No banco de trás do Uber, Lara sentou-se com as coxas bem juntas. O vestidinho folgado subiu um pouco e o fio dental preto, já encharcado de gozo misturado, grudou na buceta ainda latejante. Cada solavanco do carro fazia o esperma do médico escorrer mais um pouco, descendo devagar pela fenda. Ela apertou as pernas e ficou em silêncio o caminho inteiro, revivendo a língua dele, os dedos, o pau quente esfregando sem entrar. Quando o carro parou em frente de casa, Lara desceu com as pernas ainda trêmulas. Abriu a porta e percebeu imediatamente: a casa estava vazia. A mãe não estava. Só chegou um bilhete grudado na geladeira: “Reunião se estendeu. Só chego à noite. Tem comida pronta na geladeira. Beijos.” Lara trancou a porta atrás de si, o coração disparando de novo. Sozinha. Até a noite. Subiu as escadas quase correndo. No quarto, tirou o vestido e o conjunto preto de uma vez só. A calcinha fio dental estava encharcada, brilhante, colada. Ela se olhou no espelho do guarda-roupa: lábios inchados, clitóris vermelho e latejando, restos brancos do esperma do médico ainda grudados na entrada virgem e escorrendo um pouco para o cuzinho. Passou dois dedos, coletou o líquido misturado e levou à boca, chupando o gosto dele com vontade. Deitou-se nua na cama, pernas abertas. Sem a mãe em casa, não precisava se conter. Empurrou dois dedos fundo, depois três, abrindo o hímen até o limite, enquanto o outro dedo entrava no cuzinho ainda sensível do exame. Gozou rápido, o squirt molhando o colchão, gemendo alto pela primeira vez sem medo de ser ouvida. Ainda ofegante, foi até a cozinha, pegou outro pepino da geladeira, lavou e voltou para o quarto. De quatro na cama, empurrou o vegetal grosso e frio devagar para dentro da buceta, até sentir o hímen esticar ao máximo sem romper. Com a outra mão masturbou o clitóris e o cuzinho ao mesmo tempo, imaginando que era o pau do médico entrando nela enquanto ele chupava. Gozou de novo, mais forte, o pepino escorregando para fora junto com o jato. Passou a tarde inteira assim. Se tocou no chuveiro, no sofá da sala, de novo na cama. Cada orgasmo vinha com a imagem dele: a boca molhada, os dedos profundos, a voz baixa dizendo “ainda temos vinte minutos”. O esperma dele já tinha sido todo lambido e engolido por ela horas antes, mas a sensação ainda estava marcada na pele. Quando a chave girou na porta, já era quase nove da noite. Lara estava de roupão, o cabelo molhado do último banho, o corpo cansado de tanto gozar. A mãe entrou, largou a bolsa e perguntou: — E aí, filha? Como foi a consulta? Lara sorriu, a voz calma, sem nenhum tremor: — Foi tranquilo. Ele disse que está tudo normal, a irritação sumiu. Fez o exame completo de novo e marcou o retorno para a semana que vem, só de rotina. Falou que não precisa mais do creme. — Que bom… não doeu nada? — Não. Foi rapidinho — mentiu, sentindo a buceta ainda latejar debaixo do roupão. — Tudo certo. A mãe beijou a testa dela e foi tomar banho. Lara ficou na sala, as coxas apertadas, já contando os dias para a próxima consulta. E desta vez, pensou, queria que ele realmente entrasse.
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