A DAMA DO LOTAÇÃO: UM OUTRO HOMEM SE APROVEITOU DA SITUAÇÃO E A FEZ GOZAR NOVAMENTE NO ÔNIBUS
Solange ainda tremia quando o ônibus arrancou de novo. O vestido colado entre as coxas, a mancha escura bem visível na frente, o cheiro do próprio gozo subindo no ar quente e fechado. As pernas bambas. O clitóris ainda latejando, sensível demais. Foi aí que o segundo homem se aproximou. Este vinha pela frente. Alto, ombros largos, camisa social suada colada no peito. Não pediu licença. Simplesmente se encaixou no espaço mínimo que restava, o corpo pressionando o dela de frente. Solange sentiu o volume duro na calça dele roçar direto no baixo ventre molhado. Ele olhou para baixo, viu a mancha no vestido, e sorriu de canto, sem mostrar os dentes. A mão grande desceu sem pressa. Passou por cima do tecido encharcado, sentindo o calor que ainda saía da buceta dela. Os dedos encontraram o clitóris inchado e apertaram com força, de propósito. Solange soltou um gemido alto, quase um soluço. As pernas fraquejaram de novo. O homem aproveitou, passou o braço na cintura dela e a puxou contra o próprio corpo, esfregando o pau duro na barriga e na boceta ao mesmo tempo. — Ainda tá gozando? — murmurou baixo, a boca quase no ouvido dela. — Que puta gostosa. Solange não respondeu. Só abriu mais as pernas. O homem enfiou a mão por baixo do vestido, sem cerimônia. Os dedos grossos encontraram a buceta escorrendo, ainda latejando do orgasmo anterior. Enfiou dois de uma vez, fundo, e o polegar voltou a esfregar o grelinho descoberto. O ônibus balançava. Cada freada fazia os dedos entrarem mais. Solange gemía sem conseguir segurar, a boca aberta, a testa suada colada no peito do homem. Ele masturbava ela com violência agora. Os dedos entravam e saíam com barulho molhado, o polegar esfregando rápido demais no clitóris sensível. Solange sentiu o segundo orgasmo subir rápido, quase dolorido. O corpo inteiro tremeu. Ela gozou de novo em pé, gemendo alto, as pernas cedendo. O líquido escorreu pela mão dele, molhou o punho da camisa, pingou no chão do ônibus. O homem não parou. Continuou metendo os dedos enquanto ela ainda tremia, forçando mais um pouco de gozo dela. Com a outra mão abriu o zíper da própria calça, tirou o pau grosso e quente e colocou na mão de Solange. Ela apertou por instinto. Ele guiou a mão dela para cima e para baixo, enquanto os dedos continuavam fodendo a buceta diluída. — Continua gemendo — ordenou baixo. — Quero que todo mundo ouça. Solange obedeceu. Cada vez que ele curvava os dedos dentro dela, um gemido saía mais alto. O ônibus inteiro fingia não escutar. Ou escutava e continuava em silêncio. O homem tirou os dedos de repente, ergueu o vestido dela na frente e encaixou a cabeça do pau na entrada encharcada. Empurrou só a glande para dentro, o suficiente para sentir o calor, e ficou ali, esfregando devagar, sem enfiar tudo. Solange rebolava, tentando engolir mais. Ele não deixava. Só a torturava com a cabeça grossa entrando e saindo um pouco, enquanto o polegar voltava a esfregar o clitóris descoberto. Ela gozou pela terceira vez assim, com só a cabeça do pau dentro, o corpo inteiro sacudindo, um gemido longo e rouco que ecoou no fundo do ônibus. O homem aproveitou o aperto da buceta dela e empurrou mais um pouco, gozando também, o sêmen quente jorrando dentro, escorrendo logo em seguida pela coxa dela misturado com o líquido dos orgasmos. Ele tirou o pau ainda latejando, limpou na barra do vestido de Solange e guardou. Ajeitou a camisa. Olhou uma última vez para a mancha ainda maior na roupa dela e desceu no próximo ponto sem dizer mais nada. Solange ficou em pé, o vestido encharcado na frente e atrás, o sêmen escorrendo até o joelho, as pernas tremendo. O cheiro de sexo agora era impossível de esconder. E o ônibus continuava andando, lotado, quente, cheio de homens que já tinham sentido o cheiro. Ela não desceu. Ainda havia tempo até o ponto final.
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