Na manhã da consulta, Lara acordou ainda molhada do sonho. Sonhara que estava de novo na maca, pernas abertas, e o ginecologista, sem luvas, ajoelhado entre elas. A língua quente e lenta subindo pelos lábios, chupando o clitóris com força, os dedos abrindo-a enquanto ela gozava na boca dele, o squirt escorrendo pelo queixo do médico. Acordou arquejando, a calcinha de dormir encharcada. Levantou-se decidida. Abriu a gaveta e escolheu o conjunto mais provocante que tinha: sutiã preto de renda fina, que mal cobria os mamilos, e a calcinha fio dental preta, também de renda, que entrava fundo entre as nádegas e deixava a buceta quase toda exposta. Passou o creme pela última vez, sentindo o dedo escorregar fácil. Vestiu o vestidinho folgado de tecido leve, curto o bastante para subir se ela se sentasse de qualquer jeito. Sem meia-calça. Só o fio dental preto sob o tecido. A mãe a deixou na porta do prédio às nove e meia. — Qualquer coisa me liga. O Uber já está agendado para as dez e meia, tá? Lara acenou, o coração batendo forte. Entrou sozinha. No elevador, o vestido subiu um pouco e ela sentiu o fio dental se esfregar no clitóris a cada movimento. Já estava úmida antes mesmo de chegar ao consultório. Na sala de espera ficou só ela. Quando a secretária a chamou, Lara entrou e fechou a porta atrás de si. O médico a recebeu com o mesmo olhar calmo. — Bom dia, Lara. Como está a ardência? — Melhor… quase sumiu — respondeu, a voz um pouco rouca. Ele pediu que se sentasse e começou a anamnese completa, caneta na mão: — Ciclo menstrual regular? — Dor ao urinar ou evacuar? — Corrimento? — Já teve relação sexual desde a última consulta? — Continua se tocando? Com que frequência? — Usa objetos? Quais? — Já sentiu vontade de penetrar mais fundo? Lara respondeu tudo, as bochechas quentes. Contou que ainda era virgem, que se masturbava quase todos os dias, que usara até um pepino. O médico anotava sem julgamento, apenas assentindo. Depois pediu que se deitasse na maca. — Vamos fazer um exame completo hoje. Tira o vestido e sutiã, por favor. Pode deixar a calcinha por enquanto. Lara obedeceu. O vestido caiu no chão junto com o sutiã. Ficou de pé, só de fio dental preto. O médico olhou por um segundo a mais do que o necessário. Pediu que se deitasse. Primeiro examinou os seios: mãos enluvadas palpando cada lado, apertando de leve os mamilos, sentindo se havia nódulos. Lara prendeu a respiração quando os dedos roçaram as pontas já endurecidas, estava toda arrepiada, os biquinhos durinhos.. Depois a barriga: pressão firme no abdômen, descendo até o osso do púbis. — Agora a parte íntima. Tire a calcinha. O fio dental preto deslizou pelas coxas. Lara abriu as pernas. O médico sentou-se no banquinho, acendeu o foco e começou. Primeiro os lábios externos, abrindo com os dedos. Depois o clitóris, tocando de leve para ver a sensibilidade. O espéculo entrou devagar, abrindo-a. Ele examinou o interior, comentando que o hímen ainda estava íntegro, só um pouco mais elástico. Os dedos enluvados entraram em seguida, tocando o ponto que a fazia tremer. — Agora vou examinar o ânus também, só para completar. Relaxe. Lara engoliu em seco. Ele pediu que virasse de lado, joelhos juntos contra o peito. Um dedo lubrificado pressionou o cuzinho virgem, entrou devagar até a primeira falange, girou, examinou o tônus. Lara sentiu o rosto queimar e o líquido escorrer pela buceta ao mesmo tempo. Quando ele tirou o dedo e pediu que voltasse de costas, as pernas dela já tremiam. O médico olhou para o foco de luz, para a entrada brilhante, e falou com a mesma voz profissional: — A irritação sumiu completamente. Está tudo normal. Mas você está bastante sensível hoje… Lara respirou fundo, as pernas ainda abertas, o fio dental jogado no chão, o corpo inteiro pedindo para gozar de novo ali mesmo. Lara estava de costas na maca, pernas abertas, o foco de luz apontado direto para a buceta brilhante de excitação. O fio dental preto jogado no chão, junto com o sutiã de renda, os mamilos duros. O médico ainda tinha os dedos enluvados entre as suas dobras, um deles pressionado de leve contra o ponto que a fazia tremer desde a primeira consulta. — Está bastante sensível hoje… — repetiu ele, a voz baixa, profissional, mas os olhos fixos nela. Lara não conseguiu responder. O corpo falou por ela. As coxas se contraiíram, o clitóris latejou contra o dedo dele e, de repente, o orgasmo veio sem aviso. Um gemido longo e abafado saiu da garganta dela enquanto o líquido quente jorrava com força, espirrando no peito do jaleco, nas luvas, no focinho do espéculo que ainda estava ao lado. O squirt molhou a maca inteira, escorreu pelas nádegas e pingou no chão. As pernas tremeram violentamente, o cú ainda latejando do toque anterior, a buceta se contraindo em volta do nada, pedindo mais. O médico não se afastou. Manteve o dedo ali, fazendo pressão circular suave enquanto ela gozava, prolongando as ondas. Só quando as contrações diminuíram ele retirou a mão com calma, tirou as luvas e as descartou. Lara cobriu o rosto com os braços, ofegante, vermelha até o pescoço. O vestido estava no chão, o corpo inteiro exposto, o cheiro do próprio orgasmo preenchendo o consultório. — Desculpa… — sussurrou, a voz embargada de vergonha e de prazer residual. Ele limpou a maca com movimentos práticos, trocou as luvas e falou sem pressa: — Não precisa se desculpar. Aconteceu da outra vez também. Seu corpo reage com intensidade. Isso não é doença. É só… sensibilidade alta. Lara baixou os braços e o olhou. Os olhos dele estavam calmos, mas havia algo a mais agora. Um interesse quieto, controlado. — Quer que eu continue o exame? — perguntou ele. — Ou prefere que eu pare? Ela engoliu em seco. A buceta ainda latejava, aberta, molhada, pedindo. A mãe não estava do lado de fora. O Uber só viria daqui a quase uma hora. — Continua… — respondeu, a voz rouca. — Por favor. O médico assentiu. Calçou luvas novas, pegou mais lubrificante e sentou-se de novo entre as pernas dela. Desta vez os dedos entraram mais fundo, dois de uma vez, abrindo o hímen sem rompê-lo, massageando por dentro enquanto o polegar girava no clitóris. Lara arquejou, as mãos agarrando o lençol de papel. — Respira fundo — mandou ele. — Vou examinar o ânus de novo, agora com mais atenção. Pediu que ela levantasse os joelhos contra o peito. O dedo indicador, bem lubrificado, pressionou o cuzinho e entrou até a segunda falange, girando devagar. Ao mesmo tempo os outros dedos continuavam na buceta. Lara sentiu os dois orifícios sendo tocados juntos e gozou de novo, mais forte, o squirt saindo em jatos curtos enquanto o dedo no cú a fazia se contrair em volta dele. O médico manteve os dedos dentro até ela parar de tremer. Depois retirou tudo com cuidado, limpou o excesso de líquido e falou, a voz um pouco mais grave: — Está tudo anatomicamente normal. Hímen íntegro. Tônus bom. Nenhuma irritação. Mas você precisa de alívio com mais frequência do que o creme consegue dar. Lara estava deitada, pernas ainda abertas, o peito subindo e descendo rápido, o sutiã de renda molhado de suor. Olhou para ele e, pela primeira vez, falou a verdade sem filtro: — Eu fico pensando no senhor… desde a outra consulta. Me toco imaginando o senhor. O silêncio que se seguiu foi pesado. O médico tirou as luvas devagar, jogou no lixo e ficou olhando para ela, ainda exposta na maca. — Então… — disse ele, por fim — a gente tem trinta e cinco minutos até o seu Uber. Quer que eu te ajude de verdade desta vez? Lara sentiu o coração disparar. A resposta saiu num sussurro molhado de desejo: — Quero. O médico trancou a porta do consultório com um clique suave. Voltou até a maca, tirou o jaleco e o pendurou na cadeira. Ficou só de camisa social clara, as mangas já dobradas. Olhou para Lara, ainda de pernas abertas, a buceta brilhante e latejando. — Levanta um pouco o quadril — pediu, a voz baixa. Lara obedeceu. Ele puxou o lençol de papel sujo, jogou no lixo e colocou uma toalha limpa sob ela. Depois sentou-se no banquinho, puxou-o para perto e abriu as coxas dela com as mãos firmes. Primeiro vieram os dedos. Dois, bem lubrificados, entraram devagar na entrada virgem, abrindo o hímen sem rompê-lo, curvando-se para cima até encontrar o ponto que a fazia tremer. O polegar começou a girar no clitóris ao mesmo tempo. Lara arquejou, as mãos agarrando as laterais da maca. — Assim…? — perguntou ele, observando cada reação do rosto dela. — Assim… mais fundo — gemeu ela. Ele obedeceu. Os dedos entraram até a segunda falange, massageando por dentro enquanto o polegar acelerava. Quando Lara já estava perto de gozar de novo, ele se inclinou para frente e, sem aviso, a boca quente desceu sobre o clitóris. A língua larga e molhada substituiu o polegar. Chupou com força, sorvendo o botão inchado entre os lábios, enquanto os dedos continuavam a se mover dentro dela. Lara soltou um grito abafado, as coxas se fechando em volta da cabeça dele. Ele não parou. Segurou as pernas dela abertas com os braços e chupou mais fundo, a língua entrando junto com os dedos, lambendo o líquido que já escorria. O orgasmo veio rápido e violento. O squirt jorrou direto na boca dele, molhando o queixo, o pescoço, a camisa. O médico engoliu o que pôde, sem se afastar, continuando a chupar e a foder com os dedos enquanto ela se contorcia na maca, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo. Quando as ondas diminuíram, ele não parou. Continuou lambendo devagar, limpando o excesso, os dedos ainda dentro, agora mais lentos, preparando-a de novo. Lara olhou para baixo e viu o rosto dele entre as suas pernas, a boca brilhante do seu gozo, os olhos escuros fixos nela. — Outra vez — mandou ele, a voz rouca. Os dedos aceleraram. A língua voltou a chupar o clitóris com força. Desta vez ele empurrou um terceiro dedo, esticando-a mais, quase no limite do hímen. Lara sentiu a pressão, a queimação doce, e gozou de novo, mais longo, o líquido saindo em jatos curtos enquanto ele bebia tudo, a língua empurrando para dentro junto com os dedos. Quando finalmente se afastou, o queixo e a camisa estavam encharcados. Lara estava deitada, pernas abertas e trêmulas, a respiração falhando, os mamilos durinhos. O médico limpou a boca com o dorso da mão e olhou para o relógio. — Ainda temos vinte minutos. Ele ficou de pé, desceu o zíper da calça e tirou o pau duro, grosso, já pingando. Segurou-o na base e passou a cabeça quente pelos lábios molhados dela, sem entrar, só esfregando, espalhando o pré-gozo misturado ao squirt. — Ainda é virgem — disse ele, a voz baixa. — Não vou romper hoje. Mas posso gozar em você por fora… se quiser. Lara olhou para o pau dele, grosso e vermelho, e assentiu, ofegante. — Quero… goza em mim. Ele acelerou a mão, a cabeça do pau batendo no clitóris inchado, esfregando entre os lábios. Em menos de um minuto ele gemeu baixo e gozou, jatos quentes e espessos caindo sobre a buceta aberta, o clitóris, o fio dental preto jogado ao lado. O esperma escorreu pela entrada virgem, misturando-se ao líquido dela. Lara sentiu o calor e gozou pela terceira vez só com a sensação, o corpo se contraindo, mais um pouco de squirt saindo fraco. O médico respirou fundo, limpou o pau com um papel, guardou-o e começou a limpar o corpo dela com gaze e solução. Com movimentos calmos, passou o algodão entre as pernas, secou o excesso, ajeitou o sutiã dela e ajudou-a a vestir o fio dental e o vestido. — Daqui a quinze minutos o Uber chega — disse ele, já de jaleco de novo. — Volte na semana que vem. Vou marcar como “retorno de rotina”. Lara desceu da maca com as pernas ainda bambas. Olhou para ele uma última vez, a boca ainda com gosto do próprio gozo, e sussurrou: — Obrigada… Ele apenas assentiu, os olhos escuros, e abriu a porta. Na rua, o ar fresco bateu no rosto quente dela. O Uber já esperava. Lara sentou-se no banco de trás, as coxas apertadas, sentindo o esperma dele ainda escorrendo devagar pela calcinha de renda preta. E já estava pensando na próxima consulta.
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