A DAMA DO LOTAÇÃO: FUDIDA POR TRÊS NEGROS NUM TERRENO BALDIO
Era final de tarde quando Solange desceu do ônibus dois pontos antes do costume. O caminho mais curto passava por um terreno baldio entre dois prédios abandonados: mato alto, entulho, cheiro de terra queimada e lixo. Ela cortou por ali de propósito. O vestido fino, a calcinha já úmida, o sutiã apertando os seios ainda marcados. Eles apareceram do mato. Três homens negros, altos, corpos pesados de trabalho braçal. Camisetas suadas, bermudas, chinelos. O primeiro tinha ombros largos demais, o segundo um peito largo e cicatriz no braço, o terceiro mais novo, sorriso torto. Olharam para ela e se entreolharam. Não precisaram falar muito. — Olha a putinha sozinha… Solange não correu. Parou no meio do terreno, o coração batendo forte. O primeiro se aproximou rápido, agarrou o braço dela e puxou. Os outros fecharam o cerco. Em segundos ela estava no chão de terra batida, o vestido sendo puxado para cima. O homem dos ombros largos rasgou a calcinha com uma puxada só. O tecido cedeu. A buceta apareceu, já molhada. O segundo arrancou o sutiã com força, o fecho quebrou, os seios saltaram livres. Em menos de um minuto Solange estava nua no meio do mato, o vestido jogado de lado, a pele branca contrastando com a terra. Eles não pediram nada. O primeiro abriu a bermuda e tirou o pau grosso, escuro, veias saltadas. Ajoelhou-se entre as pernas dela e enfiou de uma vez, fundo, até o saco. Solange gritou. Ele fodeu com força, as mãos grandes segurando os quadris dela contra a terra. O segundo se ajoelhou perto da cabeça, agarrou o cabelo e enfiou o pau na boca. O terceiro esperou só o tempo de bater uma, depois empurrou os outros e enfiou na buceta quando o primeiro tirou. Os três se revezavam. Foderam Solange no chão do terreno baldio como se ela fosse um buraco qualquer. O pau grosso do primeiro abria a buceta com estocadas profundas e secas. O segundo fodia a boca dela até engasgar, saliva escorrendo pelo queixo. O terceiro gostava de virar ela de quatro na terra e meter com a mão no cabelo, puxando a cabeça para trás enquanto dava tapas fortes na bunda. Solange gritava, gemia, chorava de prazer. A cada estocada o corpo dela se sujava mais de terra e suor. Eles gozaram nela sem piedade. O primeiro gozou dentro da buceta, enchendo-a com jatos quentes e espessos. Tirou o pau ainda latejando e passou a cabeça nos seios dela, deixando mais porra. O segundo gozou na boca, forçando Solange a engolir, o excesso escorrendo pelos cantos dos lábios e pingando nos seios. O terceiro tirou do cu dela (onde tinha enfiado depois de cuspir), gozou em cima da bunda e das costas, e ainda espalhou o sêmen com a mão, como quem marca território. Mas não pararam. O primeiro voltou a ficar duro rápido. Enfiou de novo na buceta já cheia de porra e fodeu até gozar segunda vez, dessa vez puxando para fora e jorrando no ventre e nos seios. O segundo a fez chupar de novo e gozou no rosto, cobrindo a boca, o queixo e uma das bochechas. O terceiro a virou de quatro outra vez, meteu no cu e gozou fundo, gemendo alto. Quando finalmente se afastaram, Solange estava nua no meio do terreno baldio, o corpo inteiro coberto de sêmen: na boca, no rosto, nos seios, no ventre, na buceta, no cu, escorrendo pelas coxas misturado com terra. A calcinha e o sutiã rasgados jogados no mato. O vestido a alguns metros, sujo. Ela mal conseguia se mexer. O peito subia e descia rápido. Ainda tremia de tanto ter gozado. Os três homens ajeitaram as bermudas, cuspiram no chão e foram embora pelo mato sem olhar para trás. Solange ficou ali por longos minutos, nua, suja, cheia de porra, o cheiro forte de sexo e terra no ar. Depois se levantou devagar, pegou o vestido rasgado, passou por cima do corpo sujo sem nem tentar limpar e saiu cambaleando do terreno baldio. Na rua, as pessoas olhavam. Ela não se importou. Ainda sentia os três paus dentro dela. E já queria mais.
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