EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: O RETORNO PARA CASA E A NOVA ROTINA - PARTE VIII
O voo de volta foi silencioso. Ana Clara dormiu quase o caminho inteiro, a cabeça apoiada no ombro de Daniel, o corpo ainda mole dos dias intensos de lua de mel. Toda vez que se mexia no assento, sentia o leve ardor entre as pernas e no cu — lembretes constantes de quantas vezes ele a tinha usado nos últimos dias. Ela sorria sozinha, os olhos fechados. Quando o avião pousou, a realidade voltou aos poucos. A igreja, os pais, as irmãs, o apartamento novo que tinham alugado perto da congregação. A vida de casados “de verdade” ia começar. O apartamento era pequeno, mas limpo. Sala, cozinha americana, um quarto e banheiro. A cama de casal ainda cheirava a novo. Assim que a porta se fechou atrás deles e as malas foram jogadas no chão, Ana Clara nem esperou. Tirou a blusa, baixou a calça e se ajoelhou na frente do marido. — Antes de a gente desfazer as malas… — falou, olhando para cima. — Me usa. Quero sentir você de novo já na nossa casa. Daniel abriu a calça. Ela engoliu o pau ainda mole e chupou até ele endurecer completamente. Depois se virou de quatro no chão da sala, as mãos no piso frio, e abriu as nádegas. — Pode escolher. Ele escolheu a buceta. Meteu de uma vez, fundo, até o fim. Ana Clara soltou um gemido alto, o som ecoando no apartamento vazio. Daniel segurou os quadris dela e fodeu com vontade, como se ainda estivessem no resort. O barulho da pele batendo enchia a sala. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, e ele gozou logo depois, enterrado até o fundo. Quando saiu, o sêmen escorreu pela coxa dela e pingou no piso. Ana Clara se virou, limpou o pau dele com a boca e se levantou, ainda ofegante. — Agora sim… bem-vindos à nossa casa. Nos dias seguintes a rotina começou a se formar. De manhã, Daniel ia trabalhar. Ana Clara ficava, arrumava a casa, fazia comida e, quase todos os dias, mandava foto ou áudio para ele: a mão entre as pernas, o dedo no cu, a boca aberta pedindo o pau. À noite, quando ele chegava, ela já estava esperando de joelhos ou de quatro. Eles transavam em todo lugar. No sofá, na bancada da cozinha, no chuveiro, contra a parede do corredor. Às vezes ele chegava do trabalho, nem tirava a camisa, só baixava a calça, virava ela de frente para a mesa da sala e metia. Outras vezes ela o puxava para o quarto assim que a porta se abria e chupava até ele gozar na garganta. Num domingo, depois do culto, voltaram para casa ainda de roupa de igreja. Ana Clara tirou a saia longa no meio da sala, ficou só de blusa e calcinha, se ajoelhou e abriu a calça de Daniel com os dentes. Chupou ali mesmo, ajoelhada no tapete, enquanto ele ainda estava de camisa social. Depois se deitou de costas no sofá, ergueu as pernas e deixou ele meter na buceta até gozar dentro. O sêmen escorreu e manchou o tecido. Nenhum dos dois se importou. À noite, antes de dormir, ela se colocava de quatro na cama e pedia o cu. Gostava de sentir ele entrar devagar, o pau ainda molhado da buceta, e meter até o fim. Às vezes pedia para ele gozar nos dois no mesmo dia. Outras vezes só no cu, bem fundo, para ela sentir o dia seguinte inteiro. A igreja continuava a mesma. Ana Clara ia aos cultos, sorria, conversava com as irmãs, ajudava no coral. Ninguém desconfiava que, por baixo da saia longa e do sorriso sereno, o corpo dela já tinha sido usado de todas as formas possíveis pelo marido. Que o cu e a buceta estavam sempre prontos. Que quase todas as noites ela gozava com o pau de Daniel dentro de um dos dois buracos. Uma noite, deitada no peito dele depois de mais uma foda, Ana Clara passou a mão pelo cabelo do marido e falou baixo: — Sabe o que eu mais gosto? — O quê? — Que ninguém lá sabe. Eles ainda me veem como a menina certinha que casou virgem. E eu era. Só que agora… agora eu sou a mulher que goza com o pau do marido no cu de manhã e na buceta à noite. E que ainda pede mais. Daniel riu baixo, apertou ela contra o corpo e respondeu: — E vai continuar pedindo. Ela sorriu no escuro, apertou as pernas e murmurou: — Vou. Lá fora, a cidade seguia normal. Dentro do apartamento pequeno, a antiga novinha da igreja dormia nua, o corpo marcado, os dois buracos ainda sensíveis, completamente entregue à vida de casada. E os dois sabiam que aquilo era só o começo. A rotina se estabeleceu rápido. Daniel saía para o trabalho por volta das sete e meia. Ana Clara acordava junto, muitas vezes ainda com o corpo marcado da noite anterior. Quase todos os dias, antes de ele se vestir, ela se ajoelhava na beira da cama ou no banheiro e chupava o pau dele até gozar. Às vezes ele gozava na boca. Outras vezes puxava ela de quatro ainda sonolenta e metia na buceta ou no cu por poucos minutos, rápido e fundo, só para começar o dia. Quando a porta se fechava, Ana Clara ficava sozinha no apartamento. Arrumava a cama, fazia café, limpava. Mas a mão quase sempre terminava entre as pernas. Ela se masturbava no sofá, na cozinha, no chuveiro, lembrando do pau do marido. Muitas vezes mandava áudio ou foto para ele: “Estou com o dedo no cu pensando em você.” “A buceta está molhada desde que você saiu.” “Quando chegar, quero que me foda sem nem tirar a roupa.” Daniel respondia no intervalo do trabalho, às vezes com áudios baixos dizendo exatamente o que ia fazer com ela à noite. Ele chegava por volta das seis e meia. Quase nunca dava tempo de trocar de roupa. Ana Clara o esperava de várias formas: de joelhos atrás da porta, já nua; de quatro no sofá, a bunda erguida; sentada na bancada da cozinha, as pernas abertas. Mal a porta se fechava e as mãos dele já estavam nela. Numa segunda-feira ele chegou, tirou só o cinto, virou ela de frente para a mesa da sala, ergueu a saia e meteu na buceta de uma vez. Fodeu ali mesmo, em pé, ouvindo o barulho molhado e os gemidos dela. Goizou dentro, sem tirar. Ana Clara ficou curvada sobre a mesa por um tempo, o sêmen escorrendo pela coxa, antes de se virar e limpar o pau dele com a boca. Na terça, ela o esperava no chuveiro. Quando ele entrou, já estava nua e molhada. Se ajoelhou no box, chupou o pau sob a água quente e depois se virou, as mãos na azulejo. Daniel meteu no cu, devagar no começo, depois com mais força. A água escorria pelos corpos. Ela gozou com o dedo no clitóris e ele gozou logo depois, fundo. Na quarta, depois do jantar, ele a puxou para o sofá. Ana Clara montou nele de frente, o pau entrando na buceta enquanto ela rebolava devagar. Beijavam, as mãos dele apertavam os peitos. Quando estava perto, ele a ergueu um pouco, posicionou no cu e ela desceu de novo. Geminam os dois. Daniel gozou dentro do cu dela e ela gozou logo em seguida, o corpo tremendo no colo dele. A noite era quase sempre igual: depois de limparem a louça ou assistirem alguma coisa, eles iam para o quarto. Às vezes ela pedia para ser foda devagar, de frente, olhando nos olhos. Outras vezes pedia força, de quatro, o pau alternando entre a buceta e o cu. Gostava especialmente quando ele gozava num e depois enfiava no outro sem limpar. O sêmen misturado a excitava. Numa sexta-feira, depois de uma semana inteira de sexo quase diário, Ana Clara estava particularmente carente. Assim que Daniel chegou, ela o puxou para o quarto, tirou a roupa dele com pressa e se ajoelhou. Chupou até ele estar duro e latejando. Depois se deitou de costas, ergueu as pernas e falou: — Quero os dois hoje. Primeiro a buceta, bem fundo. Depois o cu. Goza nos dois. Ele fez exatamente isso. Meteu na buceta até gozar. Saiu, ainda duro, e enfiou no cu. A mistura facilitou. Fodeu com força até gozar de novo. Ana Clara ficou deitada, as pernas abertas, os dois buracos escorrendo, o peito subindo e descendo rápido. Daniel se deitou ao lado, passou a mão pela barriga dela e perguntou, cansado: — Cansou? Ela virou o rosto, sorriu e respondeu: — Ainda não. Só estou guardando energia para amanhã de manhã. Ele riu baixo e a puxou para o peito. No sábado e no domingo a rotina mudava um pouco. Acordavam mais tarde, transavam com mais calma, às vezes duas ou três vezes antes do almoço. Depois do culto, voltavam para casa e quase sempre iam direto para a cama ou para o sofá. A saia longa de igreja ia para o chão rápido. Ana Clara já nem se dava ao trabalho de fingir pureza dentro de casa. Nua, de quatro, de joelhos, montada… o corpo dela pertencia completamente ao marido. Uma noite, depois de mais uma foda longa, ela estava deitada de bruços, o cu ainda latejando, a buceta sensível. Daniel passava a mão pelas costas dela devagar. Ana Clara falou baixo, quase um segredo: — Sabe o que eu acho engraçado? — O quê? — Que todo mundo na igreja ainda me trata como se eu fosse a mesma menina de antes. A certinha. A que guardou tudo para o casamento. E eu guardei… só que agora eu gozo quase todo dia com o pau do meu marido no cu ou na buceta. E ainda peço mais. Daniel beijou a nuca dela e respondeu: — E vai continuar pedindo. Ela sorriu contra o travesseiro, apertou as pernas e murmurou: — Vou. Lá fora, a vida seguia normal. Dentro do apartamento, a rotina de Ana Clara e Daniel era simples: trabalho, casa, culto… e sexo. Muito sexo. Em todos os cômodos. De todas as formas. E nenhum dos dois tinha a menor intenção de mudar aquilo.
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