O bar estava semi-cheio, a luz baixa e avermelhada, o som de um rock antigo ecoando pelas caixas. Kaila sentou-se no banquinho alto perto do balcão, de costas para a maioria das mesas, mas de lado o suficiente para quem quisesse ver. Vinte e sete anos, pele clara, corpo cheinho e generoso. Os seios fartos apertavam o decote do vestido curto e justo, o tecido esticando sobre a barriga macia e o bumbum grande e redondo que quase transbordava do assento. Ela pediu um drink e cruzou as pernas, deixando a barra subir um pouco mais. Depois de alguns goles, o olhar dela ficou mais pesado, mais provocante. Kaila olhou em volta, como se medisse quem estava prestando atenção. Então, com um movimento lento e deliberado, abriu as pernas sob a mesa. A mão desceu pela coxa, sumiu sob o vestido e, com um puxão firme, retirou a calcinha preta de renda. Ela a tirou completamente, enrolando o tecido úmido entre os dedos por um segundo antes de colocar em cima da mesa, bem à vista. A calcinha ainda quente, um pouco molhada no meio. Sem a peça, o vestido curto não escondia mais nada. Quando ela se ajeitou no banco, a saia subiu o suficiente para mostrar a buceta gorda e depilada, o piercing brilhando sob a luz fraca — uma argola pequena e prateada atravessando o capuz do clitóris. Logo abaixo, duas tatuagens contrastavam com a pele clara: a frase “toda sua” escrita em letra cursiva fina, e ao lado uma pimenta vermelha, bem detalhada. Kaila abriu um pouco mais as pernas, o bumbum grande pressionando o banco. Quem se aproximasse o suficiente conseguiria ver também a tatuagem no início do rego: a dama de espadas, preta e nítida, marcada bem no começo da fenda entre as nádegas. Ela sorriu de lado, pegou o drink de novo e ficou ali, quieta, a calcinha jogada na mesa como um convite. O piercing balançava levemente quando ela se movia. O ar frio do ar-condicionado tocava a carne molhada. E ela não fechava as pernas. Alguns homens já olhavam. Kaila não se importava. Na verdade, gostava. A buceta tatuada e perfurada estava exposta, a calcinha molhada sobre a madeira, e ela só esperava ver quem teria coragem de chegar mais perto. Kaila permaneceu sentada com as pernas abertas sob a mesa, o vestido curto encolhido até a cintura. A buceta gorda e inchada estava completamente exposta, o piercing de argola brilhando a cada movimento mínimo do clitóris. A pele ao redor estava úmida, brilhante, e o buraco apertado se contraía de leve, como se estivesse se oferecendo. Ela passou dois dedos pela fenda, separando os lábios carnudos e mostrando o interior rosado. O piercing balançou. Depois enfiou o dedo médio até a segunda falange, gemendo baixinho enquanto o anel metálico raspava no clitóris. O dedo saiu coberto de meleca transparente e ela o levou à boca, chupando devagar, olhando de canto para quem estava prestando atenção. A calcinha molhada ainda estava em cima da mesa. Kaila a pegou, esfregou o tecido úmido na própria buceta, enfiando um pedaço da renda para dentro e puxando de novo, deixando a peça ainda mais suja. Depois jogou de volta sobre a madeira, bem no centro. Ela se levantou um pouco do banco, virou o corpo de lado e puxou o vestido para cima das costas. O bumbum grande e branco apareceu inteiro. As nádegas se abriram um pouco com o movimento e a tatuagem da dama de espadas ficou bem visível no início do rego, logo acima do cu rosado e fechado. Kaila passou a mão entre as nádegas, espalhou a meleca que escorria da buceta até o cu e enfincou o polegar até a primeira junta, gemendo mais alto desta vez. Alguns homens já estavam de pé, observando sem disfarçar. Kaila não se importou. Ficou de quatro no banco alto, o peito pesado pendurado, os seios escapando do decote. Com uma mão manteve o vestido levantado e com a outra abriu a buceta com dois dedos, mostrando o piercing, as duas tatuagens — “toda sua” e a pimenta — e o buraco piscando. — Quem quiser pode usar — murmurou, a voz rouca. — Mas tem que chupar primeiro. Ela se ajeitou de novo, sentou de frente, abriu as coxas o máximo que conseguiu e começou a se masturbar na frente de todos. Dois dedos entrando e saindo rápido, o polegar esfregando o piercing, a buceta fazendo barulho molhado. O bumbum grande tremeu a cada movimento. A meleca escorria pela fenda, pingava no banco e molhava a tatuagem da dama de espadas. Kaila gozou ali mesmo, as pernas tremendo, o rosto corado, a buceta contraindo forte em volta dos dedos. Um jato fino espirrou no chão. Ela continuou esfregando, estendendo o orgasmo, até a pele ficar vermelha e sensível. Quando finalmente parou, a calcinha ainda estava na mesa, encharcada. Kaila a pegou, limpou a buceta com ela e depois colocou de volta no mesmo lugar, como um troféu. Ficou ali, pernas abertas, o piercing brilhando, as tatuagens expostas, esperando ver quem ia ter coragem de chegar perto e lamber o que ela tinha acabado de oferecer. Um homem alto, de uns trinta e poucos anos, se aproximou sem pressa. Parou na frente da mesa, olhou para a calcinha encharcada e depois direto para a buceta de Kaila, ainda aberta e brilhando de porra. — Posso? — perguntou, a voz baixa. Kaila só abriu mais as pernas e puxou o vestido até a cintura, expondo tudo: o piercing balançando, as duas tatuagens na carne inchada, o cu ainda um pouco aberto do polegar que ela tinha enfiado. Ele se ajoelhou ali mesmo, entre as coxas gordas dela. A língua saiu quente e larga, passando primeiro pela fenda, coletando a meleca, depois envolvendo o clitóris e o piercing. Kaila gemeu alto quando ele chupou a argola com força, puxando a pele. A língua desceu, invadiu o buraco, enfiou fundo, lambendo por dentro enquanto os dedos dele abriram os lábios carnudos. Ela segurou a cabeça do cara e empurrava a buceta contra a boca dele, se esfregando. O barulho molhado ecoava. Depois ele desceu mais, abriu as nádegas grandes com as duas mãos e passou a língua no cu tatuado, lambendo a dama de espadas e enfiando a ponta da língua no buraco apertado. Kaila tremeu toda. Quando ele se levantou, a boca brilhando de saliva e porra dela, já estava de pau duro esticando a calça. Kaila desceu do banco, virou de costas, apoiou os cotovelos na mesa e abriu o bumbum com as mãos, oferecendo os dois buracos. A calcinha molhada ficou bem na frente do rosto dela. Ele abriu o zíper, tirou o pau grosso e grosso e esfregou a cabeça na buceta dela, molhando tudo. Depois enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem no clitóris perfurado. Kaila gritou baixo, a buceta se abrindo em volta do pau, as tatuagens esticando. Ele fodeu forte, segurando as nádegas gordas, espalhando elas para ver a dama de espadas e o cu se contraindo a cada estocada. Kaila olhava para o lado, vendo outros homens se aproximando, alguns já com a mão no pau. Ela sorriu, a boca aberta, e falou: — Podem usar a boca também… Um segundo cara chegou na frente, tirou o pau e enfiou na garganta dela. Kaila engasgou, mas não recuou. Saliva escorria pelo queixo enquanto o pau do primeiro batia fundo na buceta, fazendo o piercing bater nas bolas dele a cada movimento. Ela gozou de novo, a buceta apertando o pau com força, meleca escorrendo pelas coxas. O cara atrás não parou. Continuou fodendo até gozar fundo, enchendo ela de porra quente. Quando tirou, um fio branco escorreu pela fenda, passando pelas tatuagens e pingando no chão. Kaila ainda estava de boca cheia com o segundo pau quando um terceiro se aproximou, passou o pau na porra que escorria e enfiou direto no cu dela, abrindo o buraco apertado de uma vez. Ela gritou no pau que engolia, o corpo inteiro tremendo, o bumbum grande balançando enquanto era arrombada nos dois buracos. A calcinha molhada ainda estava na mesa, agora com um pouco de porra pingando nela também. Kaila ficou ali, sendo usada, o piercing brilhando, as tatuagens cobertas de porra, a dama de espadas se contraindo a cada estocada no cu… e ela só pedia mais.
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