrou: — Bem-vinda ao lado errado, irmã. Suelen ficou deitada de bruços na cama, o corpo tremendo, o cuzinho vermelho e aberto, com grossos fios de porra escorrendo lentamente pela boceta e coxas. Ela respirava com dificuldade, o rosto enterrado no travesseiro, uma mistura de lágrimas, suor e saliva. Juliana acariciava suavemente suas costas, beijando seus ombros com carinho. — Como você está se sentindo? — perguntou baixinho. Suelen demorou um pouco para responder. Quando virou o rosto, seus olhos estavam vermelhos e confusos. — Eu… eu me sinto suja… usada… humilhada… — murmurou ela, a voz rouca de tanto gemer. — Mas também… nunca gozei tão forte na vida. Meu corpo ainda tá tremendo. O homem, ainda atrás dela, deu um tapa forte na bunda de Suelen e riu: — Olha o estado dessa “santa”. Toda arrombada e cheia de porra. O diácono ia ter um infarto se visse a esposa dele agora. Suelen fechou os olhos com força, nova onda de vergonha tomando conta. — Não fala do Cláudio… por favor… — pediu ela, quase chorando novamente. Juliana se deitou ao lado dela, abraçando-a e acariciando seus cabelos. — Shhh… está tudo bem. Você foi muito corajosa. E foi gostoso, não foi? Suelen assentiu devagar, envergonhada. — Foi… foi muito gostoso. Eu me senti… desejada. Como uma mulher de verdade. Não como a esposa certinha que só transa de luz apagada. O homem se vestiu e deu um último tapa na bunda dela: — Vou deixar vocês duas. Mas quero que volte. Da próxima vez vou foder as duas juntas. Assim que ele saiu, Juliana ajudou Suelen a se limpar um pouco (mas deixou bastante porra dentro do cu, como combinado com Marcos). As duas se vestiram e sentaram na cama. Suelen estava quieta, olhando para o chão. — Eu traí meu marido… traí meus votos… traí tudo que eu prego pras outras mulheres — disse ela, a voz embargada. — E o pior é que… eu quero fazer de novo. Juliana sorriu e beijou seu ombro. — Isso é normal. A primeira vez é sempre a mais pesada. Depois fica mais fácil. E mais gostoso. Suelen olhou para Juliana com os olhos marejados: — Você não sente culpa? — Sinto. Toda vez. Mas o tesão é maior. E agora… eu tenho o Marcos me ajudando a lidar com isso. Suelen arregalou os olhos: — O Marcos sabe?! — Sabe. E ele gosta — respondeu Juliana com um sorriso sombrio. — Na verdade… ele quer que você continue. Quer que nós duas sejamos putas juntas pra ele. Suelen ficou em silêncio por um longo tempo, processando tudo. Depois, com a voz baixa: — Eu não sei se consigo viver assim… fingindo ser santa durante o dia e puta à tarde. Juliana segurou a mão dela: — Você não precisa escolher. Pode ser as duas coisas. Eu estou aprendendo isso agora. Antes de irem embora, Juliana pegou o celular e gravou um pequeno vídeo de Suelen ainda com o cuzinho arrombado e escorrendo porra. — Pra mostrar pro Marcos — explicou ela. Suelen não protestou. Apenas olhou para a câmera com uma mistura de vergonha e excitação e murmurou: — Eu caí… sou uma pecadora agora. Mensagem de Juliana para Marcos: “Pronto. Ela caiu. Gozou muito, chorou, se sentiu culpada… mas já disse que quer repetir. Gravei um pouco no final. Quer que eu te mande agora?” Marcos respondeu em menos de um minuto: “Manda tudo. E marca a próxima sessão com as duas. Quero ver a esposa do diácono e a minha esposa gemendo juntas.”
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