BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: FUDENDO COM O AMIGO DO PAI...
O amigo do pai se chamava Dr. Renato. Sessenta e dois anos, cabelo branco bem penteado, terno impecável, cheiro de cologne caro e charuto. Era sócio antigo do pai, frequentava a casa desde que Maria Cecília era criança. Sempre a tratara com uma formalidade excessiva, os olhos demorando um segundo a mais do que deveriam. Depois do escândalo, o pai o chamara para “conversar em privado” sobre como abafar a história. Renato se oferecera para ajudar. Na verdade, se oferecera para mais. Maria Cecília soube no mesmo instante em que ele apareceu na casa, numa tarde em que o pai havia saído. A mãe estava trancada no quarto. A empregada tinha folga. Renato entrou, fechou a porta atrás de si e a encontrou na sala, de camisola fina. — Seu pai me pediu para conversar com você — disse, a voz baixa, controlada. — Sobre o que aconteceu. Sobre discrição. Maria Cecília sorriu de canto. Sentou-se no sofá, as pernas cruzadas, a camisola subindo. — O senhor veio falar de discrição… ou veio me comer? O homem engoliu em seco. O pau já marcava a calça. Ele olhou para a escada, como quem confirma que estavam sozinhos, e depois se aproximou. Maria Cecília abriu as pernas. A camisola subiu até a raiz das coxas. A buceta apareceu, depilada, já brilhante. — Seu pai nunca pode saber — murmurou Renato, a voz rouca. — Então come logo. Ele se ajoelhou na frente dela. As mãos velhas, bem cuidadas, subiram pelas coxas e abriram os lábios. A língua desceu com fome. Chupou o clitóris com precisão, os dedos entrando em seguida. Maria Cecília segurou a cabeça branca dele e rebolou no rosto, gozando rápido, o líquido molhando a boca e o queixo do homem. Renato se levantou, ofegante. Abriu a calça. O pau saiu duro, grosso para a idade, a cabeça avermelhada. Maria Cecília se virou de quatro no sofá. Ele ajoelhou-se atrás, encaixou e meteu de uma vez. Soltou um gemido baixo, quase aliviado. Começou a foder com estocadas profundas e ritmadas, as mãos apertando a cintura dela. A cada embalo a barriga dele batia na bunda de Maria Cecília. — Tão apertada… — rosnou. — Tão puta… Maria Cecília empurrava para trás, engolindo o pau inteiro. Gozeu de novo, as unhas no sofá, a boca aberta. Renato acelerou. Tirou o pau, virou-a de frente e meteu outra vez, agora olhando o rosto dela. As estocadas ficaram mais pesadas. Ele gozou dentro, com um gemido longo, o corpo inteiro tremendo, o sêmen quente enchendo a buceta dela. Ficou enterrado alguns segundos, respirando pesado. Depois tirou o pau devagar. O sêmen escorreu imediatamente. Maria Cecília se deitou de lado no sofá, as pernas ainda abertas, e olhou para ele enquanto ele ajeitava a calça. — Semana que vem meu pai sai de novo — disse ela, a voz calma. — O senhor pode voltar. Renato passou a mão pelo cabelo branco, ainda ofegante, e acenou. — Eu volto. Ele saiu. Maria Cecília ficou no sofá, o sêmen escorrendo, o cheiro do cologne caro misturado ao sexo. Lá em cima, a mãe continuava trancada. O pai ainda não sabia. E ela já estava pensando na próxima visita.
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