EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO - A GRAVIDEZ - PARTE X
A descoberta veio numa manhã comum. Ana Clara estava atrasada há quase três semanas. No começo achou que era só o corpo se acostumando com a rotina intensa de sexo. Mas o enjoo pela manhã e os seios doloridos não mentiam. Comprou o teste escondida, trancou-se no banheiro e esperou. Duas risquinhas. Ela ficou sentada na tampa do vaso por um longo tempo, olhando para o plástico branco. Gravida. Do marido. Daquele pau que a fodia quase todo dia, na buceta e no cu, sem camisinha desde a noite de núpcias. Quando Daniel chegou do trabalho, ela estava sentada no sofá, o teste na mão. Ele viu o rosto dela e já entendeu. Ajoelhou-se na frente dela, pegou o teste, olhou e depois ergueu os olhos. — É nosso? Ana Clara assentiu, a voz pequena. — É. Ele não disse nada por alguns segundos. Só a puxou para o colo e a beijou com uma fome diferente. Depois a deitou no sofá, tirou a calça dela e a calcinha, e meteu devagar na buceta. Fodeu com um carinho que ela quase não reconhecia. Quando gozou dentro, ficou parado, a testa encostada na dela, e murmurou: — Agora você está carregando um pedaço de mim. Nos dias seguintes, o corpo dela começou a mudar de forma sutil. Os seios ficaram mais cheios, sensíveis. A buceta mais úmida o tempo todo. E o desejo… o desejo só aumentou. Ana Clara acordava molhada. Se masturbava de manhã pensando nele. Mandava áudios pedindo para ser foda assim que ele chegasse. E Daniel correspondia. Muitas vezes a comia ainda de roupa de trabalho, de quatro no sofá, na bancada da cozinha, contra a parede. Gozava dentro da buceta com uma frequência ainda maior, como se quisesse lembrar o corpo dela o tempo todo de quem a engravidara. O cu, porém, não foi abandonado. Numa noite, depois de ele ter gozado duas vezes na buceta, Ana Clara se virou de quatro, abriu as nádegas e falou baixo: — Agora o cu. Quero sentir os dois cheios de você no mesmo dia… mesmo grávida. Daniel enfiou devagar. O aperto ainda era o mesmo. Ela gemia contra o travesseiro enquanto ele metia fundo, as mãos segurando a cintura que ainda não tinha crescido. Quando gozou no cu, Ana Clara gozou junto, o corpo inteiro tremendo. A gravidez foi anunciada na igreja no terceiro mês. O pastor pai dela subiu ao púlpito com os olhos marejados. As irmãs choraram de emoção. Todo mundo abraçava Ana Clara e dizia que ela estava radiante. Ninguém via que, por baixo da blusa larga, os seios estavam marcados de chupões, e que na noite anterior o marido tinha gozado no cu dela até ela não aguentar mais. O corpo continuava mudando. A barriga começou a aparecer. Os seios ficaram pesados. E o desejo de Ana Clara só crescia. Ela pedia para ser foda com mais frequência. Gostava especialmente de montar nele, a barriga já visível entre os dois, o pau entrando fundo na buceta enquanto ela rebolava. Outras vezes pedia para ele meter no cu por trás, as mãos segurando a barriga por baixo, como se protegesse e fodesse ao mesmo tempo. Numa madrugada, no sexto mês, ela acordou com vontade. Se ajoelhou entre as pernas de Daniel, chupou o pau até ele acordar duro, e depois se colocou de quatro. — Me fode. Os dois. Quero dormir com a buceta e o cu cheios. Ele obedeceu. Meteu na buceta até gozar. Saiu e enfiou no cu logo em seguida. A barriga dela balançava a cada estocada. Ana Clara gemia alto, sem se importar. Quando ele gozou pela segunda vez, ela simplesmente desabou na cama, ofegante, o sêmen escorrendo dos dois buracos. Daniel se deitou atrás dela, a mão grande cobrindo a barriga redonda, e beijou a nuca suada. — Você continua sendo a mesma putinha de antes… só que agora grávida. Ana Clara riu baixo, cansada, e respondeu: — E vou continuar sendo. Mesmo depois que o bebê nascer. O cu e a buceta continuam seus. Ele apertou a barriga com carinho e murmurou: — Eu sei. Lá fora, a igreja celebrava o milagre da vida. Dentro do apartamento, Ana Clara, de barriga grande e corpo sensível, continuava se entregando ao marido de todas as formas. Grávida, molhada, e completamente viciada no pau que a tinha engravidado. E os dois sabiam que aquilo era só mais um capítulo.
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