BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: O PAI LIGANDO PARA A IRMÃ...



Naquela mesma noite o pai ligou para a irmã.
A voz dele estava cansada, mas controlada. Explicou a situação pela metade — “problemas de nervos”, “precisa de um tempo longe”, “a menina não está bem”. A irmã, do outro lado da linha, aceitou sem fazer muitas perguntas. Combinaram que Maria Cecília ficaria lá por umas semanas. O pai informou:
— Daqui a três, quatro dias no máximo. Um amigo de confiança vai levar ela. O Renato. Você conhece.
Desligou. Ficou alguns segundos olhando o telefone, como se ainda não acreditasse na própria voz.
Depois foi falar com a esposa.
A mulher estava no quarto, sentada na beira da cama, o terço na mão. Quando ele entrou, ela ergueu os olhos vermelhos.
— Já combinei com a sua irmã. Ela vai ficar lá. O Renato se ofereceu para levar. É melhor assim. Menos exposição.
A mãe apenas acenou, sem forças para discutir. As lágrimas voltaram a cair em silêncio. O pai não a consolou. Saiu do quarto e foi até o corredor.
Maria Cecília estava na porta do próprio quarto, de camisola fina, sem calcinha. Tinha ouvido tudo. Quando o pai passou, ela falou baixo, quase sem mover a boca:
— O senhor vai mesmo me mandar embora com o Dr. Renato?
O pai parou. Não a olhou diretamente.
— Sim. É o melhor.
Maria Cecília deu um passo à frente. A camisola subiu um pouco com o movimento. A sombra entre as pernas ficou visível.
— Ele me comeu hoje à tarde, pai. Aqui na sala. Enquanto a senhora estava trancada e o senhor ainda não tinha chegado. Gozeu dentro de mim.
O homem fechou os olhos com força. As mãos tremeram.
— Cale a boca.
— Quer que eu conte os detalhes? — ela continuou, a voz doce e cruel. — Ele ajoelhou, me chupou, depois me virou de quatro e meteu. Gostoso. Grosso. Gozeu fundo. Ainda tem um pouco dele escorrendo.
O pai abriu os olhos. O olhar estava escuro, cheio de ódio e de outra coisa que ele odiava sentir. Empurrou a filha para dentro do quarto e fechou a porta atrás de si. Por um segundo pareceu que ia bater. Não bateu. Apenas ficou respirando pesado, o pau já marcado dentro da calça.
Maria Cecília se sentou na beira da cama, as pernas abertas de propósito.
— Pode olhar, pai. Pode até tocar. Ninguém vai saber.
Ele deu um passo atrás, como quem foge de um abismo. Saiu do quarto e bateu a porta. Maria Cecília ouviu os passos dele descendo a escada. Depois o barulho da porta do escritório se fechando.
Mais tarde, perto da meia-noite, o pai voltou.
Maria Cecília fingiu dormir. Estava de lado, a camisola erguida até a cintura, a bunda à mostra, a buceta visível entre as coxas. A respiração lenta, regular. O pai parou na porta entreaberta e ficou olhando por um longo tempo. Depois entrou sem fazer barulho.
Ajoelhou-se ao lado da cama.
A mão trêmula pegou a calcinha que ela tinha usado mais cedo — ainda úmida, jogada no chão. Levou ao rosto e cheirou fundo. O cheiro de sexo, de excitação, de outro homem misturado ao dela. O pau doía dentro da calça. Ele abriu o zíper, tirou o membro duro e começou a se masturbar ali mesmo, ajoelhado, a calcinha suja pressionada contra o nariz e a boca.
A outra mão, quase sem querer, desceu e tocou a coxa da filha. Os dedos subiram. Encontraram a buceta quente, úmida. Maria Cecília continuou fingindo dormir, mas abriu um pouco mais as pernas. O pai gemeu baixo, abafado pela calcinha. Os dedos entraram. Dois. Depois três. Ele masturbava a filha enquanto se punhetava, cheirando a roupa suja dela, os olhos fechados, o corpo inteiro tenso.
Gozeu rápido, o sêmen sujando a própria mão e um pouco do lençol. Os dedos ainda dentro dela. Ficou alguns segundos assim, ofegante, o rosto enterrado na calcinha. Depois tirou a mão com cuidado, limpou os dedos na própria camisa e saiu do quarto como um ladrão.
Maria Cecília abriu os olhos no escuro.
Sorriu.
Passou a mão entre as pernas, sentiu o caminho que o pai tinha acabado de usar, e se masturbou devagar até gozar de novo, pensando no cheiro da própria calcinha no rosto dele e no gemido baixo que ele não conseguiu segurar.
Três dias.
Depois seria a viagem.
Com o Dr. Renato.
E o pai, lá embaixo, já não sabia mais quem era o maior monstro daquela casa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: O PAI LIGANDO PARA A IRMÃ...

Codigo do conto:
274862

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
17/10/2026

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