Isabela e os dois Isabela combinou com dois desconhecidos no mesmo motel barato. Um era o Pedro, mais alto e calado. O outro, Marcelo, falante e de mãos pesadas. Os dois já estavam no quarto quando ela entrou de vestido curto e sem nada por baixo. Mal a porta fechou, Marcelo puxou ela pelo cabelo e a jogou de joelhos. — Abre a boca, puta. Vai chupar os dois. Ela obedeceu. Pegou um pau em cada mão e alternou a boca, engasgando, babando, enquanto Pedro segurava a cabeça dela e enfiava fundo. Marcelo dava tapas no rosto dela a cada engasgo. — Olha essa rica engasgando que nem vagabunda de esquina. Quando a boca dela já estava toda molhada e vermelha, eles a jogaram na cama. Pedro deitou de costas. Marcelo empurrou Isabela em cima dele e enfiou o pau na buceta dela de uma vez. Ela gritou. Logo em seguida sentiu o dedo de Marcelo no cu, preparando. Depois a cabeça do pau dele pressionando. — Relaxa o cuzinho, sua puta. Vai levar os dois. Isabela enterrou o rosto no peito de Pedro e tentou respirar. Marcelo empurrou. A dor veio forte, esticando tudo. Ela soltou um grito agudo quando o pau dele entrou até o fundo. Os dois começaram a meter juntos. DP completa. Um pau na buceta, outro no cu, enchendo ela por inteiro. O ritmo era bruto. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. Marcelo segurava o cabelo dela com força e dava tapa na bunda. Pedro apertava os seios e a xingava baixinho: — Que porra apertada… tá chorando já, né, vadia? Isabela realmente estava chorando. As lágrimas escorriam sem controle enquanto os dois a fodia sem piedade. O prazer misturava com a dor de forma violenta. Ela gritou alto quando o primeiro orgasmo bateu, o corpo inteiro se contraindo nos dois paus. — Aiiii, porra… tô gozando… não para… me fode… Eles não pararam. Continuaram metendo mais fundo, mais rápido. Marcelo deu um tapa seco no rosto dela e falou: — Goza de novo, sua puta. Goza com o cu e a buceta cheios. Isabela gritou de novo, ainda mais alto, o choro solto, a voz falhando em soluços. O segundo orgasmo veio mais forte. O corpo dela tremeu tanto que quase saiu dos paus. Os dois seguraram firme e continuaram fodendo até gozarem dentro dela quase ao mesmo tempo — um enchendo a buceta, o outro o cu. Quando tiraram, o esperma escorreu dos dois buracos. Isabela ficou deitada, ofegante, o rosto molhado de lágrimas e saliva, a bunda e as coxas tremendo. Marcelo ainda deu um último tapa na bunda vermelha dela. — Boa putinha. Eles se vestiram e foram embora sem muito papo. Isabela ficou sozinha no quarto, sentindo os dois buracos latejarem e o líquido escorrer. Ainda doía. Ainda estava molhada. E o sorriso pequeno já estava no canto da boca. No caminho de casa, abriu o aplicativo de novo.
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