FELIZ DOTE, O ÚLTIMO DIA NA PRAIA



O último dia na praia
No último dia de férias, Rubens escolheu a praia mais deserta que conhecia, um trecho escondido atrás das pedras, longe dos guarda-sóis e das famílias. Beth foi só de tanga preta mínima e uma camisa aberta. Sem sutiã. Sem nada por baixo além do fio que já sabia que não ia durar.
Assim que chegaram, ela tirou a camisa e se esticou na toalha. O sol batia direto. Em minutos a tanga já tinha sido engolida por completo. Os lábios grossos e proeminentes se abriam com o calor, brilhando, a fenda profunda à mostra. Qualquer pessoa que passasse por ali veria tudo.
Dois homens caminhavam pela areia, longe, mas se aproximaram quando perceberam a cena. Rubens não fez nada para esconder a esposa. Pelo contrário: puxou a tira preta para o lado e deixou a buceta dela completamente nua, os lábios carnudos expostos ao sol e ao olhar dos estranhos.
Beth gemeu baixinho, abrindo mais as pernas.
Os homens pararam a uma distância respeitosa, mas não tiraram os olhos. Rubens acenou com a cabeça, autorizando. Um deles se aproximou mais. Beth olhou direto para ele enquanto o marido abria os lábios dela com os dedos, mostrando a entrada úmida, o clitóris inchado, a carne rosada e generosa.
— Pode olhar à vontade — disse Rubens. — Ela gosta.
Beth estava encharcada. O segundo homem também se aproximou. Rubens tirou a tanga de vez e jogou na areia. Agora não havia mais nada cobrindo o dote. Só sol, vento e olhares.
Ele se ajoelhou entre as pernas da esposa e começou a chupar ali mesmo, na frente dos dois. A língua barulhenta, os lábios grossos sendo puxados e chupados, a buceta de Beth se abrindo e fechando com os gemidos. Os homens se masturbavam abertamente agora, sem disfarce.
Quando Beth já estava prestes a gozar, Rubens se afastou, virou ela de quatro na toalha e enterrou o pau de uma vez. As estocadas eram fundas e fortes. Cada vez que ele puxava, os lábios proeminentes se agarravam no pau e depois se abriam de novo, molhados, barulhentos. Os dois estranhos chegaram mais perto. Um deles se ajoelhou na frente de Beth e enfiou o pau na boca dela. Ela chupou com vontade, gemendo ao redor da carne enquanto o marido a fodia sem piedade.
O segundo homem se posicionou ao lado e passou a mão pelos lábios grossos dela, abrindo, apertando, sentindo a textura enquanto Rubens entrava e saía. Beth gozou gritando, a buceta se contraindo com força no pau do marido, o líquido escorrendo pelas coxas e molhando a areia.
Rubens tirou o pau, ainda duro, e deu espaço. O primeiro homem não perdeu tempo: posicionou a cabeça grossa entre os lábios carnudos e enterrou fundo. Beth gritou de novo, os olhos revirados. O pau sumia dentro dela e os lábios proeminentes se esticavam ao redor, engolindo tudo. Rubens segurava a cabeça dela e a fazia chupar o segundo homem enquanto era fodida.
Foi uma foda selvagem, aberta, sem pressa. Eles se revezavam. Às vezes dois ao mesmo tempo: um na boca, outro na buceta. Outras vezes só olhavam enquanto Rubens voltava a foder a esposa, abrindo os lábios dela com os polegares para os estranhos verem de perto como ela engolia.
Beth gozou mais duas vezes, molhaça, a voz rouca de tanto gritar. No final, os três homens gozaram nela: um dentro, outro nos lábios abertos, o terceiro no rosto e na língua. A porra escorria pela fenda proeminente, misturada com o tesão dela, brilhando sob o sol.
Quando tudo terminou, Beth ficou deitada na toalha, pernas abertas, a buceta latejando, vermelha, suja e exposta. Os dois estranhos se afastaram devagar, ainda olhando para trás. Rubens se sentou ao lado dela, passando os dedos devagar pelos lábios inchados, empurrando a porra para dentro.
— Último dia… — murmurou ele. — Mas a gente volta no próximo feriado.
Beth sorriu, ofegante, e abriu um pouco mais as pernas para o marido continuar brincando com o dote dela sob o sol da tarde.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
FELIZ DOTE, O ÚLTIMO DIA NA PRAIA

Codigo do conto:
272079

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
12/09/2026

Quant.de Votos:
2

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