A primeira encoxada que ela ganhou, usando a farda da escola, ia de saia folgada, em um ônibus lotado e chegando em casa toda molhadinha… O ônibus balançava no horário de pico. Ela estava de pé, espremida entre corpos, a saia plissada da escola balançando a cada freada. Não prestou muita atenção no homem atrás dela no começo — só sentiu o calor do corpo dele e o cheiro de suor e colônia barata. Até que a mão dele apareceu. Não foi um toque acidental. Os dedos desceram pela parte de trás da coxa, subiram devagar por baixo do tecido fino da saia e apertaram a bunda dela com firmeza, como se já soubesse exatamente o que queria. Ela engasgou com o ar, o coração disparando. Olhou de lado, mas o homem mantinha o olhar no celular, fingindo inocência enquanto a mão continuava ali, massageando, abrindo caminho entre as nádegas com o polegar. A saia folgada não ajudava em nada. Cada balanço do ônibus fazia a mão dele se acomodar melhor, os dedos agora roçando a calcinha de algodão simples. Ela sentiu o tecido molhar quase na hora. O dedo dele pressionou o meio, sentindo a umidade, e ela mordeu o lábio inferior com força para não soltar nenhum som. As pernas tremeram. O calor subiu rápido, espalhando pela barriga e deixando os mamilos duros contra o sutiã por baixo da camisa da escola. Ele não parou. Apertou mais, o indicador deslizando por baixo do elástico da calcinha e tocando a pele quente e já escorregadia. Ela fechou os olhos por um segundo, o rosto queimando. O ônibus freou de novo e o corpo dele se colou por completo nas costas dela. Algo duro pressionou contra a bunda — o pau dele, já semi-duro, esfregando de leve enquanto os dedos continuavam o trabalho por baixo da saia. Quando finalmente desceu no ponto, as pernas ainda bambas, a calcinha estava encharcada. Caminhou até casa com a saia colada nas coxas, sentindo cada passo. Chegou no quarto, trancou a porta e tirou a farda. A calcinha molhada caiu no chão. Ela se deitou na cama, as pernas abertas, e ainda sentia o fantasma daqueles dedos enquanto a própria mão descia até o clitóris inchado e molhado, terminando o que o estranho no ônibus tinha começado. Ela trancou o quarto, ainda com a respiração ofegante. A saia da escola caiu no chão junto com a calcinha encharcada. A camisa branca ficou aberta, os botões soltos, o sutiã já deslocado. O espelho do guarda-roupa refletia o corpo dela: coxas marcadas pelo tecido molhado, a buceta inchada e brilhante, os lábios maiores um pouco abertos e pingando. Deitou-se na cama de bruços primeiro, as nádegas para cima, e enfiou a mão por baixo. Os dedos deslizaram com facilidade pela fenda molhada, espalhando o líquido quente até o clitóris. Ele ainda latejava, sensível demais, como se ainda sentisse a pressão dos dedos do homem no ônibus. Ela gemeu baixo, o rosto enterrado no travesseiro, e começou a se esfregar contra a própria mão. Virou de costas. As pernas se abriram sem pudor. Dois dedos entraram de uma vez, profundos, e ela arqueou as costas. O polegar girava em círculos apertados no clitóris enquanto os dedos se curvavam dentro dela, procurando aquele ponto que fazia a barriga tremer. O barulho úmido enchia o quarto. A buceta fazia sons obscenos a cada movimento, molhada demais, escorrendo até a bunda. Ela fechou os olhos e voltou para o ônibus na cabeça: o cheiro do homem, a mão pesada apertando a bunda, o pau duro esfregando contra ela por cima da saia. O dedo dele entrando debaixo da calcinha. A imagem fez ela gemer mais alto. Os dedos aceleraram. Três agora, abrindo-a, esticando, enquanto a outra mão apertava um seio com força, o mamilo entre os dedos. O orgasmo veio rápido e forte. As pernas tremeram, a buceta se contraiu em volta dos dedos, e um jato quente molhou a mão e o lençol. Ela continuou se tocando mesmo depois, mais devagar, prolongando as ondas, os quadris se rebolando sozinhos contra a mão. Quando finalmente parou, ficou deitada de pernas abertas, olhando para o teto, a respiração ainda pesada. Os dedos brilhavam de tanto líquido. Ela os levou à boca e chupou, o gosto salgado e doce. Ainda estava molhada. Ainda queria mais. A mão desceu de novo. Ela não parou. Os dedos voltaram para dentro dela com mais vontade, agora quatro, abrindo a buceta ainda latejante. O líquido escorria em fio pela bunda, molhando o lençol já manchado. Ela levantou as pernas, segurando atrás dos joelhos, e empurrou os dedos até o fundo, gemendo alto quando sentiu o polegar esfregar o clitóris inchado com força. A outra mão desceu até o ânus. O dedo mindinho, já todo molhado, pressionou a entrada apertada e entrou devagar. O contraste fez ela soltar um gemido rouco. Buceta e cu sendo preenchidos ao mesmo tempo, os dedos se movendo em ritmos diferentes. O quadril se rebolava sozinho, empurrando contra as mãos, buscando mais profundidade. Ela fechou os olhos de novo e voltou ao ônibus. Imagina o homem puxando a saia dela para cima no meio do corredor lotado, abrindo a calcinha de lado e enfiando o pau grosso de uma vez, sem aviso. A fantasia fez a buceta se contrair forte em volta dos dedos. O orgasmo veio de novo, mais intenso que o primeiro. As paredes apertaram, o cu se fechou no dedo, e ela gozou com a boca aberta, um fio de saliva escorrendo pelo queixo enquanto o corpo inteiro tremia. Mesmo depois, não tirou as mãos. Continuou se fodendo devagar, sentindo cada contração, cada espasmo. A buceta fazia barulho molhado, obsceno, a cada movimento. Ela abriu os olhos e olhou para baixo, vendo os dedos sumindo e reaparecendo brilhantes, a pele ao redor toda vermelha e inchada. Sem tirar os dedos de dentro, ela se virou de quatro na cama. A bunda levantada, as costas arqueadas, a face colada no travesseiro. Continuou se dedando por trás, agora com mais força, o polegar pressionando o clitóris de baixo. O som dos dedos entrando e saindo enchia o quarto. Ela gemia sem se importar se alguém escutava, o nome do homem do ônibus saindo baixo entre os gemidos, mesmo sem saber como ele se chamava. A terceira onda veio enquanto ela estava nessa posição. As pernas tremeram tanto que ela quase desabou. O líquido escorreu pela parte de dentro das coxas, pingando no lençol. Ela ficou de quatro por longos segundos, respirando pesado, os dedos ainda enterrados, sentindo a buceta pulsar em volta deles. Depois, devagar, tirou a mão. Olhou para os dedos brilhantes e os chupou um por um, limpando tudo com a língua. Ainda estava molhada. Ainda quente. Ainda precisando de mais. Ela se deitou de lado, as pernas entreabertas, e passou a mão devagar pela buceta sensível, só acariciando, sem entrar. O clitóris latejava sob os dedos. Um sorriso cansado e sujo apareceu no rosto dela. Ainda dava para sentir o peso da mão dele na bunda.
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