Na sexta-feira, ela foi para a escola já imaginando o que iria fazer, ela já estava viciada nas encoxadas e siriricas. Saiu da escola de novo sem calcinha, a saia balançando livre, a buceta já úmida só de imaginar o que ia acontecer no ônibus. O homem coroa apareceu como combinado (pelo menos na cabeça dela). A mão grande desceu direto na carne nua, abriu as nádegas e enfiou dois dedos fundo de uma vez. Dessa vez ele ficou mais ousado: enquanto metia os dedos, o polegar invadia o cuzinho, abrindo os dois buracos ao mesmo tempo no meio do corredor lotado. Ele encoxando ela, com o seu cacete duro esfregando na sua bunda e os dedos invadindo-a. Ela gozou baixinho, as pernas tremendo, o líquido escorrendo pela coxa até a meia. Chegou em casa ofegante, a saia colada, as coxas brilhando. Pegou um pepino na geladeira, estava mais tarada que os outros dias. Subiu correndo para o quarto, trancou a porta e se jogou na cama de quatro. Tirou a farda com pressa, o sutiã ficou torto, a saia amontoada na cintura. Enfiou três dedos na buceta ainda latejante do ônibus e o cabo da escova no cu de uma vez. Começou a se foder com força, gemendo alto, a bunda rebolando, o barulho molhado enchendo o quarto. O irmão apesar de mais novo que ela, já tinha ficado com uma pulga atrás da orelha, meio desconfiado com ela. E ficou na espreita. Chegou da escola mais cedo. Ele já tinha colocado um fone de ouvido de forma proposital no quarto dela, pouco antes de ela chegar em casa, ele já estava em alerta. Já subiu as escadas sem fazer barulho, parou em frente ao quarto dela e viu que a porta não estava completamente fechada. Empurrou de leve. A cena que ele encontrou foi ela de quatro na cama, nua da cintura para baixo, três dedos sumindo e reaparecendo na buceta encharcada, o cabo da escova enterrado no cuzinho, a bunda levantada, o rosto enterrado no travesseiro, gemendo sem controle. O pepino enfiado na buceta, que brilhava pela sua excitação, o grelinho inchado. Ele ficou parado no vão da porta por longos segundos, o olhar fixo. Quando começou a escutar ela gemendo baixinho e depois aumentando os gemidos, ele foi ficando excitado, o cacete ficando duro, ela gemendo, se masturbando e ele no maior tesão, ouvindo... A respiração dele mudou. Ela só percebeu quando ele falou, a voz baixa e rouca: — Porra… Ela quase desmaiou quando viu o irmão. Ele perguntou o que ela estava fazendo e ela gaguejando e dizendo, que ele não devia dizer nada aos pais, sobre o que viu... Perguntou o que ela estava aprontando e que se ela não contasse, ele contaria aos pais o que viu. Ela começou a chorar, pedindo por tudo que é mais sagrado, para ele não contar nada, que faria qualquer coisa que ele quisesse. Ela se virou de súbito, os olhos arregalados, os dedos ainda dentro, o cabo ainda no cu. O rosto pegou fogo. Tentou puxar o lençol, mas ele já tinha entrado e fechado a porta atrás de si. Ficaram se olhando. Ela ofegante, as pernas abertas, a buceta e o cu à mostra, brilhando. Ele com a mão já apertando o volume no short da escola. — Continua — ele disse, a voz rouca. — Não para. Ela engoliu em seco, o coração batendo tão forte que doía. Os dedos tremeram, mas não saíram. Devagar, ainda olhando para o irmão, voltou a se mexer. Ela já tinha notado que ele estava excitado, viu o volume formado no calção dele... Mas nem se deu conta e ao trabalho de cobrir a buceta, lambuzada pelo seu gozo,... E ele não tirava o olho. Ele disse que queria saber de tudo o que estava acontecendo, o que ela estava aprontando, que ou dizia ou ele contava, perguntou se ela ainda era virgem, quem estava fudendo ela? Ela disse que ainda era virgem, que não estava dando para ninguém e que depois que aconteceu algo com ela novo ônibus, não estava mais aguentado, nem se controlando, que todos os dias tinha que ser encoxada no ônibus e se masturbar quando chegava em casa, estava viciada nisso, não se controlava mais e pediu por tudo que ele não podia dizer nada aos pais deles, que ele era o irmão que ela amava e que tinha que guardar esse segredo... Que ele não se arrependeria. E colocou a mão em sua coxa, o cacete ainda duro e ela olhando e ele olhando a sua buceta brilhando de tão molhada que estava... O grelo inchado, o pepino ao lado dela, molhado, ela nua, os biquinhos rosados dos seios durinhos,... Ela foi subindo a mão pela coxa dele e pegou no cacete e começou a acariciar, ele fez o mesmo, foi subindo pela sua coxa, até chegar na buceta lisinha dela, percorreu com os dedos, tocou o grelinho, durinho, inchado, toda lambuzada,... As lágrimas escorrendo dos seus olhos, igual ao mel escorrendo da buceta,... Ele se levantou, passou a chave na porta do quarto e voltou a se aproximar da cama, empurrou ela e tirou o calção, saltando um cacete que já estava babando, não era tão grosso, medindo uns 16 cm, com uma cabeça rosada, ela ficou olhando, ele abriu sua pernas e caiu de boca naquela buceta que nunca tinha sentido uma língua percorrendo, ela se contorceu toda, se arrepiando, dizendo que nunca havia sido chupada, que eles eram irmãos e isso não estava certo, mas ele nem deu ouvidos, pelos gemidos dela, ele sabia que ela estava gostando, passou a língua no cuzinho e ela se contorceu e gemeu ainda mais e não aguentando, apertou a cabeça dele entre as pernas e gozou, gemendo gritando, desfalecendo,... Depois que ela se recuperou, ele disse que agora era a vez dele, queria gozar também, ela passou a punhetar ele, passando os dedos na cabecinha, sentindo a babá que saia, percorria toda a extensão, ele gemendo, dizendo que estava gostoso, que iria gozar se ela continuasse, mas que queria sentir a sua boquinha no seu cacete, ela se fez um pouco de difícil, dizendo que nunca tinha chupado, mas ele nem deu ouvidos, sentou na cama e puxou a cabeça dela de encontro ao seu cacete, ela sabia que ele ia gozar em instantes, pois o meu já saiu de seu cacete e o cacete parecia que ia estourar, mas ela não queria sentir na boca,... então deu uma chupada gostosa e tirou da boca e punhetou e apontou o cacete para os seios e ele não se conteve e gozou nos seios e barriga dela, gemendo e dizendo que tinha sido muito gostoso... Ele disse que depois queria mais e que aquilo ainda não tinha acabado e ela disse que era melhor eles descerem para almoçar, antes que desconfiarem e que depois conversariam...
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