A DAMA DO LOTAÇÃO: VOLTOU AO CEMITÉRIO E FOI FUDIDA PELO COVEIRO E JARDINEIRO



O sol já descia quando Solange entrou no cemitério. Final de tarde, o calor ainda grudado na pele, o cheiro de terra molhada e flores murchas subindo dos túmulos. Vestia o mesmo vestido fino, sem nada por baixo. A saia balançava nas coxas a cada passo. Foi direto ao túmulo de Alberto, ajoelhou-se na terra e ficou olhando a foto sob o vidro rachado.
O coveiro apareceu atrás dela, como da outra vez. Pá na mão, camisa suada colada no peito, as mãos pretas de barro. Desta vez não estava sozinho. Ao lado dele vinha o jardineiro: homem mais novo, magro, braços queimados de sol, bermuda suja de grama e terra. Os dois pararam atrás de Solange e ficaram olhando.
O coveiro falou primeiro, a voz baixa e rouca:
— Veio de novo, puta?
Solange não respondeu. Só abriu um pouco mais as pernas na terra. O vestido subiu. O jardineiro cuspiu no chão e riu baixo.
— Olha só… já tá molhada só de ajoelhar no túmulo do corno.
O coveiro jogou a pá no chão. Abaixou-se atrás dela, agarrou o cabelo com força e puxou a cabeça para trás. A outra mão ergueu o vestido até a cintura de uma vez. A buceta apareceu, já brilhando. Ele deu um tapa seco nela, o som molhado ecoando entre as lápides. Solange soltou um gemido. O coveiro deu outro tapa, mais forte, e depois enfiou três dedos de uma cajadada só.
— Abre essa perna, puta safada. Hoje você vai gritar.
O jardineiro já tinha aberto a bermuda. O pau saiu duro, fino e comprido. Ajoelhou-se na frente de Solange, agarrou o cabelo que o coveiro segurava e enfiou o pau na boca dela de uma vez. Solange engasgou. O jardineiro não deu tempo. Fodeu a garganta com estocadas curtas e profundas enquanto o coveiro tirava os dedos, abria a própria calça e enfiava o pau grosso na buceta dela de uma só vez.
Os dois começaram a fodê-la no ritmo.
O coveiro por trás, agarrando a cintura com as mãos sujas de terra, metendo fundo, o saco batendo na buceta a cada estocada. O jardineiro na frente, segurando a cabeça dela com as duas mãos, enfiando o pau até a base, fazendo Solange babar e engasgar. O som era obsceno: o barulho molhado da buceta engolindo o pau grosso, o engasgo dela, os gemidos abafados pelo pau na garganta.
O coveiro deu um tapa forte na bunda dela.
— Grita, puta. Quero ouvir.
Solange tentou, mas a boca estava cheia. O jardineiro tirou o pau só o suficiente para ela respirar e gritar, depois enfiou de novo. O coveiro acelerou, metendo com força, a mão descendo para esfregar o clitóris com os dedos sujos de terra. Solange gozou primeiro assim, o corpo inteiro tremendo de quatro sobre o túmulo, um grito longo e rouco saindo quando o jardineiro tirou o pau da boca por um segundo.
Eles não pararam.
O coveiro tirou o pau da buceta, ainda duro e brilhante, e enfiou no cu dela de uma vez, sem spit, só com a lubrificação que escorria. Solange gritou alto, o som ecoando entre as sepulturas. O jardineiro aproveitou, agarrou o cabelo dela com mais força e voltou a foder a boca. O coveiro metia no cu com violência, as mãos abrindo as nádegas, cuspendo em cima para facilitar. Solange gozou de novo, o corpo sacudindo, o grito abafado pelo pau na garganta.
O jardineiro gozou primeiro. Enfiou até o fundo e despejou o sêmen quente direto na garganta dela. Solange engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo e pingando na terra do túmulo. O coveiro tirou o pau do cu, enfiou de novo na buceta e gozou logo em seguida, enchendo ela com jatos fortes, gemendo baixo como um animal.
Mesmo depois de gozar, os dois não a soltaram.
O coveiro continuou metendo devagar, espalhando a própria porra para dentro e para fora. O jardineiro ajoelhou-se de novo, abaixou a cabeça e chupou o clitóris dela enquanto o outro ainda fodia. Solange gritou mais uma vez, o corpo inteiro em espasmo, gozando pela terceira vez, as pernas cedendo na terra. O líquido escorria, misturado com sêmen e terra, manchando o vestido e o chão do túmulo.
Só então eles pararam.
O coveiro tirou o pau, limpou na coxa dela e levantou. O jardineiro cuspiu no chão e ajeitou a bermuda. Solange ficou de quatro sobre a sepultura do marido, o vestido erguido, a buceta e o cu abertos e escorrendo, o rosto sujo de saliva e porra, ainda tremendo.
O coveiro deu um último tapa na bunda dela e falou, a voz rouca:
— Volta amanhã, puta. A gente ainda não terminou com você.
Solange se levantou devagar. O vestido desceu, mas a mancha era impossível de esconder. O sêmen escorria pelas pernas até o tornozelo. Ela olhou uma última vez para a foto de Alberto sob o vidro rachado e saiu andando entre as lápides, as pernas abertas, o corpo inteiro latejando.
O sol já tinha sumido.
E ela ainda gemia baixo a cada passo.

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Nome do conto:
A DAMA DO LOTAÇÃO: VOLTOU AO CEMITÉRIO E FOI FUDIDA PELO COVEIRO E JARDINEIRO

Codigo do conto:
272730

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
20/09/2026

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