O pastor voltou na semana seguinte, como combinado. Desta vez não veio sozinho. Ao lado dele estava o diácono: homem mais novo, uns trinta e cinco anos, rosto raspado, olhar inquieto, a Bíblia apertada contra o peito como se fosse escudo. Os dois subiram as escadas em silêncio. Quando Solange abriu a porta — de novo de camisola fina, sem nada por baixo —, o diácono engoliu em seco e desviou o olhar. O pastor não. — Trouxe o irmão Marcos — disse o pastor, a voz já rouca. — Para orarmos juntos. Solange os deixou entrar. Fechou a porta e se encostou nela, as pernas levemente abertas. A camisola subia sozinha. — Podem orar — respondeu. — Depois a gente peca. O diácono ainda tentou abrir a Bíblia. O pastor tirou o livro da mão dele e jogou no sofá. Avançou sobre Solange primeiro. Puxou a camisola para cima de uma vez e chupou um seio com fome, enquanto a mão descia e enfiava dois dedos na buceta já molhada. Solange gemeu alto. O diácono ficou parado no meio da sala, o pau marcando a calça, o rosto vermelho. — Vem — ordenou o pastor, a boca ainda no peito dela. — Ou vai ficar só olhando? O diácono se aproximou como quem obedece a uma ordem divina. Solange puxou a cabeça dele para o outro seio. Enquanto o pastor a masturbava com os dedos, o diácono chupava o mamilo com pressa nervosa. Solange segurou o cabelo dos dois e rebolou contra a mão do pastor até gozar em pé, o líquido escorrendo pela coxa. Não houve mais preâmbulo. O pastor a empurrou de quatro no sofá. Abriu a calça, tirou o pau já duro e enfiou de uma vez. Solange gritou. O diácono, ainda hesitante, abriu a própria calça. Solange puxou o pau dele para a boca e engoliu até a base. Os dois começaram a fodê-la no mesmo ritmo: o pastor por trás, fundo e pesado; o diácono na boca, com estocadas curtas e trêmulas. O barulho enchia a sala — pele batendo, saliva, gemidos abafados. O pastor tirou o pau da buceta, cospiu no cu dela e enfiou o polegar primeiro, depois a cabeça do pau. Solange soltou um grito longo, a boca ainda cheia. O diácono aproveitou e segurou a cabeça dela com as duas mãos, fodendo a garganta com mais coragem. O pastor metia no cu com força, as mãos calosas abrindo as nádegas. Solange gozou de novo, o corpo inteiro em espasmo, baba escorrendo pelo queixo. Eles se revezaram. O diácono foi para a buceta. Metia rápido, quase sem ritmo, enquanto o pastor fazia ela chupar o pau ainda sujo do cu. Depois trocaram de novo. O pastor voltou para a buceta e gozou dentro com um gemido rouco, chamando o nome do Senhor no meio do orgasmo. O diácono tirou o pau da boca dela, masturbou-se rápido e gozou no rosto de Solange, cobrindo a boca, o nariz e uma das bochechas. Quando terminaram, os dois estavam ofegantes, as calças nos tornozelos, o suor escorrendo. Solange ficou deitada de lado no sofá, a camisola erguida até os seios, o sêmen escorrendo da buceta e do cu, o rosto sujo de porra. O pastor ajeitou a roupa primeiro. O diácono demorou mais, as mãos ainda tremendo. Na porta, o pastor ainda tentou recuperar alguma dignidade. — Isso… não pode se repetir. Solange limpou um pouco do sêmen do queixo com o dedo e chupou. — Semana que vem — respondeu. — Traz o presbítero também. Os dois saíram em silêncio. Solange ouviu os passos apressados descendo a escada. Depois se levantou, olhou a bagunça do sofá e sorriu. Alberto estava debaixo da terra. E a igreja, aos poucos, estava toda dentro dela.
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