FELIZ DOTE: RETORNO DA PRAIA E EXIBICIONISMO NO RESTAURANTE
No restaurante Rubens escolheu um lugar discreto, mas não demais. Mesa no fundo, perto da parede de madeira escura, luz baixa, música baixa. Eu entrei usando a calça preta que ele mais gosta: tecido fino, justo como uma segunda pele, sem calcinha. A costura frontal sumia entre os lábios, marcando a fenda de cima a baixo. Por trás, o tecido se enfiava no meio das nádegas com a mesma grosseria. Sentei de frente para ele. As coxas se abriram um pouco mais do que o necessário. A calça puxou e a racha ficou ainda mais evidente. Rubens não desgrudou os olhos. — Mexe um pouco — murmurou, a voz baixa. Deslizei o quadril para a frente na cadeira. O tecido esticou. Senti o ar frio do ar-condicionado tocar a pele úmida entre os lábios. A costura já estava molhada. Levantei um pouco o corpo, ajeitei a postura e sentei de novo, mais aberta. A marca ficou nítida, profunda, escandalosa. O garçom se aproximou. Jovem, camisa branca, olhar educado. Enquanto anotava o pedido de Rubens, seus olhos desceram. Uma fração de segundo. Ele viu. A linha escura e úmida que cortava o meu sexo por baixo do tecido preto. Corou levemente, engoliu em seco e voltou o olhar para o bloco. Quando ele se afastou, Rubens se inclinou sobre a mesa. — Ele notou. — Eu sei. Passei a mão por baixo da mesa, entre as pernas, e puxei a costura para o lado. Os lábios se abriram um pouco. O tecido agora só cobria metade. A pele rosada e inchada ficou visível para quem olhasse com atenção debaixo da toalha. Rubens segurou meu pulso. — Não exagera. Mas o sorriso dele dizia o contrário. O restaurante não estava cheio. Duas mesas ocupadas do outro lado. Um casal mais velho. Um homem sozinho, de terno, que de vez em quando levantava os olhos. Eu me ajeitei de novo, abrindo um pouco mais as pernas. A calça cedeu. A fenda ficou exposta o suficiente para que, se alguém passasse perto, visse o brilho da pele molhada. Rubens passou a mão por cima da mesa e tocou meu joelho. Depois subiu, devagar, até a parte interna da coxa. Os dedos encontraram a abertura que eu tinha feito. Ele enfiou dois dedos entre os lábios, por cima do tecido, e apertou. — Está pingando. Gemi baixinho. Ele retirou a mão e levou os dedos à boca, sem pressa. O gosto me fez fechar os olhos por um segundo. Quando o garçom voltou com as bebidas, eu estava ainda mais aberta. A costura agora mal cobria nada. Ele serviu o vinho e, desta vez, não conseguiu disfarçar. O olhar desceu, ficou preso por um instante longo demais, e só então voltou para o meu rosto. Eu sorri, devagar. — Alguma coisa, senhorita? — Não. Só o prato, por favor. Ele se afastou rápido demais. Rubens riu baixo. — Você é uma putinha exibicionista. — Só mostro o que é meu. Levantei um pouco a bunda da cadeira, puxei a calça com os dois polegares e acomod ei de novo. Agora a fenda estava completamente marcada, os lábios grossos pressionando o tecido fino, quase saindo. Qualquer pessoa que passasse atrás de mim veria o desenho claro do meu sexo. O homem de terno olhou de novo. Mais tempo. Eu cruzei o olhar com ele por um segundo e abri um pouco mais as pernas. Ele desviou o rosto, mas a mão dele apertou o copo com força. Rubens se inclinou. — Quer que eu te foda aqui embaixo da mesa? — Quero que você me deixe assim o jantar inteiro. Ele assentiu. E eu fiquei. Coxas abertas, calça enfiada, o dote exposto para quem quisesse ver. Cada vez que o garçom passava, eu me ajeitava só o suficiente para lembrar a ele o que estava ali. Quando finalmente pedimos a conta, eu já estava encharcada. Rubens pagou, se levantou e me olhou de cima a baixo. — Agora vamos para o carro. Eu me levantei devagar. A calça preta marcava tudo. A racha profunda, brilhante, impossível de esconder. Atravessei o restaurante sentindo olhares. O homem de terno não tirou os olhos até eu sumir pela porta. No estacionamento, Rubens me empurrou contra o carro, a mão já dentro da calça, dois dedos enterrados até o fundo. — Gostou de mostrar? — Adorei. Ele sorriu contra a minha boca. — Então amanhã a gente janta em outro lugar.
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