O pastor apareceu numa quinta-feira de manhã, sem avisar. Terno escuro, Bíblia debaixo do braço, cheiro de cologne barato e suor contido. Tinha o nome de Solange na listagem da igreja — viúva recente, sozinha, “precisando de conforto espiritual”. Bateu na porta com os nós dos dedos. Solange abriu de camisola fina, sem nada por baixo. O pastor engoliu em seco. — Irmã Solange? Vim trazer uma palavra de consolo… e orar com a senhora. Ela o deixou entrar. A sala ainda cheirava levemente a sexo dos dias anteriores. O pastor fingiu não notar. Sentou-se no sofá, abriu a Bíblia e começou a falar de Deus, de resignação, de viuvez cristã. Solange sentou-se ao lado, as pernas cruzadas, a camisola subindo. A cada frase dele, ela abria um pouco mais as pernas. O pastor tentava manter os olhos na Bíblia. Falhava. — O Senhor… o Senhor conhece a dor da senhora — gaguejou. Solange passou a mão pela própria coxa, devagar, e respondeu com a voz baixa: — O Senhor talvez conheça. Mas o senhor… está vendo alguma coisa? O pastor fechou a Bíblia. As mãos tremiam. Solange ergueu a camisola até a cintura e mostrou a buceta já brilhante. O homem engoliu em seco de novo. A Bíblia caiu no chão. — Isso é… pecado — murmurou, sem convicção. — Então peca — disse Solange. — Logo. Ele se jogou sobre ela como quem perde a luta. A boca desceu primeiro para os seios, chupando com fome, depois para a barriga, depois direto para a buceta. Chupou com pressa, a língua larga, o barulho molhado enchendo a sala. Solange segurou a cabeça dele e rebolou no rosto, gozando rápido, o líquido molhando a boca e o queixo do pastor. Ele se levantou, ofegante, e abriu a calça. O pau saiu duro, grosso o suficiente, a cabeça já molhada. Solange se virou de quatro no sofá, a camisola ainda erguida. O pastor ajoelhou-se atrás e enfiou de uma vez, fundo. Solange gritou. Ele fodeu com força, as mãos apertando a cintura dela, as estocadas secas e urgentes, como se tivesse medo de ser interrompido a qualquer momento. — Perdoa-me, Senhor… — gemia ele a cada estocada, a voz rouca. — Perdoa-me… Solange riu baixo, o rosto enterrado no sofá. — Pede perdão depois. Agora fode. O pastor obedeceu. Metia fundo, o saco batendo, uma das mãos descendo para esfregar o clitóris dela. Solange gozou de novo, as pernas tremendo. Ele tirou o pau, virou-a de barriga para cima e meteu outra vez, agora olhando o rosto dela. As estocadas ficaram mais profundas, mais desesperadas. Solange prendeu as pernas na cintura dele e puxou para dentro. Ele gozou com um gemido longo, quase um soluço, o sêmen quente enchendo a buceta dela. Ficou enterrado alguns segundos, a testa colada no ombro de Solange, ainda murmurando palavras de arrependimento. Depois tirou o pau, ainda latejando, e se afastou. O sêmen escorreu imediatamente, manchando o sofá. O pastor ajeitou a calça com mãos trêmulas. Pegou a Bíblia do chão, sem conseguir olhar para ela. Na porta, ainda tentou falar alguma coisa sobre pecado e perdão. Solange, ainda deitada no sofá, as pernas abertas, o sêmen escorrendo, apenas respondeu: — Volta semana que vem. Traz outro versículo. Ele saiu sem responder. Solange ouviu os passos descendo a escada do prédio. Depois se levantou, olhou a mancha no sofá e sorriu. Alberto estava debaixo da terra. E até a palavra de Deus, agora, entrava nela.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.