Na manhã da terceira consulta, Lara acordou antes do despertador. O corpo já estava quente. Tomou banho demorado, depilou-se de novo até ficar completamente lisinha e escolheu o conjunto com cuidado: sutiã preto meia-taça de renda, que deixava os mamilos quase à mostra, e a calcinha fio dental mais fina que tinha, tão pequena que desaparecia entre as nádegas. Por cima, o mesmo vestidinho folgado de tecido leve. Sem nada por baixo além da renda preta. Pegou o Uber sozinha. No caminho, as coxas apertadas, já sentia a calcinha úmida só de imaginar o que ia acontecer. Quando o carro parou em frente ao prédio, o coração batia tão forte que ela precisou respirar fundo antes de entrar. A secretária a chamou quase na hora. Lara entrou no consultório e fechou a porta atrás de si. O médico estava de pé, jaleco aberto, olhando o prontuário. Quando ergueu os olhos e a viu, demorou um segundo a mais do que o profissionalmente necessário. — Bom dia, Lara. — Bom dia — respondeu ela, a voz já um pouco rouca. Ele trancou a porta com o mesmo clique suave da última vez. Pediu que se sentasse e fez as perguntas de rotina, mas os olhos não saíam dela. — A irritação voltou? — Continua se tocando com a mesma frequência? — Ainda é virgem? Lara respondeu com honestidade: — A irritação não voltou. Eu me toco todos os dias… várias vezes. E ainda sou virgem. Mas… eu não quero continuar sendo. O silêncio ficou pesado por um instante. O médico fechou o prontuário com calma. — Tira o vestido. Lara obedeceu. O tecido caiu no chão. Ficou de pé só de sutiã e fio dental pretos. Ele se aproximou, passou os dedos pela alça do sutiã e o abriu, libertando os seios. Os mamilos já estavam duros. Ele os apertou de leve entre os dedos, depois desceu a mão até a calcinha e a puxou para o lado, tocando a fenda já encharcada. — Deita. Lara subiu na maca. Ele abriu as pernas dela com as mãos firmes, ajeitou o focinho de luz e examinou com os dedos enluvados primeiro — só para manter a aparência de consulta. Dois dedos entraram fácil, o hímen ainda íntegro, mas muito mais elástico do que nas vezes anteriores. Ele tirou as luvas, jogou no lixo e, sem dizer mais nada, ajoelhou-se entre as coxas dela. A boca desceu direto no clitóris. Chupou com fome, a língua larga e quente, enquanto dois dedos (agora sem luva) entravam e saíam, abrindo-a. Lara gemeu alto, as mãos nos cabelos dele, o quadril se erguendo contra a boca. Gozou rápido, o squirt molhando o rosto do médico, que não se afastou. Continuou chupando e enfiando os dedos até ela gozar de novo, as pernas tremendo sem controle. Quando as ondas passaram, ele se levantou, desceu o zíper e tirou o pau já duro e grosso. Passou a cabeça inchada pelos lábios molhados dela, espalhando o pré-gozo. — Tem certeza? — perguntou, a voz rouca. — Depois não tem volta. Lara olhou para ele, as pernas abertas, a buceta latejando, e respondeu sem hesitar: — Tenho. Me fode. Rompe. Ele posicionou a cabeça na entrada, pressionou devagar e começou a entrar. O hímen resistiu por um segundo — uma ardência viva, quente — e então cedeu. Lara soltou um gemido agudo, metade dor, metade prazer, enquanto o pau grosso deslizava para dentro até o fundo, esticando-a como nunca antes. Ele parou por um instante, deixando-a se acostumar, e depois começou a se mover. Aos poucos a dor virou prazer. Ele fodia com força controlada, fundo, a base batendo no clitóris a cada estocada. Lara gozou de novo com ele dentro, o corpo se contraindo em volta do pau, o squirt saindo ao redor. O médico gemeu baixo, acelerou e gozou fundo, jatos quentes preenchendo-a pela primeira vez. Ficaram parados por alguns segundos, conectados, ofegantes. Depois ele saiu devagar. Um fio de esperma e sangue misturados escorreu pela entrada agora aberta. Ele limpou com gaze, com cuidado, e olhou para ela. — Como se sente? Lara sorriu, ainda tremendo, a voz rouca de tanto gemer: — Inteira… e completamente fodida. Ele ajudou-a a se vestir, ajeitou o jaleco e abriu a porta. — Mesmo horário na semana que vem. E Lara… da próxima vez não precisa mais fingir que é só retorno de rotina. Ela desceu as escadas com as pernas bambas, o esperma dele ainda escorrendo devagar pela calcinha de renda, e um sorriso pequeno no rosto. Pela primeira vez, não era mais virgem. E já queria a próxima consulta.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.