EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: PEDIDO DE CASAMENTO - PARTE IV

Foi numa sexta-feira à noite.
Os pais de Ana Clara tinham viajado para um retiro pastoral e só voltariam no domingo. A casa estava só dela. Daniel chegou por volta das nove, como combinado. Ela o esperava na porta, de saia longa azul-marinho e blusa branca de manga, o cabelo solto pela primeira vez em semanas. Parecia a mesma menina da igreja. Só ele sabia o que havia por baixo.
Mal entraram no quarto, ela já estava de joelhos. Tirou o cinto dele com pressa, abriu o zíper e engoliu o pau ainda semi-duro. Chupou com vontade, olhando para cima, a língua trabalhando em volta da cabeça enquanto a mão apertava a base. Daniel gemeu baixo, passou a mão no cabelo dela e deixou ela fazer o que queria. Quando estava bem duro, ela se levantou, tirou a saia e a calcinha, se virou de quatro na cama e abriu as nádegas com as duas mãos.
— Mete no cu. Quero sentir você fundo hoje.
Ele se ajoelhou atrás, passou saliva no cuzinho já acostumado e empurrou. Entrou fácil. Ana Clara soltou um gemido longo e enterrou o rosto no travesseiro. Daniel meteu devagar no começo, sentindo o aperto quente, depois acelerou. O barulho da pele batendo enchia o quarto. Ela se masturbava ao mesmo tempo, os dedos esfregando o clitóris com força. Goizou primeiro, o corpo tremendo, o cu contraindo em volta do pau dele. Daniel segurou os quadris dela e gozou logo depois, bem dentro, gemendo o nome dela.
Ficaram parados alguns segundos. Quando ele saiu, um fio branco escorreu pela coxa dela. Ana Clara se virou, se ajoelhou na cama e limpou o pau dele com a boca, chupando devagar até não restar nada. Depois se deitou de lado, o corpo ainda quente, e ficou em silêncio.
Daniel se levantou, pegou a calça, mexeu no bolso e voltou para a cama. Ajoelhou-se na frente dela, ainda nu da cintura para baixo, o pau mole e brilhando de saliva. Na mão direita, uma caixinha pequena de veludo preto.
Ana Clara abriu os olhos.
Ele abriu a caixinha. Dentro, um anel simples de ouro com uma pedrinha pequena.
— Ana Clara… — a voz dele saiu rouca. — Eu te amo. Te amo do jeito que você é. Do jeito que a gente se encontra escondido. Do jeito que você me dá a boca e o cu e guarda o resto. Eu não quero mais só isso. Eu quero você de verdade. Quero acordar do seu lado. Quero que a gente case. Que você seja minha mulher de verdade. E no dia do casamento… eu quero finalmente te comer pela frente também.
Ela ficou parada, olhando o anel. O coração batia tão forte que ela sentia no pescoço. Os olhos marejaram, mas ela não chorou. Em vez disso, se sentou na beira da cama, ainda nua da cintura para baixo, e estendeu a mão esquerda.
— Coloca.
Daniel enfiou o anel no dedo dela. O ouro brilhou sob a luz fraca do abajur. Ana Clara olhou para a própria mão por um longo tempo. Depois ergueu o rosto, sorriu de um jeito que ele nunca tinha visto e falou baixo:
— Aceito.
Ele a beijou. O beijo foi diferente dos outros: mais lento, mais fundo. Quando se separaram, ela o empurrou para deitar de costas e se ajoelhou entre as pernas dele. Pegou o pau ainda mole na mão e começou a chupar de novo, devagar, quase carinhosa. Em poucos minutos ele já estava duro outra vez. Ana Clara se virou de quatro, olhou por cima do ombro e falou:
— Agora mete de novo. Quero sentir meu noivo gozando no meu cu.
Daniel se ajoelhou atrás, enfiou de uma vez e meteu com vontade. Dessa vez ela não abafou os gemidos. Gemia alto, pedindo mais, empurrando o corpo para trás. Ele segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e fodeu o cu dela até gozar pela segunda vez, fundo, tremendo. Quando saiu, ela se virou, engoliu o pau sujo e limpou tudo com a língua.
Depois se deitaram abraçados. Ana Clara olhava o anel no dedo enquanto passava a mão no peito dele.
— Agora é oficial — murmurou. — Sou sua noiva. E até o dia do casamento… o cuzinho e a boca continuam só seus.
Daniel beijou a testa dela e respondeu:
— E no dia do casamento eu vou te foder a buceta até você não aguentar mais.
Ela riu baixinho no escuro, apertou as pernas e sussurrou:
— Mal posso esperar.
Mas até lá… o acordo continuava valendo.
E os dois sabiam que iam aproveitar cada dia que restava.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: PEDIDO DE CASAMENTO - PARTE IV

Codigo do conto:
276170

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/11/2026

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