A primeira parada aconteceu pouco mais de uma hora depois de saírem da cidade. A estrada já estava mais vazia, cercada de mato de um lado e de um barranco do outro. Renato reduziu a velocidade e entrou numa estradinha de terra que cortava o mato. Estacionou longe o suficiente da rodovia para que ninguém visse o carro com facilidade. Desligou o motor. O silêncio entrou junto com o calor. Maria Cecília não esperou ele falar. Já estava com a saia erguida até a cintura. Abriu as pernas no banco do carona e olhou para ele. — Pode ser aqui mesmo. Renato soltou um suspiro pesado, quase aliviado. Inclínio o corpo e beijou a boca dela com fome, a mão já entre as coxas, os dedos encontrando a buceta molhada. Masturbou-a por alguns segundos, o polegar no clitóris, enquanto a língua invadia a boca dela. Maria Cecília gemia baixo, rebolando contra a mão. Depois ele se afastou, abriu a calça e tirou o pau já duro. Maria Cecília se virou de frente para ele, ajoelhou-se no banco o melhor que pôde e engoliu. A cabeça batia no teto do carro a cada movimento. Renato segurou o cabelo dela e fodeu a boca com estocadas curtas, gemendo rouco. — Seu pai… se soubesse… — murmurou. Maria Cecília tirou o pau da boca só o suficiente para responder, a voz rouca: — Ele sabe. E mesmo assim me colocou no seu carro. Renato não aguentou mais. Puxou-a pelo braço, fez com que ela ficasse de quatro no banco do carona, o rosto virado para a janela, a bunda empinada. Ergueu a saia até as costas, abriu as nádegas e enfiou de uma vez. O pau entrou fundo. Maria Cecília gritou, a testa batendo no vidro. Ele começou a foder com força, as mãos apertando a cintura dela, as estocadas secas e profundas. O carro balançava levemente. O barulho da pele batendo misturava-se com os gemidos dela e com o canto dos pássaros lá fora. Renato metia como se quisesse apagar alguma coisa. A cada estocada falava baixo, quase para si mesmo: — Puta… filha do meu amigo… puta… Maria Cecília gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta contra o vidro embaciado. Renato seguiu mais alguns segundos e gozou dentro, com um gemido longo, o sêmen quente enchendo-a. Ficou enterrado, ofegante, a testa colada nas costas dela. Quando tirou o pau, o líquido escorreu imediatamente, manchando o banco de couro. Maria Cecília se virou, ainda de joelhos, e limpou o pau dele com a boca, devagar, até deixar limpo. Depois se sentou de novo no banco, a saia ainda erguida, o sêmen escorrendo pela coxa. Renato ajeitou a calça, ligou o motor e voltou para a estrada principal como se nada tivesse acontecido. Só depois de alguns minutos falou, os olhos na pista: — Ainda temos pelo menos mais duas horas. Talvez três. Maria Cecília olhou pela janela, o sorriso pequeno no rosto, e respondeu: — Então para de novo quando quiser. O carro seguiu. O sêmen continuava escorrendo. E a casa, o pai e a mãe ficavam cada vez mais longe.
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