EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO - PARTE II

O tempo passou e o acordo entre Ana Clara e Daniel só ficou mais intenso.
Ela já não se contentava só com a boca e o cu. Começou a pedir que ele gozasse dentro, bem fundo, e depois se virasse para ela chupar o pau ainda sujo e molhado. O gosto misto de porra e do próprio cu dela a excitava de um jeito que ela nunca admitiria em voz alta. Às vezes, depois de ele gozar no fundo do seu cuzinho, ela se deitava de barriga para cima, abria as pernas e se masturbava devagar enquanto ele observava, até gozar molhando os dedos e a calcinha.
Um domingo à noite, depois do culto de jovens, eles foram para o salão de baixo da igreja. A porta estava trancada por dentro. Ana Clara tirou a saia longa, ficou só de blusa e calcinha branca. Se ajoelhou no chão frio, abriu a boca e engoliu o pau de Daniel até a base, sem pressa. Ele segurava a cabeça dela e metia na garganta com força, ouvindo o barulho molhado e os engasgos abafados. Quando estava perto de gozar, tirou da boca, virou ela de quatro e enfiou no cu de uma vez só. Ana Clara soltou um gemido alto, quase um grito, e enterrou o rosto no braço para não fazer barulho.
Ele meteu forte, batendo as bolas na bunda dela, segurando os quadris com força. O cu dela já estava acostumado, mas ainda apertava com vontade. Daniel gozou fundo, sem tirar, e ficou parado um tempo sentindo as contrações. Quando saiu, um fio branco escorreu pela coxa dela. Ana Clara se virou, limpou o pau dele com a língua e depois se sentou no colo dele, de frente, se esfregando na calça.
— Quero mais — sussurrou.
Ele riu baixo, cansado.
— Já gozei duas vezes.
Ela desceu a mão, acariciou o pau ainda mole e falou no ouvido:
— Então me fode o cu de novo quando endurecer. Eu aguardo.
Enquanto esperavam, ela se ajoelhou de novo e chupou devagar, sem pressa, só para manter ele quente. Em poucos minutos ele já estava duro outra vez. Dessa vez ele a deitou de barriga para cima, ergueu as pernas e enfiou no cu dela olhando nos olhos. Ana Clara gemiam baixinho, mordendo o próprio lábio, os olhos marejados de prazer. Cada estocada fazia o pau bater fundo e o clitóris dela esfregar no ar. Ela se masturbava com força enquanto ele metia, e gozou primeiro, o corpo tremendo, o cu apertando o pau dele em espasmos. Daniel não aguentou e gozou de novo, bem dentro.
Quando terminaram, ela se vestiu com calma, ajeitou o cabelo, passou o batom de novo e saiu do salão como se nada tivesse acontecido. No culto de quarta-feira seguinte, estava no coral, cantando com a voz limpa e o olhar sereno.
Mas o desejo não parava.
Uma noite, Daniel a levou para a casa dos avós, que estavam viajando. No quarto de hóspedes, ele tirou toda a roupa dela. Pela primeira vez, Ana Clara ficou completamente nua na frente dele. Os seios firmes, a buceta ainda intacta, o cuzinho já um pouco avermelhado de tanto uso. Ele a beijou o corpo inteiro, chupou os peitos, lambeu a buceta por cima da calcinha e depois a tirou. Passou a língua devagar pelos lábios, mas não penetrou. Respeitava o acordo.
— Um dia você vai me dar isso também — murmurou.
Ela balançou a cabeça.
— Só depois do casamento.
Ele não insistiu. Em vez disso, a virou de quatro na cama, separou as nádegas e enfiou a língua no cu dela. Ana Clara tremeu inteira. Nunca tinham feito aquilo. A sensação era diferente, quente, molhada, invasiva. Ele chupou, lambeu, enfiou a língua fundo enquanto os dedos massageavam o clitóris dela. Ela gozou gemendo no travesseiro, o corpo se contraindo.
Depois ele se ajoelhou atrás, enfiou o pau no cu de novo e meteu com vontade. Dessa vez Ana Clara empurrava o corpo para trás, pedindo mais fundo, mais forte. O barulho da pele batendo era alto. Ela se masturbava ao mesmo tempo, gozando mais uma vez enquanto ele a fodia. Quando Daniel gozou, foi tão forte que ela sentiu o jato quente dentro dela. Ele ficou alguns segundos parado, depois saiu devagar. Ana Clara se virou, se ajoelhou na cama e engoliu o pau ainda sujo e mole, limpando tudo com a boca até ele ficar limpo.
Naquela noite eles dormiram juntos. De madrugada ela acordou com o pau dele duro contra a bunda. Sem falar nada, se ajeitou, abriu as pernas e guiou o pau até o cu. Ele entrou fácil, já acostumado. Foderam devagar, no escuro, sem pressa, até gozarem de novo.
Ana Clara continuava virgem.
Mas o cuzinho e a boca dela já pertenciam completamente a Daniel.
E, no fundo, ela gostava assim.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO - PARTE II

Codigo do conto:
276159

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/11/2026

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