Lara ainda estava de bruços na cama, o vestido erguido até a cintura, quando ouviu a chave girar na porta da frente. O coração disparou. Rápido, puxou a roupa para baixo, ajeitou o fio dental o melhor que pôde e foi até o banheiro. Lavou as mãos, passou água no rosto e olhou no espelho: as bochechas ainda estavam quentes, os olhos um pouco vidrados. O cuzinho continuava latejando, e ela sentia o esperma escorrer bem devagar, mas agora tinha que fingir normalidade. Desceu as escadas no exato momento em que a mãe largava a bolsa no sofá. — Oi, filha. Cheguei. Como foi a consulta hoje? Lara forçou um sorriso calmo, a voz o mais natural possível: — Foi tranquilo. Ele disse que está tudo bem. Fez o exame de rotina de novo e confirmou que não tem mais nenhuma irritação. Marcou o próximo retorno daqui a quinze dias, só para acompanhar. A mãe suspirou, aliviada, e foi até a cozinha. — Que bom. Você parece um pouco cansada… está se sentindo bem? — Estou. Só um pouco… sensível. Ele examinou com mais cuidado hoje — mentiu Lara, sentindo o líquido quente descer mais um pouco entre as nádegas enquanto falava. — Nada de grave. A mãe abriu a geladeira e começou a tirar coisas para o jantar. — Quer que eu faça alguma coisa especial? Você está andando de um jeito… diferente. Lara travou por um segundo. Tinha mesmo estado andando com mais cuidado, as coxas um pouco mais juntas do que o normal. — É só o vestido que está grudando — improvisou. — Está calor. A mãe aceitou a explicação sem desconfiar e continuou falando sobre o trabalho. Lara sentou-se à mesa da cozinha, as pernas cruzadas com força, e respondeu a tudo com monossílabos educados. Por dentro, cada movimento fazia o cuzinho pulsar e lembrar exatamente como o pau do médico tinha entrado, esticado e gozado fundo. Quando a mãe se virou para pegar pratos, Lara aproveitou para passar discretamente a mão por trás, por baixo do vestido, e confirmar: ainda estava úmido. Um sorriso pequeno e secreto atravessou o rosto dela por uma fração de segundo. A noite seguiu normal. Jantaram juntas. Conversaram sobre coisas banais. Lara ajudou a lavar a louça, sentindo o esperma continuar a escorrer bem devagar a cada vez que se inclinava. Antes de subir para o quarto, a mãe beijou a testa dela e disse: — Que bom que está tudo bem com você, filha. Qualquer coisa, me conta. Lara apenas assentiu. — Claro, mãe. No quarto, finalmente sozinha de novo, ela tirou a roupa, deitou de lado e ficou sentindo o corpo inteiro ainda marcado. O cuzinho latejava com uma doçura ardida. E, pela primeira vez desde que saíra do consultório, ela pôde gemer baixinho, sem medo de ser ouvida, enquanto os dedos voltavam a tocar o lugar onde ele a tinha desvirginado por trás.
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