Na sala do diretor, a porta se fechou com um clique seco. Ele já estava sentado atrás da mesa, a pasta com as fotos aberta na sua frente. Olhou as duas de cima a baixo — Rebeca ainda com o vestido longo e o coque perfeito, Larissa com as pernas trêmulas e o olhar perdido. — Tirem tudo. As duas. Rebeca obedeceu primeiro. O vestido caiu no chão. Em segundos estava nua. Larissa demorou mais. As mãos tremiam enquanto desabotoava a blusa e puxava a saia. Quando ficou só de calcinha, o diretor fez um gesto impaciente. Rebeca mesma puxou a peça para baixo e a jogou para o lado. — Na mesa. As duas. Rebeca subiu primeiro, de quatro, oferecendo a boceta ainda suja dos presos. O diretor se levantou, abriu a calça e enfiou o pau nela de uma estocada só, fundo, segurando os quadris com força. Metia com vontade, o som molhado preenchendo a sala. — Você trouxe a sobrinha pra ser arrombada e agora vai assistir ela sendo usada de novo — rosnou, olhando para Larissa. — Sobe aqui. Deita de costas na frente da tia. Larissa obedeceu. Deitou na mesa, as pernas abertas, a boceta ainda vermelha e inchada da primeira vez. O diretor puxou o pau de dentro de Rebeca, passou a cabeça ensanguentada e molhada na entrada da sobrinha e empurrou. Larissa soltou um gemido agudo, as unhas arranhando a madeira. Ele meteu inteiro de uma vez e começou a foder as duas alternadamente — uma estocada na tia, duas na sobrinha, voltando, trocando, sujando uma com o fluido da outra. Rebeca se virou, ajoelhou-se sobre o rosto de Larissa e sentou a boceta nela. — Chupa a tia enquanto ele te fode. A língua inexperiente da menina trabalhava enquanto o diretor acelerava. Ele segurou o cabelo de Rebeca com uma mão e a cintura de Larissa com a outra, metendo com força, sem piedade. Quando sentiu o orgasmo chegando, puxou para fora, gozou primeiro na boceta da sobrinha e depois enfiou de novo em Rebeca para terminar dentro dela. Ainda ofegante, puxou as duas pelo cabelo e as fez ajoelhar no chão. Limpou o pau na boca de Larissa primeiro, depois na de Rebeca, fazendo as duas engolirem o que restava. — Semana que vem as duas voltam. E se alguma tentar faltar… — ele apontou para as fotos — vocês já sabem. Rebeca se vestiu em silêncio, ajudando a sobrinha a se arrumar. O coque foi reconstruído com mãos firmes. O sorriso manso voltou ao rosto antes mesmo de abrirem a porta. No corredor, Larissa andava devagar, as pernas abertas demais. Rebeca colocou a mão nas costas dela e sussurrou: — Agora você faz parte disso. Não tem mais volta.
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