BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: DANDO O CUZINHO NA ESTRADA...
Na segunda parada, depois de tê-la gozado uma vez na buceta, Renato não tirou o pau de imediato. Ficou alguns segundos parado dentro dela, respirando pesado, o suor escorrendo na testa. Depois saiu devagar. O sêmen escorreu junto. Maria Cecília ainda estava curvada sobre o capô quente do carro, as pernas abertas, a bunda empinada, a saia amontoada na cintura. Renato olhou para o cu dela. O orifício estava apertado, levemente contraído, brilhando com a lubrificação que descia da buceta. Ele cospiu na mão, espalhou a saliva grossa com dois dedos e empurrou o polegar primeiro. Maria Cecília soltou um gemido baixo. O polegar entrou até a raiz, girou, abriu. Depois ele tirou, posicionou a cabeça do pau — ainda duro, molhado de porra — e empurrou. A entrada foi lenta e pesada. Maria Cecília mordeu o próprio braço para não gritar alto demais. O pau grosso foi abrindo o cu centímetro por centímetro. Renato segurava as nádegas dela bem abertas, os polegares afundando na carne, e empurrava com paciência cruel. Quando a cabeça finalmente passou da resistência inicial, ele soltou um gemido rouco e enterrou o resto de uma vez só. O pau sumiu inteiro dentro do cu dela. Maria Cecília gritou, a testa batendo no metal quente do capô. As pernas tremeram. Renato não esperou ela se acostumar. Começou a foder. Estocadas longas e fundas no começo, depois mais rápidas. O barulho era diferente — mais seco, mais sujo. A cada vez que ele puxava quase até a saída e entrava de novo, o corpo de Maria Cecília era empurrado para frente. — Aperta — ordenou ele, a voz rouca. — Aperta o cuzinho. Ela obedeceu. As paredes internas se contraíram em volta do pau. Renato gemeu mais alto e acelerou. Uma das mãos desceu e deu tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas por cima das que já existiam. A outra mão agarrou o cabelo claro e puxou a cabeça dela para trás, forçando o arco das costas. Maria Cecília gozou assim, com o pau enterrado até o fundo no cu. O orgasmo veio diferente, mais fundo, mais convulsivo. O corpo inteiro tremeu, um gemido longo e rouco saiu da garganta. As pernas quase cederam. Renato segurou a cintura dela com as duas mãos e continuou metendo, agora só atrás do próprio prazer. Pouco depois ele enterrou fundo, os quadris colados na bunda dela, e gozou. O sêmen veio quente e espesso, enchendo o cu. Maria Cecília sentiu cada jato. Renato ficou parado alguns segundos, latejando dentro dela, antes de tirar o pau devagar. Quando saiu, o orifício ficou aberto por um instante, vermelho, e o sêmen começou a escorrer imediatamente, grosso, descendo pela perineo e pela coxa. Maria Cecília continuou curvada sobre o capô, ofegante, o cu pulsando, o líquido branco escorrendo sem parar. Renato ajeitou a calça, passou a mão no cabelo e falou, já andando de volta para a porta do motorista: — Sobe. Ainda tem estrada. Ela se endireitou com dificuldade. O sêmen desceu mais quando ela fechou as pernas. Entrou no carro, sentou com cuidado, e sentiu o líquido continuar saindo, manchando o banco ainda mais. O carro voltou para a rodovia. Maria Cecília reclinou a cabeça no assento, as pernas entreabertas, o cu latejando e escorrendo, e já esperava a próxima vez que ele fosse parar. O carro voltou para a rodovia em silêncio. Maria Cecília estava reclinada no banco do carona, a saia ainda erguida até a metade das coxas, o sêmen de Renato escorrendo devagar pelo cu e pela buceta, manchando o couro escuro. O cheiro dentro do veículo era forte agora — sexo, suor, a colonia cara dele misturada com o odor dela. Renato dirigia com uma mão só. A outra repousava na coxa dela, os dedos de vez em quando subindo e tocando a pele úmida, como quem confirma que o que acabara de acontecer era real. Nenhum dos dois falava. A estrada cortava o mato. De vez em quando um caminhão passava no sentido contrário. Maria Cecília olhava pela janela, mas a mente estava no pau dele ainda latejando dentro dela minutos antes, no jeito como ele tinha aberto o cu dela sobre o capô quente, nos tapas, no gemido rouco quando gozou fundo. Depois de uns vinte minutos, Renato quebrou o silêncio. — Seu pai me pediu para cuidar de você. Maria Cecília virou o rosto para ele. O sorriso foi pequeno, quase doce. — E o senhor está cuidando. A mão de Renato subiu mais. Os dedos encontraram a buceta ainda aberta e entraram com facilidade. Dois dedos. Depois três. Maria Cecília abriu mais as pernas e soltou um gemido baixo. Ele masturbava ela enquanto dirigia, os olhos na pista, a respiração um pouco mais pesada. O polegar esfregava o clitóris em círculos lentos. O sêmen que ainda escorria do cu dela molhava a mão dele. — Você é uma puta — murmurou ele, sem tirar os olhos da estrada. — Uma puta bonita. E o seu pai não faz ideia do que eu estou fazendo com a filha dele. Maria Cecília rebolou contra a mão. — Ele faz ideia, sim. Só não tem coragem de impedir. Renato tirou os dedos, levou-os à boca e chupou. Depois voltou a colocar a mão no volante. O silêncio voltou, mais denso agora. O carro seguia. O sêmen continuava descendo. Maria Cecília sentia o corpo latejar, o cu ainda aberto e sensível, a buceta molhada de novo. Mais adiante, quando a estrada ficou ainda mais deserta, Renato reduziu a velocidade outra vez. Olhou para ela de lado. — Mais uma parada. Maria Cecília não respondeu. Apenas abriu um pouco mais as pernas e ergueu a saia até a cintura, mostrando tudo. O carro desviou para o acostamento.
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