Eu estava em uma conveniência próxima a uma escola, já tinha visto ela vir deixar e pegar a filha na escola algumas vezes, mas nunca tinha puxado conversa. Um dia, quando ela se virou e nossos olhares se cruzaram, senti um grande tesão. Ela sorriu de canto, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que está fazendo. Até que surgiu uma oportunidade, ela estava parada na calçada, de shortinho curto e blusa justa, conversando com outra mãe e conversei um pouco com ela, nada demais, só banalidades. Numa dessas conversas, trocamos número de telefone e passamos a trocar mensagens, que foram ficando mais íntimas até que marcamos de nos encontrar próximo a escola, quando ela deixasse a sua filha na escola. Ela tem a pele branca, magra, corpo firme, seios pequenos e empinados, uma tatuagem grande de flores e um sonhador na coxa esquerda. . Troquei duas palavras sobre o horário da saída das crianças. Em cinco minutos já estávamos combinando de nos ver mais tarde. “Meu marido viaja hoje”, ela disse baixo, quase colada em mim. “Se quiser, pode ser após às 13 horas, quando deixaria a filha na escola.” Fui. Nós encontramos e fomos para um motel Quando entramos, fui logo abraçando-a. Percorrendo seu corpo, encoxando, alisando seus seios e buceta por cima da roupa. Até que arranquei seu short e sua blusa e me deparei com uma calcinha preta de tule, com um laço na frente e alças finas que se prendiam nas laterais com argolas douradas, os seios nus, mamilo escuro e duro, a barriga lisa, o umbigo pequeno. A tatuagem da coxa brilhava sob a luz da sala. Não conversamos muito. Ela me puxou pro quarto, me empurrou na cama e subiu em cima de mim. Beijamos com fome. Eu chupei aqueles peitos pequenos, mordi de leve os mamilos enquanto ela rebolava a buceta quente contra o meu pau ainda vestido. Depois ela se deitou de costas, braços abertos, e me olhou com aquele sorriso safado. Eu ajoelhei entre as pernas dela. Puxei a calcinha pro lado. A buceta era pequena , gordinha, com pelos pretos e curtos, lábios externos escuros e os internos rosados, já molhados. Abri com os dedos e lambi, percorrendo toda a extensão de sua buceta, mordiscando e chupando o grelinho duro e inchado. Ela soltou um gemido baixo, fundo, e abriu mais as pernas, enfiei a língua dentro, chupei os lábios. Ela molhou minha boca inteira. Quando ela já estava tremendo, virei o celular e gravei de perto. Os dedos dela entrando e saindo daquele buraquinho apertado e brilhante, o clitóris saltado, a buceta se abrindo e fechando. Ela abria os lábios com os próprios dedos pra eu ver tudo, pro vídeo ficar ainda mais safado. O som molhado dos dedos entrando e saindo, o gemido dela abafado, o cheiro forte de tesão no quarto. Depois eu enfiei o pau de uma vez. Ela era quente e molhada pra caralho. Fodi com força, segurando as coxas dela abertas, olhando a buceta engolir meu pau. Ela gozou primeiro, contraindo forte, molhando tudo. Eu continuei, mais rápido, até gozar fundo dentro dela, enchendo aquela buceta. Ficamos um tempo quietos, suados. Ela ainda com a calcinha preta puxada pro lado, seios subindo e descendo. Eu tirei mais algumas fotos: ela deitada de costas, braços abertos, a tatuagem da coxa, a calcinha preta, a buceta ainda aberta e molhada de porra. Quando saí, ela só disse: — Amanhã a gente se vê de novo na escola. E sorriu.
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