Nova foda da Isabela Isabela estava de novo no aplicativo. Era uma terça, quase meia-noite. O corpo ainda carregava as marcas roxas da última vez, mas a vontade era maior. Escolheu um cara novo: alto, ombros largos, foto de academia. Nome falso, claro. Combinaram num motel mais barato ainda, longe de Ipanema. Ela chegou de saia curta e blusa folgada, sem nada por baixo. Quando a porta fechou, ele não perdeu tempo. Empurrou-a contra a parede, puxou a saia para cima e enfiou dois dedos nela de uma vez. — Já está encharcada, sua puta. Veio atrás de pau, né? Isabela só gemeu e abriu mais as pernas. Ele a virou de costas, deu um tapa forte na bunda e depois outro, mais seco, bem no meio. — Hoje eu quero o cuzinho. Vai dar? Ela balançou a cabeça, a voz já falhando: — Vai… pode usar. Ele cospiu na mão, passou no cu dela e empurrou a cabeça do pau. Isabela engasgou com o ar. A dor veio quente, apertada, invadindo tudo. Ele não esperou ela se acostumar. Enterrou até o fundo num só movimento e segurou o cabelo dela com força. — Porra, que cu apertado de rica… — ele rosnou, começando a meter. Cada estocada era pesada. O barulho molhado misturava com o estalo da pele. Ele dava tapa na bunda a cada embalo, deixando a mão marcada. Isabela gritava contra o colchão, o rosto enterrado, as lágrimas já escorrendo. — Mais fundo… me fode o cu… — ela soltou, a voz quebrada. Ele puxou ela pelo cabelo até ficar ajoelhada, o peito colado na cama, a bunda alta. Metia com força, sem piedade, enquanto a outra mão apertava o pescoço dela. Isabela sentia o orgasmo subindo misturado com a dor. Quando ele deu um tapa seco no rosto e falou “goza no meu pau, sua vadia”, o corpo dela explodiu. Ela gritou alto, chorando de verdade. As lágrimas escorriam sem controle, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo em volta do pau dele. Soluços misturados com gemidos altos, a voz falhando: — Ai, porra… tô gozando… continua fodendo meu cu… Ele não parou. Continuou metendo enquanto ela ainda se contorcia, dando mais tapas, chamando-a de puta, de buraco de rica, de vagabunda que só serve pra levar no cu. Isabela gozou de novo, mais fraco, quase sem voz, o rosto molhado de choro e saliva. Quando ele gozou fundo no cu dela, segurou forte e encheu tudo. Depois tirou devagar, viu o esperma escorrer e deu um último tapa na bunda vermelha. Isabela ficou ali, de quatro, ofegante, o corpo tremento, o cu latejando. Não pediu carinho. Não pediu nome. Só ficou sentindo o líquido escorrer pela coxa e o ardor gostoso que ela tanto procurava. Meia hora depois ele foi embora. Ela se vestiu devagar, olhou no espelho o rosto marcado e o sorriso pequeno no canto da boca. Ainda doía. Ainda estava molhada. E já estava pensando no próximo.
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