BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: VOLTANDO AO TERRENO BALDIO...
Maria Cecília esperou até a madrugada da segunda semana. A porta do quarto já não estava mais trancada com chave — o pai, exausto, passou a apenas deixar a chave do lado de fora, confiante de que o medo e a vergonha a manteriam quieta. Ele se enganou. Às três da manhã ela desceu descalça, de camisola fina e sem nada por baixo. A casa dormia. A mãe roncava baixo no quarto. O pai estava caído na poltrona da sala, uma garrafa de uísque pela metade ao lado. Maria Cecília passou por ele sem fazer barulho, pegou as chaves do carro e saiu. O motor pegou de primeira. Ela dirigiu pela cidade quase deserta, o vento entrando pela janela e subindo entre as coxas. Quanto mais se aproximava do local, mais a buceta latejava. Quando chegou à estrada de terra, desligou o farol e estacionou quase no mesmo ponto onde o carro tinha quebrado. Desceu. O mato estava silencioso. O cheiro de terra úmida e lixo velho subiu. Maria Cecília caminhou até o lugar onde o colchão sujo ainda estava, meio escondido entre o capim alto. Tirou a camisola. Ficou nua sob a luz fraca da lua. As marcas dos tapas já tinham sumido, mas a memória delas ardia. Ela se ajoelhou no colchão. Espalhou as pernas. E esperou. Não precisou esperar muito. Eles apareceram do mato como se nunca tivessem saído dali. Os mesmos três. O mais velho na frente, os outros dois atrás. Quando viram a menina clara ajoelhada nua no colchão, pararam. Depois riram baixo. — Olha só… — disse o mais baixo. — A putinha voltou. Maria Cecília não respondeu. Apenas se virou de quatro, a bunda empinada, e olhou por cima do ombro. — Me comam de novo. Desta vez não houve pressa fingida. O mais velho abriu a calça e enfiou o pau grosso na boca dela de uma vez. O do meio ajoelhou-se atrás e meteu na buceta com força. O terceiro esperou só o tempo de ficar duro e depois empurrou o do meio, entrando no cu com saliva e o líquido que já escorria. Maria Cecília gritou contra o pau que a engasgava. Os três a foderam ao mesmo tempo, sem piedade, sem carinho, como quem usa um buraco que já conhece. O barulho era o mesmo da primeira noite: pele batendo, gemidos roucos, xingamentos baixos. Maria Cecília gozou rápido, o corpo inteiro tremendo, a baba escorrendo pelo queixo. Eles não pararam. Trocaram de posição. Um gozou na boca. Outro dentro da buceta. O mais velho no cu. Depois ainda a fizeram chupar os paus molhados de porra e terra enquanto ela continuava de quatro, pedindo mais com a voz rouca. Quando terminaram, Maria Cecília ficou caída no colchão, nua, escorrendo pelos três buracos, o rosto sujo, o cabelo grudado. Os homens ajeitaram as calças. O mais baixo deu um tapa final na bunda dela e falou: — Qualquer dia a gente passa de novo. A puta já sabe o caminho. Eles sumiram no mato. Maria Cecília ficou ali até o céu começar a clarear. Depois se levantou, vestiu a camisola suja, voltou ao carro e dirigiu de volta para casa com o sêmen escorrendo pelo banco e pelas coxas. Entrou pela porta da cozinha quando o sol já nascia. O pai ainda dormia na poltrona. Ela passou por ele, subiu as escadas e entrou no quarto. Deitou nua sobre a cama, as pernas abertas, o cheiro de terra e porra impregnado na pele, e sorriu sozinha no escuro que ainda restava. A porta estava aberta. E ela já não pretendia fechá-la nunca mais.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.