Olha só essa fenda aberta entre as coxas quentes, pele lisa, quase brilhante, ainda com o cheiro da lâmina e do desejo que não seca. Os lábios se abrem sem vergonha, úmidos, rosados por dentro, convidando a língua, o dedo, o pau que já conhece o caminho. Sem pelo pra atrapalhar, só a carne macia, o clitóris escondido pulsando de vontade. De pernas abertas na cama, camisola subida, ela oferece o altar molhado onde eu ajoelho e rezo com a boca, com a porra, com tudo que tenho. Buceta depilada, buceta gostosa, buceta que aperta e goza, que escorre e pede mais. Hoje ela brilha sozinha nas fotos daquela noite, mas eu ainda sinto o gosto dela na língua e o aperto dela no pau. sua buceta continua a coisa mais safada que eu já beijei.
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