A DAMA DO LOTAÇÃO: DEIXANDO AS CALCINHAS PARA O CORNO CHEIRAR
Solange percebeu que o marido estava cheirando as calcinhas dela. Não foi difícil. Um dia abriu a gaveta das meias e encontrou uma calcinha usada dobrada com cuidado atrás dos pares limpos. Outra vez, o cesto de roupa suja estava mexido demais. E havia o jeito como Alberto a olhava às vezes, com uma mistura de ódio e tesão mal disfarçado. Ela resolveu brincar com aquilo. Numa sexta-feira de manhã, depois de se masturbar pensando no pau grosso de Hélio, Solange tirou a calcinha preta encharcada e não jogou no cesto. Limpou só por cima com uma toalha, o suficiente para não escorrer, e deixou o tecido ainda úmido e com cheiro forte. Depois foi até a gaveta da criada-muda — aquela que Alberto abria quase todo dia — e colocou a calcinha bem visível, por cima das meias dele. Saiu de casa sorrindo. Alberto encontrou no início da tarde. Abriu a gaveta procurando uma meia e parou. A calcinha preta estava ali, deliberadamente exposta. Ele pegou. O tecido ainda estava úmido no meio. O cheiro subiu forte, ácido, inconfundível. Não era só o cheiro dela. Tinha resto de porra. De outro homem. Alberto sentou na beira da cama com a calcinha na mão. O pau endureceu na hora. Ele ficou um tempo só olhando, o coração batendo pesado. Depois levou o tecido ao rosto e cheirou fundo, os olhos fechados. O cheiro de sexo alheio encheu o nariz. Ele sentiu raiva. Sentiu nojo. Sentiu um tesão sujo que subia pela barriga. Baixou a bermuda. Envolveu o pau com a calcinha ainda úmida e começou a se masturbar devagar, o tecido sujo de Solange esfregando a glande. Enquanto subia e descia a mão, murmurou baixo, sozinho: — Puta… minha mulher… puta… Gozeu com força, o sêmen sujando a calcinha por dentro e por fora. Ficou ofegante, olhando o tecido agora ainda mais manchado. Não jogou fora. Dobrou com cuidado e guardou de novo na gaveta, no mesmo lugar onde ela tinha deixado. Quando Solange chegou no fim da tarde, foi direto à gaveta. A calcinha estava lá. Mais úmida. Com cheiro novo misturado. Ela pegou, levou ao rosto e cheirou. Reconheceu o sêmen do marido por cima do outro. Sorriu. À noite, na cama, abriu as pernas mais cedo que o normal. Alberto a comeu em silêncio, com uma raiva contida. No meio do ato, Solange falou baixo, quase no ouvido dele: — Achou o presentinho que eu deixei? Alberto parou por um segundo. Depois meteu mais fundo, com força. — Você sabia que eu ia achar. — Eu quis que você achasse — respondeu ela, rebolando. — Quis que você sentisse o cheiro dele na minha calcinha. Quis que você gozasse nela. Alberto gozou com um gemido rouco, enterrado nela até o fundo. Solange gozou logo depois, rindo baixo contra o pescoço do marido. Mais tarde, quando ele dormia, ela se levantou, pegou a calcinha manchada dos dois e colocou de novo na gaveta. Para a próxima vez.
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