DESVIRGINANDO A IRMÃ...

Eles ainda estavam no quarto, a porta trancada, o corpo dela mole depois do orgasmo.
Ele a virou de costas na cama, abriu as pernas dela com as mãos e se posicionou entre elas. O pau ainda duro, brilhando com o gozo anterior. A cabeça grossa pressionou a entrada da buceta lisinha, que ainda latejava.
— Você disse que ainda era virgem — ele falou baixo, olhando nos olhos dela.
Ela assentiu, a respiração ofegante, as mãos nos ombros dele.
— É… ainda sou.
Ele empurrou devagar. A cabeça abriu caminho com dificuldade. As paredes apertadas resistiram um segundo e depois cederam. Ela soltou um gemido agudo, as unhas cravando nas costas dele. Ele parou com só a cabeça dentro, deixando ela se acostumar com a invasão.
— Dói?
— Um pouco… mas continua.
Ele empurrou mais. Centímetro por centímetro, o pau grosso abrindo a buceta virgem dela, esticando, preenchendo. Quando chegou até o fundo, os dois gemeram juntos. Ele ficou parado, enterrado completamente, sentindo as paredes quentes e apertadas se contraírem em volta dele.
Eles ficaram abraçados por um tempo, o corpo dela ainda tremendo de leve, o gozo dele escorrendo devagar entre as coxas.
Ele passou a mão pela barriga dela, desceu até a buceta inchada e espalhou o líquido com os dedos, sentindo a entrada ainda aberta e sensível. Ela estremeceu com o toque.
— Ainda dói? — perguntou baixo.
— Um pouco… mas é gostoso.
Ele sorriu de lado e se levantou. Foi até a porta, escutou o corredor e voltou. A casa continuava silenciosa. Os pais ainda não tinham chegado.
Sem falar nada, ele a virou de lado, ergueu uma perna dela e se encaixou por trás. O pau, que já estava endurecendo de novo, deslizou entre as nádegas molhadas e encontrou a entrada. Dessa vez entrou mais fácil. Ela soltou um gemido comprido quando ele enterrou até o fundo de uma só vez.
Ele começou a meter devagar, sem pressa, uma mão segurando a coxa dela aberta e a outra apertando um seio por baixo da camisa da escola que ela ainda vestia. As estocadas eram profundas e ritmadas. O som molhado voltou a encher o quarto.
— Você fica tão apertada… — murmurou no ouvido dela. — Parece que foi feita pra meu pau.
Ela só conseguia gemer, empurrando a bunda de volta contra ele. Ele acelerou. A mão que estava no seio desceu e encontrou o clitóris, esfregando rápido enquanto o pau entrava e saía com força. Ela gozou de novo, mais quieta dessa vez, o corpo se contraindo, a buceta apertando o pau dele em ondas.
Ele tirou, ainda duro, e a virou de quatro. Ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu no cuzinho. O polegar pressionou a entrada e entrou devagar. Ela arqueou as costas, gemendo mais alto.
— Relaxa… — ele disse, metendo o polegar com cuidado enquanto o pau voltava para a buceta.
Os dois buracos sendo usados ao mesmo tempo. O polegar no cu, o pau fundo na buceta. Ele metia os dois no mesmo ritmo. Ela enterrou o rosto no travesseiro para abafar os gemidos. Em poucos minutos ele gozou de novo, dessa vez puxando para fora e jorrando nas nádegas e nas costas dela, o líquido quente escorrendo pela coluna.
Eles caíram na cama ofegantes. Ele puxou o lençol por cima dos dois e ficou passando a mão na bunda molhada dela, o dedo às vezes entrando de leve no cu ainda aberto.
Lá embaixo a porta da frente abriu. Vozes dos pais.
Os dois se entreolharam. Ele se levantou rápido, puxou o calção, deu um beijo molhado na boca dela e saiu do quarto em silêncio, fechando a porta com cuidado.
Ela ficou deitada, a camisa da escola aberta, a saia amontoada na cintura, a buceta e o cu latejando, o corpo coberto de gozo. Ouviu os passos do irmão descendo a escada e a voz dele cumprimentando os pais normalmente.
Ela sorriu sozinha, ainda sentindo ele dentro dela.
Depois começou a se mover. Estocadas curtas e lentas no começo, saindo quase inteiro e entrando de novo até o fundo. A cama rangia baixo. Ela arqueava as costas, as pernas envolvidas na cintura dele, gemendo a cada vez que ele metia fundo.
Ele acelerou aos poucos. As estocadas ficaram mais longas, mais fortes. O som molhado da buceta dela engolindo o pau enchia o quarto. Uma das mãos dele desceu entre os corpos e encontrou o clitóris inchado, esfregando em círculos enquanto continuava fodendo.
Ela gozou primeiro, a buceta se fechando com força em volta do pau dele, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo escapando da garganta. Ele não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, mais fundo, mais rápido, até sentir o próprio gozo subindo.
— Vou gozar dentro — avisou, a voz rouca.
Ela só assentiu, as pernas apertando mais a cintura dele. Ele enterrou até o fundo e gozou, os quadris se contraindo, jorrando quente dentro da irmã. Ficaram assim, colados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro dela.
Quando ele saiu devagar, um fio de gozo escorreu pela buceta avermelhada e inchada. Ele olhou para baixo, viu o sangue misturado com o líquido branco e passou o polegar de leve na entrada, espalhando.
Ela estava ofegante, as pernas ainda abertas, o olhar vidrado.
Ele se deitou ao lado, puxou ela para cima do peito e passou a mão na coxa molhada dela.
— Agora você não é mais virgem.
Ela só enterrou o rosto no pescoço dele, ainda sentindo o corpo latejar por dentro.
Ela ficou quieta na cama até ouvir os pais subirem e os quartos fecharem. O silêncio voltou. Só então se levantou, as pernas ainda bambas, o gozo dele escorrendo pela parte de dentro das coxas. Foi até o banheiro, limpou o que deu, mas não tomou banho. Queria continuar sentindo o cheiro e a sensação.
Voltou para o quarto, tirou o resto da farda e se deitou nua embaixo do lençol. O corpo ainda formigava. A buceta estava sensível, um pouco inchada, e o cu latejava de leve onde o polegar dele tinha entrado. Fechou os olhos e reviveu tudo: o ônibus, os dedos dele no meio da multidão, a forma como ele a empurrou contra a parede ao chegar, o momento exato em que o pau rompeu a resistência e a preencheu pela primeira vez.
Não conseguiu dormir.
Mais tarde, quando a casa já estava completamente quieta, a porta do quarto abriu de novo sem barulho. Ele entrou só de short, fechou atrás de si e veio direto para a cama. Sem falar nada, puxou o lençol e se deitou por cima dela. A boca encontrou a dela num beijo fundo, a língua invadindo. A mão desceu entre as pernas e encontrou a buceta ainda molhada.
— Não aguentei — sussurrou contra a boca dela. — Fiquei pensando em você aí sozinha.
Ele se ajoelhou entre as coxas dela, abaixou o short e o pau já estava duro de novo. Dessa vez não teve preliminares longas. Posicionou a cabeça e entrou de uma vez, fundo. Ela arqueou as costas, um gemido abafado escapando. Ele meteu com vontade, as mãos segurando as coxas dela abertas, o corpo batendo contra o dela em estocadas profundas e ritmadas.
A cama rangia baixo. Eles tentavam fazer o mínimo de barulho possível. Ele se inclinava e chupava os mamilos enquanto continuava fodendo. Ela enfiava as unhas nas costas dele. Em poucos minutos ela gozou de novo, as pernas tremendo em volta da cintura dele. Ele segurou o orgasmo dela, metendo mais fundo, e só depois tirou, subiu até a altura do peito dela e gozou nos seios, jatos quentes caindo na pele.
Depois limpou o gozo com os dedos e levou até a boca dela. Ela chupou sem hesitar.
Ele se deitou ao lado, puxou ela para cima do peito e ficou passando a mão devagar pelas costas nuas.
— Amanhã de novo no ônibus — murmurou. — E quando chegar em casa… quero te foder no banheiro enquanto os pais estão na sala.
Ela só assentiu, o corpo mole, a buceta latejando, já contando as horas para o dia seguinte.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274205 - A DAMA DO LOTAÇÃO: MAIS UMA VEZ SENDO FUDIDA POR UM MOTORISTA... - Categoria: Fetiches - Votos: 2
274204 - ENCOXADA PELO IRMÃO... - Categoria: Fetiches - Votos: 2
274150 - O DESEJO DO IRMÃO EM LHE ENCOXAR... - Categoria: Fetiches - Votos: 2
273943 - A QUARTA ENCOXADA E O FLAGRA DO IRMÃO - Categoria: Fetiches - Votos: 2
273796 - A TERCEIRA ENCOXADA E QUASE FLAGRADA PELO IRMÃO... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273790 - A SEGUNDA ENCOXADA, TAMBÉM INESQUECÍVEL... - Categoria: Fetiches - Votos: 0
273789 - A PRIMEIRA ENCOXADA A GENTE NUNCA ESQUECE... - Categoria: Fetiches - Votos: 2
273786 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: VOLTANDO AO TERRENO BALDIO... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273764 - A PATRICINHA PUTINHA: FUDENDO COM DOIS E SENDO FILMADA... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273758 - A PATRICINHA PUTINHA: FUDENDO COM DOIS... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273757 - A PATRICINHA PUTINHA: UMA NOVA FODA... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273756 - A DAMA DO LOTAÇÃO: UMA NOVA VISITA AO CEMITÉRIO... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273722 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: OUVINDO A CONVERSA E OS DIAS SEGUINTES... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273719 - A DAMA DO LOTAÇÃO: O PASTOR, O DIÁCONO E O PRESBÍTERO... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273671 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A CONVERSA ENTRE OS PAIS... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273658 - A DAMA DO LOTAÇÃO: O PASTOR E O DIÁCONO - Categoria: Fetiches - Votos: 0
273653 - A DAMA DO LOTAÇÃO: ENCOXADA POR UM IDOSO... - Categoria: Fetiches - Votos: 0
273616 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: O PAI E A MÃE DESCOBRINDO - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273602 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A CHEGADA EM CASA... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273601 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: O COMEÇO DE TUDO... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273539 - O CORNO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
273526 - A VIRGEM: O CONVITE PARA O MOTEL - Categoria: Virgens - Votos: 2
273502 - A ROSA DO CLAUSTRO - Categoria: Fetiches - Votos: 0
273490 - A DAMA DO LOTAÇÃO: O PASTOR - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273489 - O JARDIM DOS PRAZERES INVERTIDOS - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
273467 - A PATRICINHA PUTINHA - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273437 - A VIRGEM: CONTANDO OS DIAS SEGUINTES... - Categoria: Virgens - Votos: 2
273296 - FELIZ DOTE: RETORNO DA PRAIA E EXIBICIONISMO NO RESTAURANTE - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
273295 - CURRADA POR DESCONHECIDOS... - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
273294 - CHUPANDO A TRANS E LEVANDO GOZADA NO ROSTO - Categoria: Travesti - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil mestrern
mestrern

Nome do conto:
DESVIRGINANDO A IRMÃ...

Codigo do conto:
274344

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
10/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0