Ela ainda estava de babydoll quando o marido já estava saindo para o trabalho e os dois homens tinham acabado de chegar. Ele os chamou para a cozinha. — Vocês podem almoçar aqui hoje — disse, calmo, aproveitam e dão uma adiantada no serviço. O pedreiro e o ajudante trocaram um olhar rápido e aceitaram. O marido se aproximou dela, ergueu um pouco o babydoll dela, passando os dedos pela buceta molhada e disse no seu ouvido, não sabendo se eles escutaram: — Hoje eles vão te comer. Os dois. Ela sentiu a umidade chegar na hora. O marido beijou-lhe a boca e saiu, deixando a porta da cozinha aberta. Os homens foram trabalhar e ela sempre que possível, aproveitava para se exibir e provocar os dois. Na hora de almoçar ela chamou os dois.Ela serviu o almoço, inclusive ofereceu uma cerveja para eles, o babydoll subindo cada vez que se inclinava. Nenhum dos três comentou o óbvio. Quando terminaram de comer, o pedreiro se levantou, se aproximou por trás dela na desculpa de ir colocar o prato na pia encostou o cacete em sua bunda, ela fingiu ter se assustado, mas esfregou a bunda em seu cacete, e disse, o que isso que tem aí ? Ele levantou o babydoll para cima, até os seios. Enquanto cheirava o seu pescoço e passava a língua em sua orelha. O ajudante chegou e ficou ao lado deles, olhando. Ela foi guiada até a mesa. O pedreiro a virou de costas, fez com que se curvassse sobre a madeira e puxou o fio-dental para o lado. A buceta já estava encharcada. Ele abriu a calça, tirou o pau grosso e ela dando uma de difícil, dizendo que não queria e que ia contar ao marido, ele não contou conversa e chamando-a de putinha safada, que gostava de provocar e ia ter o que merece, enterrou o cacete de uma vez, com força, fundo. Ela gemeu alto, as mãos espalmadas na mesa. Ele começou a meter com força, as mãos calejadas segurando a cintura dela. O ajudante rodeou a mesa, abriu a calça e enfiou o pau na boca dela. Ela chupava enquanto o pedreiro a fodia por trás. O som molhado das estocadas e da chupada encheu a cozinha. Depois trocaram. O ajudante a puxou para o chão, de quatro, e meteu na buceta com vontade. O pedreiro se ajoelhou na frente e enfiou o pau de novo na boca dela. Os dois metiam no mesmo ritmo. O pedreiro mandou: — Vira. Eles a deitaram de lado. O ajudante ficou na frente e voltou a entrar na buceta. O pedreiro se posicionou atrás, cuspiu no cuzinho dela e foi empurrando o pau devagar até o fundo. Os dois começaram a foder ao mesmo tempo, estocadas fundas e sincronizadas. Ela gemia alto, gritava, recheada dos dois lados, as unhas no braço do ajudante. O ajudante gozou primeiro, gemendo e despejando dentro da buceta. O pedreiro acelerou no cuzinho e gozou logo em seguida, enchendo o ânus dela de porra, com jatos quentes. Os dois ficaram enterrados alguns segundos, latejando, antes de sair. A porra escorreu imediatamente, misturando-se e descendo pelas coxas dela até o chão da cozinha. O babydoll ainda estava erguido até os seios. Eles ajeitaram as calças em silêncio, ainda ofegantes. O pedreiro olhou para ela, deitada de lado, a porra vazando. — Amanhã a gente termina o serviço de hoje— disse, a voz rouca. Os dois saíram. O portão se fechou. Ela ficou ali, o corpo quente, a porra dos dois escorrendo, sabendo que o marido chegaria em breve e ia querer ouvir cada detalhe enquanto a comia de novo.
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